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Os Cuidados que Um Busreader Deve Ter!

em 14 de março de 2016

Boa tarde, galerinha!



Semana passada eu escrevi uma matéria meio cômica sobre as situações que um Busreader passa em suas aventuras. Mas agora eu vou falar de coisa séria! Poucas pessoas se atentam a maneira da qual lê seu precioso livro no ônibus e isso, minhas crianças, pode trazer sérios problemas a saúde e causar até acidentes!
E essa não é uma matéria baseada numa estatística distante, me baseei em situações reais que eu mesma passei e ouvi relatos de pessoas próximas que se identificaram com o ocorrido. Até a última matéria escrita eu não fazia idéia desse fato, é algo útil, informativo e importante de ser levado adiante.

Bem...sem mais redundâncias, vamos direto ao ponto! E não, não estou falando daquele mito bobinho que ler em ônibus descola a retina! Haha’

Você, Busreader , por um acaso você já sentiu tontura, vertigem ou um pouco de enjôo sem motivo aparente após uma agradável e relaxante leitura? Pois bem, a leitura pode ter sido gratificante para sua imaginação, mas para seu cérebro pode ter sido mais ou menos assim:



O motivo do qual seu cérebro estar quase querendo sair pelo seu nariz é que, a ação de ler em um ônibus leva duas informações conflitantes ao sistema nervoso de seus miolos. Em uma visão central, quando está com seus olhos diretamente concentrados no texto à sua frente, você envia a informação que está parado, lendo.  



Porém a visão periférica capta a informação de que está em movimento, mandando os respectivos sinais. "Isso gera uma confusão entre o cérebro e a visão que pode causar um mal-estar", explica Paulo Mello Filho, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.  Mas isso não tem qualquer relação com o descolamento da retina.
Os especialistas aconselham apenas fechar a cortininha dos ônibus, porém eu acho que eles não usam o transporte público, pois vocês sabem muito bem que não há cortininha nenhuma para ser fechada e, mesmo que tivesse, como conseguiríamos ler com a falta da luz natural? Pois é Srs. Especialistas, o transporte público não tem luzinhas também. Haha’ 
É realmente uma situação difícil de ser evitada, mas é bom saber o porquê que isso acontece. Não é nada grave, mas é bem desconfortável, digo por experiência própria. Geralmente quem usa óculos com armações mais “fechadas” nas laterais, não costuma ter esse problema, pois a própria armação impossibilita de ter uma visão periférica completa e concreta, fazendo com que o cérebro interprete somente a visão central.



É uma informação útil e que merece ser levada adiante, não é pessoal? Eu mesma já fiquei igual barata tonta quando me levantei do meu assento, mas logo passa quando desço do busão e ando alguns metros. Agora que já sabe, que tal compartilhar com os colegas?

E por hoje é só galerinha! Até a próxima! 

5 Situações que os Busreaders Entendem!

em 7 de março de 2016


Boa tarde, meus barateiros!

Pois é...muitos leitores acabam passando por situações engraçadíssimas para conseguir ler nos lugares mais “impossíveis”! Uma das poucas vezes do dia em que está parado, como por exemplo no ônibus, os viciados logo pensam: “Eu podia aproveitar esse tempo para ler!”, e lá vão eles com suas acrobacias, contorcionismo e muito controle das mãos para ler em pé, sentado, deitado, espremido e até de ponta cabeça se precisar!

No último mês, minhas crianças, fiz um treinamento intensivo de leitura “radical” pelas ruas de São Paulo. Então, com base em minha recente experiência nas leituras em ônibus, resolvi reunir 5 situações que nós entendemos bem!

01.   Raiva do motorista ou de quem fez a rua de paralelepípedo.


Vocês está lá...em uma parte crucial da história em que estão sendo reveladas informações importantíssimas das quais você esperou o livro todo e tem que prestar muita, muita e muita atenção para entende e, assim que o ônibus vira em uma curva, você descobre da pior maneira que a rua é feita dos odiados “PARALELEPÍPEDOS”! Mas você espera ele passar por essa rua para depois dar continuidade na história? NÃO!
Você quer ir contra as forças da natureza, física e sei lá mais o que ! E quanto mais chacoalha mais você gruda o focinho no livro tentando adivinhar o que diabos está lendo, mas se já não bastasse a agonia de não conseguir ler na hora em que mais PRECISA , no fim da rua quando começa a aceitar que não vai entender nada até o bendito ônibus sair daquela estrada infernal, você pragueja e começa a criar um sentimento secreto de raiva para com o motorista.
Mas...recuperando o fôlego um pouco, a razão volta para sua cachola e você percebe que não é culpa dele afinal...É CULPA DE QUEM TEVE A BRILHANTE IDEIA DE FAZER UMA RUA DE PARALELE-DO CARAMBA! ¬¬’


02.   Se esquecer que está em um ônibus

Você está tão envolvida emocionalmente com determinada passagem ou acontecimento que você se esquece onde está. Simples assim. Um belíssimo exemplo foi quando estava lendo um livro (muito bom por sinal) e uma personagem que eu adoro estava andando com o grupo e simplesmente... morre atingida por um raio na cabeça.  Eu juro que lí aquele parágrafo umas 10 vezes para ter certeza do que havia ocorrido.E de tão triste e desamparada que fiquei, fiz o maior bicão e comecei a chorar enquanto lia pela 11° vez.
Depois de ter confirmado mentalmente que minha personagem havia partido ao meio  pra sempre, olhei para o lado com um bicão horroroso e foi aí que percebi a estranheza do senhor sentado e....que eu estava em um ônibus! 


03.   Surfar

Esse é simples, num preciso nem explicar pra vocês entenderem como é essa situação. Você, leitor teimoso e crente que pode vencer as ruas de São Paulo, resolve ler em pé com uma mão no livro e outra segurando a mochila ou algum “cano”, em um busão abarrotado de gente. Mas querendo ou não, você vai se entortar mais do que vara verde pra manter o equilíbrio e o foco na leitura. Dores no braço, leitura desordenada e possíveis páginas amassadas são consequência desse surf.  
O que costuma acontecer muito é você perder o equilíbrio, se apoiar em algum outro “cano” do busão com as costas da mão em que está segurando o livro e ainda querer ler enquanto isso ocorre. Claro que não dá muito certo, né? Bagunça todos os parágrafos e você passa mais tempo tentando retomar de onde parou do que se tivesse esperado se segurar antes de voltar a ler! Haha’
Mas fazer o que, não é? Queremos aproveitar qualquer momento que seja para ler, no nosso dia dia o tempo é curto e o que custa dar uma surfada para conseguir aproveitar alguns parágrafos?


04.   Curiosidade mortal!


Algumas pessoas têm o hábito de reorganizar bolsas, mochilas, pochetes e o que for quando chega o final de semana. E acontece também de colocarmos tudo na bolsa, sairmos confiantes, sentarmos no busão e lembrar que esqueceu do livro! Okay, pegamos o fone ou simplesmente passamos a viagem olhando para fora da janela. Justo nesse dia encontramos outro Busreader entretido em seu mundinho. Perdido no livro do qual não sabemos qual é! Porque? Porque ele lê com a capa escondida ou com um protetor! E você, que gostaria de estar perdida em outro mundo também, olha a cada 2 minutos para o “ser” na esperança de conseguir ao menos ver a cor da capa e fica supondo qual seria o gênero de acordo com o estilo da pessoa.
Não dá, você não consegue saber e tem que fazer uma escolha: continuar supondo e se morder de curiosidade, chegar no indivíduo e perguntar ou tentar dar uma de discreto(a) e olhar a capa de baixo para cima. Falando assim, “dar uma de discreto(a)” parece fácil, mas não é! A chance de fracassar e o Busreader olhar para você com cara de “Eu sei o que está tentando fazer!” é de 90%, e você sabe disso. Que escolha faz? Claro que vai tentar olhar,  vai ser descoberto e depois do constrangimento nem vai lembrar do nome que viu. Hehe’



05.   Passar do ponto

Dispensa explicações, não é? Inúmeras pessoas já passaram por isso, a sensação de pânico ao olhar em volta e perceber algo de errado é bem marcante, então isso não costuma se repetir! Haha’
Eu ainda não tive essa experiência pois sempre desço no ponto final, mas já aconteceu de eu quase ser esquecida dentro do busão e ele quase partir de volta pra casa. Com base nisso, acredito que eu seria o tipo de pessoa que se perderia na cidade na companhia de um livro. Hehe’




Então é isso! Gostaram? Passaram por mais alguma situação da qual eu não citei? Conte para a gente nos comentários!
Até a próxima, pessoal!

Promessas de Ano Novo: Metas Literárias!

em 1 de janeiro de 2016

Saudações, povo baratal!

Hoje já é quase ano novo, as expectativas e as promessas estão em alta e só pensamos em fazer diferente e reparar tudo. No meio disso, temos leitores que elaboram as famosas Metas Literárias, essas "metas literárias" consistem em uma grade de programação para o ano, visando atingir uma determinada quantidade de livros para se ler ao longo dos 12 meses.
Reuni algumas dicas e exemplos para que vocês possam elaborar uma meta bem bonita e cumpri-la! Pois é... Todo leitor já fez uma e lamentou no final por não ter lido nem metade do planejado. Para que isso não ocorra de novo, fique ligado na lista abaixo!

01.   Seja Sensato!

Este é o primeiro passo, ser sensato e realista. De que adianta fazer uma lista de 200 livros se você já sabe que não vai conseguir ler todos? É muito melhor fazer uma lista de 20 livros que poderá ler do que uma que não lerá nem metade, não acham? Afinal, ao longo do ano você desviará desta lista, pois ganhará mais livros, outros serão lançados e você  vai querer ter tempo para aproveitá-los sem assassinar o seu cronograma. Portanto, deixe esse espacinho livre em sua meta.



02.   Priorize os que já têm!

Não tente me enganar! Você com certeza deve ter pelo menos uns 5 livros na lista de espera em sua estante do qual está enrolando para ler. Então, porque não começar com eles? É uma ótima pedida para se começar uma meta e já esvaziar sua lista de pendentes, conte também com a possibilidade de você não conseguir adquirir os livros que pretende. Começar lendo os que já têm lhe dá tempo para economizar e manter sua meta seguindo leve, livre e feliz!




03.   Meta não é obrigação!

O título já diz tudo, você pode fazer sua lista e determinar a ordem de leitura OU optar por deixar a escolha livre (eu acho muito melhor essa opção), até porque a leitura pode se tornar chata se não corresponder ao momento que está vivendo, por isso não se obrigue a ler nada. Mesmo que opte por determinar uma ordem de leitura, se permita desviar um pouco se quiser. Uma meta é para ser uma atividade divertida, não se esqueça disso! 



04.   Respeite seus gostos!

Pode muito bem acontecer de você começar um livro e simplesmente detestá-lo. Esta dica se relaciona com a anterior, uma meta não é uma obrigação. Se ocorrer de não gostar de um livro, abandone a leitura, uai! Há muitos outros livros esperando para serem abertos e vasculhados por nossos olhinhos certeiros, dê uma chance a eles. E não, você não se desviará da meta, afinal você tentou, apenas irá substituir por outro e nada impede de retomar essa leitura em outro momento.



05.   Don’t you cry!

Caso não consiga ler todos os que gostaria para 2016, não chore criança! Você terá 2017, 2018, 2019...Não desanime! O importante é ler, quando chegar ao final do ano  e perceber que não atingiu o resultado que queria, não se preocupe. Afinal você já atingiu a melhor meta de todas: Você leu, se divertiu, se emocionou, viajou com os autores, fez desses livros parte de sua história, coloriu seus dias chuvosos e acalmou seu coração nos momentos mais difíceis e isso, minha criança, é o mais satisfatório.

Tenham todos um feliz ano novo e até a próxima galerinha! 






Saia de sua Zona de Conforto Literária!

em 17 de dezembro de 2015



Olá, senhoras e senhores! Sejam bem vindos a mais uma matéria baratal!


                Essa semana eu trouxe um assunto que vai cutucar as nádegas preguiçosas de alguns leitores encostadinhos. Existe um grande número de pessoas que buscam incessantemente livros que lhes intriguem, dizem que buscam por qualquer coisa e de qualquer lugar, desde que seja inovador. Então, ao sugerirmos algo que ele não costuma ler, ouvimos : “Aaaah...mas eu não gosto de romance”, “Mas eu não gosto de histórias muito longas...”. Se eu ganhasse um real a cada desculpa, estaria escrevendo essa matéria em Dubai.

                Assim não dá, gente. E a esmagadora maioria leu apenas um romance na vida, por exemplo. Eu não sou santa, confesso que nessa brincadeira eu me daria uns reais também, pois antes de finalmente sair de minha zona de conforto, dizia que detestava romances. Mas num belo dia, pode ter sido obra dos Deuses ou de alguma formação astrológica, mas...eu resolvi ler um romance. E puxa vida! Que livro fantástico! Passei muito tempo crucificando o tema por conta de um que não havia me agradado, me privando de ter lido talvez obras fantásticas ou até mesmo de ter conhecido outros gêneros, editoras e autores ilustres.
 A cada livro rejeitado por mero preconceito, não é apenas uma porta fechada. Atrás dessa que fechou sempre há um corredor recheado de muitas outras passagens, que infelizmente você se recusou a conferir. Ao menos dê uma espiadinha, só em uma frestinha... Não vai doer nada, prometo!



                Cada livro é um livro, a categoria não define o quão bom ou ruim ele será. Um mesmo autor pode escrever dois livros com o mesmo tema, mas eles terão histórias diferentes. Se você já leu vários romances e eles não te interessam muito, é outra situação. Afinal você tentou várias histórias, porém o tema não lhe agrada. Você saiu de sua zona de conforto literária, explorou e separou aquilo que mais lhe apetece. Mas mesmo assim, se dê a oportunidade de tentar algo inovador, mesmo que carregue um gênero que você não tenha muita afinidade, pode ser tanto aquele romance “diferente” que sua irmã recomendou ou um livro qualquer em um sebo de sua cidade. Estou colocando como exemplo o tema romântico, mas isso se aplica a todos os tipos de preconceitos literários, desde a capa e cor de página até ao gênero e autor.
                Uma dica boa para você que quer mesmo achar algo novo e inusitado é, além de se permitir sair da sua zona de conforto, é procurar uma resenha do livro na internet. Com certeza achará algo que lhe interesse onde menos espera, pode apostar nisso! Só foi depois que me permitir ir além do que eu acreditava conhecer, que me deparei com várias obras maravilhosas, do mesmo gênero e de outros também! 


É um corredor, como eu disse. Que leva a varias outras portas, nos guiando e mais e mais corredores. Afinal, ser um leitor é como acordar em um labirinto no jardim ao pôr do sol, com caminhos diversos e iluminados pelo conhecimento, cheio de adrenalina, coberto de possibilidades e sem saída. Uma vez leitor, sempre leitor.
Se ainda não se convenceu de que deve mesmo sair da casinha, aqui vai um belo motivo: Porque não? Ler sempre é divertido e nunca é perda de tempo, mesmo que não goste, contará como experiência e conhecimento. Ouse, tente e arisque!


E é isso aí pessoal, não se esqueça de expressar sua opinião nos comentários e compartilhar a matéria com aquele seu amiguinho preguiçoso...Hahaha!

Até a próxima!

Super Poderes de um Leitor

em 4 de dezembro de 2015

Saudações, caros Leitores!


Ah, mas que palavra mais sublime: “Leitores”! Não acham? Palavra tão poderosa, designativa e abrangente, e além de tudo agrupa pessoas incríveis que fazem de um mero de bloco de papel, uma lição de vida, um conselho, um gesto caridoso e recheado de compaixão com o próximo e a si mesmo. 
Leitores são capazes de tornar toda e qualquer obra em uma ferramenta de autoconhecimento, são fortes o suficiente para reprogramar padrões de pensamentos após uma frase ou parágrafo. Sou capaz de considerar essas pessoas como super humanas! E como todo “super”, possui seus poderes. Mas... Quais seriam eles?


Identifique abaixo os super poderes que talvez, você Leitor, não tenha notado ainda. Há muitos outros, esse é apenas uma perspectiva humilde de uma admiradora dessa arte, que é ler mais do que o escrito, ir além da história contada, ver além da personagem. Enxergar as entrelinhas como pontos cruciais e temperar quaisquer passagens, tornando-as pontes únicas para o mundo fantástico. Um mundo onde somente aqueles que se entregam totalmente ás mãos do autor(a), podem chegar.


Bem...sem mais delongas, vamos á lista de super poderes?! :D

Intangibilidade

Sim, à partir do momento em que você se senta em um ônibus, metrô, fundo da sala da faculdade ou seja lá onde esteja, se está lendo um livro com afinco, muito dificilmente alguém vai te incomodar caso não seja um assunto inadiável. Alguns possuem esse super poder muito forte e ninguém ousa ao menos tocá-lo em seu glorioso momento. Eu mesmo notei que algumas pessoas ensaiam alguns minutos antes de criar coragem e chamá-lo, e ainda sim o individuo assume uma postura de defesa, caso venha a receber algum tipo de agressão do Leitor (Haha’).
É como se houvesse uma força invisível que emana de nós que grita “PERIGO, NÃO INCOMODE!”.  Alguém além de mim já deve ter reparado nisso! Ou não...?


Metamorfose

Você pode até não reparar, mas o Leitor se transforma. Seja isso aparente ou não, externo ou interno, em noventa por cento das vezes algo significante muda nele. Pode ser uma nova perspectiva, uma nova expressão, talvez uma nova mania ou paranóia, mas ele é alguém novo a cada leitura.
O Leitor absorve suas experiências literárias em uma velocidade incrível e de tal maneira que sempre algo lhe acrescenta, mesmo quando se depara com um “livro ruim” consegue tirar dele, no mínimo, mais sobre o que ele não gosta e já parte a procura de um novo tipo de gênero, alterando sua perspectiva novamente.
 Esse é um super poder incrível, não concordam? Imaginem-se com um problema qualquer (ou um dos grandes), e se tiverem o conhecimento certo, basta encontrar o livro certo e você já terá tudo o que precisa para enfrentá-lo sem grandes dificuldades, apenas se moldando para tal feito. Não é incrível?


Dar vida aos objetos

            Isso mesmo! Há Leitores que dão vida a objetos cujo significado encontraram em um livro.
E  além de dar vida a eles, passa a enxergá-los em todos os cantos onde podem interpretar algo, como desenho de azulejo, pinturas descascadas e até nas nuvens! Há aqueles que colecionam miniaturas desses símbolos e eles se tornam ícones nessa comunidade de leitores, viram anéis, colares, capas de caderno e muito mais! Para eu mesma, depois de ler “O Guia dos Mochileiros das Galáxias”, toalhas nunca mais foram toalhas.


Teletransporte

Quando bem conectados aos seus livros, podem viajar no espaço e até no tempo para quaisquer lugares do qual estejam lendo. Voam para outras dimensões, para o futuro, para a época medieval, para a França, Nova Iorque, Japão ou África. Não há barreiras para os Leitores quando o assunto é voar no enredo. Todos almejam nos dias de hoje poder desligar-se totalmente e partir em instantes para qualquer outro lugar.
E acreditem, os leitores podem. São tão bons nisso que são capazes de se teletransportar para lugares que nunca sequer imaginavam que existiam, e nunca um Leitor se encontrará no mesmo universo que outro. Apesar de vários lerem o mesmo livro, cada um viaja para um lugar diferente. Maravilhoso isso, não? Ele mesmo idealiza seu universo e, sem demora, “zupt” está nele!


Super Visão

Em um ônibus lotado, há alguém no fundo lendo, repousando suavemente os olhos na leitura e o livro em seu colo. Uma pessoa comum não consegue identificar qual livro ele está carregando, um Leitor sim. Mesmo que ele tenha que fazer uma manobra arriscada com sua coluna (Hehe’), ele consegue. É um hábito e um poder comum entre os leitores, até parece caso de vida ou morte, uma competição com seu próprio ego se  “conseguirá ver aquela capa”.
 Meio complexo, não é? Não viu nada! Alguns até analisam o tipo de folha, sua cor, tamanho de fonte, memorizam as cores que conseguiram identificar na capa para procurar mais tarde na internet, se arriscam a ler com o cidadão e até a cheirar o livro alheio! E não, eu nunca fiz isso, juro!




Esses são só alguns dos principais poderes,se vocês conhecem mais alguns, não deixem de compartilhar nos comentários! Assim eu poderei, futuramente, escrever sobre eles. Vamos lá, queridos Leitores, não se acanhem!

Espero que tenham gostado e até a próxima! 

Como terminar AQUELE livro chato?

em 16 de outubro de 2015

Olá, barateiros e barateiras!

Aqui estou eu, titia Jeni, com mais uma matéria quentinha para vocês! Como vocês já devem ter percebido eu adoro cuidar da vida dos outros dar dicas para os leitores, sempre ressalto que não existe apenas um tipo de leitor, não há uma missão, iniciação ou uma coruja voando pela sua janela que trará uma carta dizendo que tornaste um leitor. Se você lê e gosta disso, já é um de nós! \o/
Há, claro, aqueles que lêem com mais afinco, outros que só quando o computador está na manutenção, tem os que preferem os clássicos, e aqueles que gostam dos atuais. Não existe uma exigência para que seja considerado um leitor, como dito anteriormente. Então, crianças, ignorem aqueles comentários do tipo: “Como você nunca leu esse livro? Que tipo de leitor você é?”.
E mesmo os leitores com anos de experiência encontram barreiras na hora de terminar um livro, às vezes pode ser um livro da faculdade, o qual é obrigado a ler, uma indicação de um amigo ou apenas uma meta pessoal, não importa. Você quer terminá-lo e eu mostrarei como terminar aquele livro chato!


01.  Divida as páginas
Não, gente! Larguem a tesoura, não é para cortar as páginas! O que eu quis dizer é, divida o número de páginas do livro com a meta de dias em que pretende terminar. Exemplo: O livro tem 200 páginas e quer terminar em 20 dias. Dividindo, você terá que ler 10 páginas por dia. Não parece tão pesado, não é mesmo?

Estabeleça metas de acordo com sua necessidade e vontade, dessa forma terminará logo e em poucas páginas por dia, facilitando bastante também para os nossos leitores “atarefadinhos”. 




02.  Áudiobooks
Áudiobooks, para quem ainda não conhece, são livros em formato de áudio. Haverá uma voz reproduzindo o livro inteiro para você, é uma ótima forma de conseguir terminar o livro. Alguns têm dificuldade de se concentrar, mesmo sentando-se na cadeira mais confortável, no ambiente mais silencioso e aconchegante. Talvez ouvir alguém contando a história para você, fará você se concentrar melhor.

Parece muito divertido caminhar até o trabalho, ir às compras ou até mesmo lavar a louça, ouvindo o livro. Uma história contada é bem tentador, não é? Procure desligar-se de TVs,músicas ou quaisquer tipos de distrações, pois poderá se dispersar facilmente com o ambiente externo. Tanto o livro físico quanto o em mp3, precisará de um pouquinho de concentração, amiguinhos.




03.  Pesquise
Mesmo você tentando de verdade, por vários motivos, a leitura está sendo extremamente entediante. Pode ser por você não entender nada sobre o assunto do livro, conter palavras muito difíceis, frases longas e complicadas que fazem você se perder na metade ou até mesmo pode ter um tema fabuloso, porém o desenvolver dele é muito mal feito.
Por isso, pesquise o resumo ou a sinopse na internet, o tema do qual não entende, o espaço tempo no qual se passa a história, o nome dos personagens, pesquise algo que lhe chame a atenção o suficiente para que faça valer à pena o esforço de terminar aquele livro. Algo com certeza lhe despertará o interesse.
“Ah, titia Jeni, mas assim eu perco o pouco da vontade de ler o livro se eu souber o que vai acontecer nele!”

Bem...pra começo de conversa, se houvesse mesmo uma vontade de ler significativa, você já o teria terminado, mesmo que na “sofrência”. É uma dica para que encontre uma motivação, afinal. 




04.  Tática especial da titia Jeni!
Essa sempre funcionou para mim! Esse método foi passado de minha tia, para minha irmã e cá estou eu compartilhando essa receita valiosa para a família do Barato. Por quê? Porque vocês são lindos, só por isso. Haha’
Agora é sério, sabe aqueles filmes estranhos que começam mostrando algo do final, do passado ou alguma informação totalmente aleatória e confusa?Daí você passa o filme todo tentando de tudo para interligar os fatos. Então, o que a titia Jeni faz é simples: Ela lê as últimas três páginas do livro, é o suficiente para você captar algumas informações. Você irá então passar o livro todo tentando adivinhar como as informações chegam ao final!
Não precisa necessariamente ser as três últimas páginas, mas eu aconselho que seja, pois nas últimas você com certeza terá boas informações, afinal é o desfecho de todo o enredo. Eu considero uma boa motivação tentar encaixar tudo, pelo menos para mim. Eu fico doidinha e em cóleras tentando adivinhar e, até mesmo o livro mais redundante e monótono, torna-se um desafio.
Esse é a dica de ouro da Jeni, aproveitem bem, viu? :) 



Então é isso, pessoal!
Desejo a vocês muita motivação e força para que terminem AQUELES livros chatos!
E vocês? Possuem também uma carta na manga? Apressem-se e dividam conosco. Comentem o que acharam de minhas dicas aqui no blog e não se esqueçam de compartilhar suas experiências!


Até a próxima!



Por que eu gosto é de livros!

em 27 de agosto de 2015

Por Jeniffer Alba


Desde o inicio dos tempos, estamos evoluindo e indo cada vez mais fundo no mar tecnológico. Tão fundo que tem se tornado mais prático iluminar nossos caminhos nesse oceano com as telinhas de nossos celulares, tablets, etc. Porém há aqueles que não abrem mão dos velhos tempos, preservando costumes e identidade cultural.
Confesso que sou um pouco conservadora quando a matéria é livro, afinal eu fui apresentada ao Caminho das Letras com mangás, HQ’s e livros. O ato de acariciar a capa, sentir sua textura e cheiro antes de iniciar uma leitura ansiosa fizeram parte de minha formação. Aprendi a ler com todos esses sentimentos ao segurar essas maravilhas.
Por esse motivo não me permiti experimentar a leitura em um dispositivo móvel. Até tentei, mas não consegui passar de dois parágrafos sem me distrair com Whatsapp ou Facebook. Haha’
Em minha defesa, Barateiros, vou listar abaixo os principais motivos que me impediram de seguir com uma leitura em meu celular. Vamos lá?








Round 01 – Praticidade

Quem um dia irá dizer (que não existe razão das coisas feitas pelo coração) que o livro não é pratico? Mesmo que, dependendo do tamanho, acabam pesando e fazendo toda a diferença na nossa “bagagem” ao final do dia e o transporte deles gerar em folhas amassadas se feito sem os devidos cuidados (que eu ensinei nesse post), você pode tirá-lo da bolsa, mochila, bolso e ler em qualquer lugar ou hora. Além de dar um charme, se é que vocês me entendem... ;)
Um universo completamente mágico e distante da nossa dura realidade em apenas um “bloco” de papel decorado (ou não) na capa, tem algo mais prático do que isso?





Round 02 – Vida útil

Quando falamos de livros, cuidando bem dele, seu tempo de vida útil pode ser de anos e anos. Eu, titia Jeni, tenho livros de 26 anos de idade, por exemplo. Porém, por mais que você cuide, acidentes acontecem, como por exemplo, pegar uma chuva com seu amigo na mochila, deixar cair comida na correria no horário de almoço ou emprestar para seu amigo que infelizmente tem um cachorro papa-livros.
Mesmo assim molhar, rasgar ou manchar não torna o livro inútil, existem inúmeras maneiras de recuperá-lo, só tornará a situação irreversível se você atear fogo no livro, aí não há muito o que possamos fazer por ele (embora seja muito difícil queimar um livro por inteiro por acidente). Se eu fosse ler pelo celular e qualquer situação parecida com essa acontecesse a ele, eu não teria mais um telefone.



Round 03 – Conforto

O livro é super confortável de se ler, sentir o cheiro de suas páginas, folhear e apreciar as obras de arte que algumas capas são. Podem ser usados para decorar as prateleiras de quartos e salas de forma divertida e muito estilosa. Tem algo mais aconchegante do que um prateleira bem arrumada com capas de várias cores e tamanhos? Temos a vantagem de emprestá-los também, sem precisar entregar nosso celular ou tablet.
E outra, dar livros de presente é um elogio!Escrever um recadinho nas primeiras páginas dele para depois entregá-lo é quase como uma tradição entre os leitores.  Só quem ama mesmo sabe o valor emocional que tem cada livro, recadinho e marca página .





Enfim, são esses os motivos que me fazem preferir um livro a ler no celular. Acho super bacana quem utiliza dos dois meios para desfrutar do lazer ou tornar mais fácil seu cotidiano. Afinal, o importante é o conteúdo, seja lá onde e como você o adquire.

Gostaram do post? Então comentem suas preferências abaixo!

E lembrem-se, pequenos gafanhotos: Um leitor é um leitor, independentemente de como e quanto ele lê. O que faz de alguém um leitor é a absorção dos ensinamentos e perspectivas presentes entre as palavras, parágrafos e linhas puladas, seja em um livro físico ou não.














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