Autor: Erik L'Homme
Gênero: Fantasia, Aventura e Magia
Páginas: 264
Editora: Rocco Jovens Leitores
Guillemot é um jovem adolescente vivendo no País de Ys. Uma pequena ilha longe do continente, sua ambição pessoal é se formar e entrar para o grupo de Cavaleiros que protegem o lugar em suas armaduras azuis. Mas, tudo muda quando o garoto levita em uma festa! Agora um homem misterioso surge e quer lhe ensinar feitiçaria!
Esta é a premissa do primeiro volume de O Livro das Estrelas do francês Erik L'Homme, a obra é uma trilogia já finalizada e conta a saga de Guillemot de Troil e seus amigos.
Qadehar é um dos feiticeiros mais experientes e conhecidos no país, ele é famoso por ter ajudado os cavaleiros nas batalhas contra as criaturas do Mundo Incerto, no qual se pode entrar através de duas imensas portas de pedra isoladas e protegidas pelos cavaleiros constantemente.
Qadehar ao ver o jovem rapaz levitando não pensa duas vezes em torna-lo seu aluno. Embora o próprio Guillemot não goste da ideia. Afinal feiticeiros não podem se tornar Cavaleiros.
Ao conhecer a magia dos Grafemas (runas mágicas) que despertam os poderes e a aprender sobre a natureza em seu treino diário, rapidamente ele se convence que não há outro caminho que o faria mais feliz.
Mas o mal está a espreita! Enquanto está passeando pela praia, um de seus amigos é raptado por uma criatura do Mundo Incerto.
O perigo está por toda parte e cabe então a Guillemot e seus amigos tomarem a iniciativa de resgate no mundo desconhecido e cheio de perigos impensáveis.
O livro é ótimo para todas as idades, cheio de aventura e lições de amizade típicas do gênero. Ele prende a atenção do inicio ao fim dos três volumes da trilogia.
Qadehar, o Feiticeiro possui começo e fim, porém o volume 2 Senhor Sha é ligado ao volume 3 O Rosto de Treva e é indicado ler na sequência.
Como o livro já foi lançado a algum tempo você pode facilmente encontra-lo a preços acessíveis em livrarias ou sebos.
Um a ótima leitura se aventurando com Guillemot!
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O Livro das Estrelas - Qadehar, o Feiticeiro
Publicado por
Dany
em
22 de junho de 2016
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ARQUIVADO EM:
aventura,
Erik L'Homme,
ficção fantástica,
jovem adulto,
resenha,
Rocco
Perdidos Por aí
Publicado por
Dany
em
23 de março de 2016
Autor: Adi Alsaid
Gênero: Jovem Adulto
Páginas: 294
Páginas: 294
Editora: Verus Editora
Bom, esse é o primeiro YA que li na vida. E... bem, até que não foi ruim!
Leila é uma garota misteriosa, que resolve atravessar o país de carro para ver a aurora boreal no Alasca.
No meio do caminho ela faz amizades e se mete em várias confusões para ajudar os amigos.
Cada capítulo do livro é dedicado a um personagem: Hudson, Bree, Eliot, Sonia e finalmente, Leila. Ou seja, cada capítulo leva o nome de um novo amigo e conhecemos a cabeça de cada personagem, o que sente, o que pensa, seus medos e frustrações. Mas com a Leila é sempre silêncio. Ela é alguém que está passando e fez a diferença enquanto pôde. Depois ela segue seu caminho e manda uns cartões postais quando dá.
Só no capítulo final descobrimos o que se passava com ela lá dentro, e o motivo para toda aquela viagem. Leila viajou para se encontrar, se agarrando em uma lembrança que não queria deixar escapar de jeito nenhum. E então ela descobriu que sua viagem só não foi mais inútil pelas amizades que tinha feito e por ter encontrado, por mais rápido que tenha sido, um amor.
Um dos personagens mais complexos do livro, é a Sonia. Ela tem sérios problemas de auto estima, de família e de como se vê nesse mundo. É uma pessoa que tem muito medo de perder o pouco que conquistou. Acho até que ela é mais complicada que própria Leila.
É estranho o movimento de câmera que temos na leitura. Por que sempre vemos Leila pelos olhos dos outros personagens, dos amigos que ela faz. É como se em cada capítulo estivéssemos em um conto diferente, com pessoas quebradas, que só precisavam encontrar alguém com boa vontade o suficiente para ajuda-los a seguir a diante.
Apesar do livro ser de uma leitura leve, divertida e ter algumas cenas emocionantes, não posso dizer que seja um dos melhores livros que eu já tenha lido. Por mais que eu tenha passado bons momentos em sua companhia, não posso dizer que a leitura é profunda ou que o enredo seja super intrincado. Porque não é.
E foi justamente a simplicidade em tudo, que me cativou em Perdidos por aí. Esse livro tem um humor leve e mesmo nas cenas mais intensas encontramos um estado de espírito suave, que imagino que se deva ao autor do livro.
Leitura indicada para quem deseja passar o tempo com uma história de carga emocional suave, mas que não deixa de passar sua mensagem, afinal.
Vida longa e próspera!
Até a próxima folks!
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