em 2 de março de 2023


 



em 16 de março de 2022






 

E viveram felizes para sempre

em 23 de abril de 2021


Autor: Julia Quinn

Editora: Arqueiro 

Gênero: Ficção Histórica, Romance

Série: Os Bridgertons Vol. 9

Páginas: 320


Após oito volumes, Julia Quinn volta a família Bridgerton a pedido dos fãs para mostrar mais um pouco de cada personagem.

Neste volume vemos 8 contos inéditos sobre os pares tão amados que aprendemos a conhecer nos livros da série, assim como cada conto é iniciado por um depoimento de Julia sobre o que achava que faltava mostrar sobre cada história.

Nesta coleção que agora vira série na Netflix, somos apresentados a família Bridgerton onde a mãe Violet tem o sonho de casar todos os oito filhos na alta sociedade.


A cada livro somos apresentados há um filho: Daphne (O Duque e Eu), Anthony ( O Visconde que me amava), Benedict (Um perfeito cavaleiro), Colin (Os segredos de Colin Bridgerton), Eloise (Para Sir Phillip, com amor), Francesca ( O Conde Enfeitiçado), Gregory ( Um Beijo Inesquecível ) e Hyacinty ( A caminho do Altar ).

Após conhecermos todos e seus pares, acabamos nos apaixonando por um ou outro casal, Pessoalmente meus preferidos são Anthony e Kate, Colin e Penélope e Eloise e Phillip.

Os contos são muito divertidos por revisitarmos o dia de casal após anos de casamento. Afinal todos os livros acabam com um epilogo de futuro, mas sempre ficamos com o gostinho de quero mais. E Julia Quinn sabe encantar o leitor magistralmente.

Esse livro é indicado a todos que gostaram da série de livros. A seguir confiram o trailer da primeira temporada da série que é a adaptação do primeiro livro O Duque e Eu


Quadrinhos da minha estante #14

em 20 de abril de 2021

 

kombi 95

Autor: Thiago Ossostortos

Editora: Astral Cultural | Selo: Plot!

Gênero: Quadrinhos, Ficção

Páginas: 128

Hoje vou falar de um quadrinho que me causou um estranhamento inicial, mas que depois me trouxe uma grata surpresa e sensação de viagem no tempo para a década de 90.  Kombi 95 conta a aventura de um grupo de amigos da grande São Paulo na década de 90. O recorte da história deles se passa no exato ano de 95, quando surgiu um rumor/boato (versão analógica das fake news) de que homens vestidos de palhaço andavam de kombi branca e sequestravam crianças para vender seus órgãos. Como essa notícia se espalhou por tabloides e foi contada mil vezes,  numa época pré internet, ainda não sabemos. Mas fato é que a kombi dos palhaços se tornou praticamente uma lenda urbana.

E é num misto de lembranças próprias e muita referência pop dos anos 90, que Thiago Ossostortos nos trouxe um quadrinho autoral, cheio de cores e nostalgia. Então simbora para a resenha? Simbora.

Em Kombi 95, encontramos com Foguinho, Gelinho, Umbigo e Lumbriga na periferia de SP. Sim, são esses os apelidos dos adolescentes que resolvem montar um grupo de defensores depois do sumiço de um dos garotos da vizinhança. Claro que esse lance de defensores ia dar ruim, né? Ao longo da história, os garotos descobrem quem nem tudo é o que parece ser.

Parte do estranhamento que comentei no começo desse post se deve ao tempo que levei para me adaptar à narrativa. Mas quando entendi o que estava acontecendo, acabei fluindo com os personagens. Demorei um pouco a me acostumar com o bombardeio de referências, que acabou fazendo com que o cenário e a própria época se tornassem, praticamente, personagens junto com os garotos, o que considero uma característica positiva do quadrinho.


O fechamento da história vem tranquila e sem alarde (exceto por um acidente bem triste com um dos personagens periféricos). E a resolução do desaparecimento do garoto é revelada somente para o leitor, e ficamos com a interrogação sobre que tipo de conclusão o grupo de amigos chegou.

Pelo teor de violência e desventuras desse quadrinho, a idade de leitura para ele é de +16. Muito embora acho que somente quem passou pela infância e adolescência nessa época é que vai viajar na leitura.

Vou ficando por aqui e...

até a próxima folks! 

Dia Nacional do Livro Infantil

em 15 de abril de 2021

ilustras adaptadas do freepick

No dia 18 de abril, comemoramos o dia nacional do livro infantil. Essa data foi escolhida por ser o aniversário de Monteiro Lobato, criador do Sítio do Picapau amarelo, uma das obras infantis brasileiras mais conhecidas e aclamadas. Maaaaaaas nesse post, não vou falar do Monteiro nem do Sítio. Verdade seja dita, temos muito material bacana e mais atual para crianças, e por isso, resolvi trazer alguns títulos para celebrarmos essa data! Simbora?




Escolha o seu dragão, da Rosana Rios já apareceu como dica de leitura aqui do blog,  e sempre que me pedem uma indicação de livro infantil ele é o primeiro que surge na cabeça. narra as aventuras de três primos com idades entre 8 e 10 anos descobrindo sobre as lendas e mundos dos dragões. São apresentadas três lendas: o dragão de São Jorge, o dragão chinês e a história da grande cobra d’água que vive nos rios do Brasil e por tanto, seria o nosso tipo de dragão nacional. 

As ilustrações feitas com xilogravura são um show a parte! Fazendo uma pesquisinha básica para esse post, descobri que o livro Escolha o seu dragão foi selecionado para o catálogo da Fundação  Nacional  de  Livro  Infantil e para representar o Brasil na Feira de Bologna, na Itália, em 2012. Chique, né?


Os quatro dragões de Lúcia Lemos conta a história de Quatro Dragões que se unem para ajudar uma
população esquecida por seus deuses e passando por uma terrível seca. Adaptado de uma antiga lenda chinesa, o livro integrou aquarela e pintura digital. Foi publicado em
 2019, pela editora PenDragon sob o selo infantil, o "Dragõeszinhos". O livro tem 48 páginas coloridas e é a coisa mais mimosa que já vi! Inclusive, comprei esse livro ainda na pré venda, para presentear a minha sobrinha Sophia. Ela amou e eu, mais ainda!

lindo de viver, né?


Artur e os medos, de Felipe Campos, um livro de tirinhas cujo protagonista é o garotinho Artur,  que tem a capacidade de falar com os seus medos, que aparecem na forma de  monstros. A tira fala sobre como lidamos com nossos monstros interiores, frustrações, tristeza, raiva e outros sentimentos que nos colocam para baixo, mas com muito humor e uma pequena dose de drama. E tem dois volumes!


Tirinha do segundo volume ;)

O interruptor debaixo da escada de Janaina Tokitaka Miya tem 10 anos e acabou de se mudar para uma casa antiga em algum bairro de SP. Ela é bagunceira e não entende metade da mania de arrumação e limpeza de seus pais. Explorando seus novos domínios, Miya descobre que os antigos moradores da casa deixaram muitas coisas para trás, como se tivessem ido embora muito rápido. E um mistério fantástico começa a se abrir diante dos olhos da garota, envolvendo a casa, um video game velho e um interruptor debaixo da escada.

A princípio, pensei que fosse alguma adaptação gringa, mas qual não foi a minha surpresa ao perceber que “O interruptor em baixo da escada” é uma produção nacional super charmosa e instigante. Definitivamente, eu não tenho maturidade para ver um livro charmoso assim, cheio de ilustrações e com uma história bacana, e não me agarrar nele com unhas braços , dedos e dentes!


Indicação bônus: Sei que estamos falando do Dia Nacional do livro infantil, mas não resisti incluir nessa lista, os volumes 1 e 2 dos livros ilustrados de os "Pequenos Perpétuos" escritos e ilustrados por Jill Thompson. Coisa mais fofa! Para saber sobre esses livros-quadrinhos basta clicar aqui!



Todos os livros indicados nesse post eu li depois de adulta e a maior parte deles tem alguma resenha ou dica de leitura aqui no blog. Eu comecei a ler aos cinco anos de idade e apesar de ter me mantido no mundo dos livros desde então, não consigo lembrar de alguma obra que tenha marcado a minha infância. Eu cresci lendo de tudo e nunca deixei os livros infantis de lado. Em parte porque eu simplesmente adoro livros assim e em parte porque acredito que a gente nunca está velho demais para se divertir com uma boa leitura, mesma que ela seja para crianças.

E você, tem algum livro que marcou sua a infância? Comenta aqui que vou adorar saber!


Série de TV: Yellowstone

em 9 de abril de 2021

 

Embora seja uma série ainda não tão popular aqui no Brasil, talvez por não ter uma grande divulgação. No entanto é uma das melhores séries dos últimos anos com enredo surpreendente e que tem prende a cada passo.

Yellowstone acompanha a vida da família Dutton no rancho em Montana. O patriarca John Dutton (Kevin Costner ) tem que constantemente proteger as terras de seus rivais que querem tomá-las dele.

 Isso porque o Rancho Yellowstone, antes parte das terras indígenas. Agora, parte da família Dutton há 100 anos. É também um ponto estratégico para diversos empreendimentos que querem ganhar dinheiro com expansões na região como hotéis, resorts e aeroportos.

Cada membro da família possui uma personalidade única e antes que perceba você estará viciado nos conflitos e amando e odiando os personagens.

Kayce, Jamie, John e Beth Dutton.


A esposa de John morreu há muitos anos e ele criou sozinho os filhos:

Beth (Kelly Reilly) A única filha CEO financeira, é quem John chama quando tem que resolver problemas de forma sagaz;

Jamie (Wes Bentley), advogado que cuida de toda a parte jurídica da família e também o que mais se indispõe com os demais;

Kayce (Luke Grimes), ex-fuzileiro em busca de fugir do pai e da família, se casou com uma índia da reserva e vive a margem mas sempre perto para ser chamado quando os problemas começam (cá entre nós, ele é o mais chato).

Tem também o Rip Wheeler (Cole Hauser), braço direito na fazenda e leal ao Dutton, também tem um romance mal resolvido com Beth. 

A série bateu recorde de audiência da Paramount na sua estreia nos Estados Unidos com cerca de 2,8 milhões de espectadores em sua estreia e atualmente já está indo para a quarta temporada. 

Pode ser vista pelo Prime Vídeo, Paramount Plus ou NOW da Claro.

Quadrinhos da minha estante #13

em 8 de abril de 2021


Autor: Jill Thompson
Quadrinhos
128 páginas
Editora Panini Books
Vertigo
Os pequenos Perpétuos


Depois de falar do volume 2 dessa série dos Pequenos Perpétuos, estou aqui para falar do primeiro volume! Afinal, eu sou dessas, não é mesmo? Leio as coisas de trás para frente, do meio para o fim, mas no final o que conta é o quanto eu me diverti e o quanto vale apena vir aqui depois contar os causos todos. Né? Né.

Pois muito que bem, Os Pequenos Perpétuos são livros ilustrados super fofos (a Panini os publicou por aqui há uns doze anos)! Mas que acabaram entrando como dica aqui no Quadrinhos da minha estante, porque está catalogado como quadrinho. Só que na verdade, na verdaaaaade, se trata um livro escrito e ilustrado pela Jill Thompson uma ilustradora incrível e que já trabalhou com vários outros artistas, como Neil Gaiman (Vidas Breves), Grant Morrison (The Invisibles), Will Pfeifer (Finals, 1999) entre outros! Eu andei stalkeando  acompanhando o instagram da artista e ela é muito fofa!

Bom, depois dessas digressões todas, simbora falar desse quadrinho-livro-ilustrado?

Este volume dos Pequenos Perpétuos conta a história do pet Barnabás, um doguinho muito fofo, responsável pela segurança de Delirium. Bom, ele acaba se perdendo dela e tem que passar maus bocados para reencontrar sua amiga, se aventurando nos reinos dos irmãos dela.

imagem: Mundo HQ

Barnabás é fofo, ingênuo, corajoso e leal. E mesmo sabendo que se trata de uma história infantil e que tudo vai acabar bem, a gente fica torcendo pelo doguinho! Engraçacdo como numa história dos Pequenos Perpétuos o protagonista não é nenhum deles e sim, um cachorro!  É ele quem a gente acompanha, por quem a gente torce e com quem dividimos a alegria do final da jornada.

As ilustrações são lindas, divertidas e coloridas, um mimo para os olhos e meu eu que adora coisas fofinhas simplesmente não consegue largar esse quadrinho-livro-ilustrado. 

O projeto gráfico segue o padrão de capa dura da Panini, e a impressão colorida no couché (que também é padrão) deixa tudo mais brilhante. Para onde quer que a gente olhe, tem um presentinho para os olhos: ora um charminho na ficha catalográfica, outro charminho na folha de guarda... e aí a gente se vê envolvido da capa a contra-capa com essa pincelada de fofura e bom humor.

Leitura super indicada para quem não tem preconceito com histórias infantis, ou de revisitar personagens consagrados em versões bebês. E para quem adora ilustrações fo-fi-nhaaaas!

Vou ficando por aqui e... até a próxima folks!

Lançamento em breve: Noturno

em 31 de março de 2021


O lado oculto da alma está para ser revelado em breve pela Lura Editorial em sua nova antologia Noturno.

Sobre a Antologia

 O ano é 1985. Estados Unidos.

É noite de Halloween e os habitantes daquela pequena cidade de interior procuram um pouco de diversão com o parque itinerante, que estava lotado especialmente naquele dia.

O cheiro de pipoca e algodão-doce e os sons dos brinquedos se misturam aos gritos e risos de todos aqueles reunidos em torno de toda aquela diversão, e você se aproxima de uma tenda cigana. O tecido listrado atrai o olhar. Você não se lembra de ter reparado naquela tenda ali antes.

Então, você repara no homem que chama quem passa do lado de fora. Um cigano alto, esbelto, de cabelos bem negros e longos, presos por uma bandana. As roupas muito coloridas parecem combinar de forma incomum em meio às cores e brilhos do parque, mas sua lábia não passa despercebida.

"Aproximem-se! Aproximem-se, senhoras e senhores!

Não é uma noite absurdamente esplêndida?

Os astros, vejam os astros! A posição das estrelas, dos planetas, o que elas dizem sobre você?

Madame Gris sabe tudo!

Você ainda tem dúvidas?

Madame Gris sabe o Passado.

Madame Gris sabe o Presente.

Madame Gris sabe o Futuro!

Não necessariamente nesta mesma ordem, não necessariamente do jeito que vocês esperam, mas acima de tudo: Madame Gris não mente.

Venham meus amigos, se aproximem da tenda! Deixem que Madame Gris toque o fundo de suas almas...

Mas o pagamento... o pagamento é adiantado."



Sobre a Organizadora: 

Ler é sua paixão desde criança, e desde muito jovem, J.C.Gray era apaixonada por fantasia graças à C.S. Lewis e J.R.R. Tolkien.

A grande parte dos seus livros envolve fantasia, tal como "Inimigos Mortais", um dos livros mais vendidos da Bienal do Livro no Rio, e juntamente com com autores de renome, foi selecionada para ter seu conto publicado na antologia "O Lado Sombrio do Sítio", organizado por Felipe S. Mendes, ao lado do best-seller André Vianco, mestre do terror nacional.

Em 2019, a convite da Lura Editorial foi responsável pela antologia Abyssal - terror nas profundezas. Neste ano, assume a curadoria da nossa nova antologia Noturno.

J.C.Gray, será sua guia nesta escuridão... cuidado... não desperte o poder da Madame Gris...

Fonte: encurtador.com.br/istKR

Quadrinhos da minha estante #12

em 30 de março de 2021

 


Hoje eu trouxe um quadrinho que estava na minha estante há, pelo menos, uns quatro anos. Bom, eu o trouxe comigo da bienal do Rio 2017, estamos em 2021... é, bem por aí mesmo. Sim, eu compro um monte de livros e quadrinhos e acabo lendo meses, às vezes, anos depois. E nem por isso as leituras ficam menos interessantes ou datadas. Como no caso do quadrinho de hoje que eu amei e pensei: "nossa, como não li isso antes?"


Em Peek a Boo - A masmorra dos Coalas nós conhecemos uma garotinha chamada Mambay, a gatinha Cassandra e Apolônio, um garoto que tem alergia a sol  e é... peixatariano. Ah, e não posso deixar de citar o Bruce. Ele é um morcego mil e uma utilidades super incrível.


Peek a Boo - A Masmorra dos Coalas


Autor: Psonha

Editora: Astral Cultural | Selo: Plot!

Gênero: Quadrinhos, Ficção, aventura, infanto juvenil

Páginas: 128

A história começa com Mambay sendo obrigada por seus pais a acampar. Ela e sua gatinha são inseparáveis, por tanto, as duas embarcam na viagem com os pais desnaturados. Chegando lá, eles conseguem perder a Mambay, que se embrenha na floresta e encontra uma casa na árvore. Eis que, na calada da noite, durante uma tempestade pavorosa, surge na casa da árvore, Apolônio e seu morcego, Bruce. Não, eles não queriam jantar a Mambay — é que aquela era a casa deles mesmo.

O garoto se compromete a acompanhar Mambay de volta ao acampamento, tão logo a chuva acabe. Só que as coisas não são tão simples assim, né? E é bem aqui que uma aventura muito maluca, cheia de cores e elementos inesperados começa. 

Os personagens são super carismáticos e temos ótimos diálogos. Enquanto Mambay é reclamona, não tem papas na lingua e admite ser uma chatonilda de carteirinha, Apolônio é educado e cortês e não entende bem por que, a despeito de todas as malcriações que tem ouvido desde que conheceu aquela garota, ainda está disposto a ajudá-la.

Esse é o primeiro trabalho que conheço, da ilustradora Psonha. As cores me encantaram e amei o estilo
Apolônio, Mambay e Pafúncio

de desenho dela, que, na falta de eu conhecer um nome melhor, vou chamar de "cartum  autoral". O enredo é divertido e leve (tem alguns trocadilhos em referência a cultura pop pré anos 2000), mas mantém uma pegada aventuresca e de transformação em certa medida da protagonista. Afinal, uma garota da cidade e que vive uma aventura maluca assim em uma floresta sem wi-fi nem papel higiênico, não pode dizer que voltou para casa da mesma maneira que saiu, né?

Os diálogos ficaram a cargo de Thiago Ossostortos, (já li Kombi 95 dele e pretendo falar desse quadrinho também em breve) e são um show a parte. Por falar em show, eu adorei os nomes dos personagens, não só dos protagonistas e seus pets, como os nomes de outros personagens, como o garoto Pafúncio e seu chapéu napoleônico e da Raposa pet. Sério a Raposa Pet é um espetáculo e a página dupla em que podemos vê-la por inteiro é a coisa mais "iti malia, que cuti-cuti me-tira-daqui-se-não-eu-vou-apertar-ela".

O projeto gráfico tá absoluto de lindo, capa dura, miolo colorido em couché, e tem um padrão de estampas muito lindinhos nas folhas de guarda, um mimo que dá vontade sim de deixar na estante embelezando a vista.

Leitura super bem humorada e indicada para quem quer uma aventura leve e com elementos que até podem passar por non sense, mas que na verdade, fazem todo o sentido no universo criado pela Psonha.


Vou ficando por aqui e... até a próxima, folks!

Dica de série de TV: Familiar Wife

em 18 de março de 2021


 

Cha Joo Hyuk ( Ji Sung) é casado com Seo Wo Jin (Han Ji-min), infelizmente as coisas não vão bem no seu casamento. Enquanto ele corre para trabalhar no banco, sempre que retorna para casa sua esposa está brava e reclamando por falta de ajuda para cuidar dos filhos e da limpeza.

Cha Joo sente-se acuado e sem esperanças, sem conseguir ter tempo para si mesmo e procurando um refúgio após os dias estressantes, ele fica cada vez mais assustado com o gênio da esposa. Não reconhecendo mais aquela por quem se apaixonou. 

Um dia ele reencontra Hye Won (Kang Han-Na), uma colega de faculdade por quem ele estava apaixonado antes de conhecer Seo Woo Jin. Esse reencontro faz ele começar a pensar como seria sua vida se tivesse feito outras escolhas e não se casado. 

Então algo inesperado acontece, um dia ao passar por um pedágio misterioso, ele se vê transportado para o passado. Agora ele tem a oportunidade de fazer novas escolhas e ter um novo destino.

Para onde foi Seo Wo Jin na vida nova de Cha Joo Hiuk?


Ele fica surpreso ao acordar no futuro ao lado de outra pessoa que não é sua esposa e uma vida totalmente nova, mas será que está nova vida é realmente tudo aquilo que ele desejava? Ou os problemas apenas estão diferentes?

Essa é a trama de Familiar Wife, drama coreano da TvN disponível completo na Netflix e no Viki (com o nome de Esposa Familiar) em 16 episódios de 65 minutos cada. A série tem a dose certa de romance, comédia e mistério e vai prender a sua atenção nos episódios até o final. Se você procura uma série para relaxar e se divertir nestes tempos de pandemia, Familiar Wife é a certa para você. 


Projeto: Raposas e Gatos - contos orientais

em 12 de março de 2021

Raposas estão presentes no imaginário das fábulas desde os contos de La Fontaine, mas no oriente elas também aparecem em seus contos. Normalmente associamos a sua criatura a astúcia para enganar os humanos. Nos contos do oriente, muitas vezes se vê os animais como raposas adquirirem aspectos humanos como parte de sua magia.
Os gatos não ficam atrás nas histórias sobre transmorfos, eles também se encontram entre os animais mais famosos por seus poderes de transformação na cultura oriental.

Ambos esses animais ou criaturas, são temas dos dois livros da Labora Livros em edições especiais em papel pólen com capa colorida (frente e verso) e finalizado com encadernação artesanal (encadernação japonesa).
O livro Raposas, contos fantásticos orientais traz 18 contos entre ainus, coreanos, chineses, japoneses e um vietnamita, sendo a maior parte deles inéditos no Brasil, com destaque para os contos Tamamo No MaeHuang Jiulang, o nono filho e Venha e Durma, contos que datam entre o século VIII e XVIII. 
Já o livro Gatos, contos fantásticos orientais traz 18 contos entre japoneses, chineses,  ainu, coreano e taiwanês. 
Ambos os projetos estão a venda na Loja da Labora Livros (https://editora.laboralivros.com/loja/).
Editora Urso (que é a irmã mais velha da Editora BuruRu) é uma empresa incubada pela Laboralivros, que oferece seus recursos de serviços editoriais para que nossas publicações se tornem realidade! A Editora Urso tem como proposta a publicação e divulgação de trabalhos voltados às áreas artísticas e demais ramificações das ciências humanas. Dentro desse espectro, realizamos publicações de traduções, poesia, ensaios, teses e dissertações com propostas culturais e estéticas a fim de auxiliar na divulgação destes trabalhos.

Sonata em Punk Rock

em 18 de fevereiro de 2021


 

Autor: Babi Dewet

Editora: Gutenberg

Gênero: Ficção, Escolar, Romance

Série: Cidade da Música Vol 1

Páginas: 300


Valentina Gontcharov consegue o que sempre sonhou: ser aceita na renomada escola de música Academia Margareth Vilela, o conservatório mais famoso do país.  Agora ela podia fazer parte da famosa Cidade da Música onde o campus se localizava e realizar seus sonhos de ser musicista de verdade.


 O fato dela ser uma roqueira entrando na aula de música clássica para aprender piano é um mero detalhe que ela pretende superar rapidamente. Até conhecer Kim, o jovem mais promissor, popular e cobiçado do colégio. O jovem coreano é bem arrogante e ambos se antipatizam de inicio mas claro que depois isso se torna um romance.


Valentina, também chamada de Tim tem vários conflitos durante a trama. Como por exemplo, para estudar na Academia ela precisou aceitar a indicação de seu pai que é um famoso músico mas, abandonou sua mãe quando Tim era uma criança. 


Também tem o fato de sentir-se inadequada ao padrão mais clássico e meio "patrícinho" da escola nova. Como roqueira ela não se veste ou usa cabelos e roupas no padrão geral e sempre tem a sensação de não estar se encaixando ali.


Se você estiver passando pela fase de colegial e faculdade talvez se identifique bastante com a situação da protagonista e seu drama de adequação. O livro tem uma pegada leve e divertida com uma linguagem fácil que não deixa dificuldades para levarmos adiante a trama.
Para quem curte uma comédia romântica escolar leve e divertida, este livro é uma boa pedida.



A Justiça Chama

em 12 de fevereiro de 2021

 



Autor: Annie Bellet

Editora: Avec

Gênero: Ficção, Aventura, Sobrenatural

Série: A Magia em Jogo Volume 1

Páginas: 120

Jade é uma feiticeira que tem vivido pacatamente escondida na cidade de Wylde em Idaho. Ela tem sua loja que funciona de dia e após fechar recebe seus amigos para jogar RPG (role playing game).


Embora jovem e bonita, ela não se envolve em nenhum romance. Isso também se deve ao fato de haver um feiticeiro que a persegue e jurou a matar e tomar seus poderes comendo seu coração.

Embora seus amigos rpgístas também não sejam humanos, isso a faz ser muito cautelosa sobre sua identidade. Até que mortes misteriosas acontecem e um executor vêm a cidade.


Alek, ele é o juiz e assassino daqueles que abusam da lei sobrenatural e começa a suspeitar que Jade além de não ser o que aparenta, pode ser a criminosa que ele procura.

Agora cabe a protagonista limpar seu nome, encontrar o culpado, não se apaixonar pelo carrasco e não ser encontrada pelo seu rival. 

Um livro eletrizante com magia e suspense que vai prender todos que amam rpg e livros de criaturas fantásticas como vampiros, lobisomens e bruxas. Um super lançamento da Editora Avec. 

A autora Annie Bellet é gamer e nerd, além de escritora e este primeiro volume já é best seller no USA Today.

A Caminho do Altar

em 5 de fevereiro de 2021



Autor: Julia Quinn

Editora: Arqueiro 

Gênero: Ficção Histórica, Romance

Série: Os Bridgertons Vol. 8

Páginas: 320

O jovem Gregory Bridgerton sonha em encontrar o amor verdadeiro e se casar, assim como seus sete irmãos antes dele.  Ao conhecer a bela Hermione Watson, ele pensa finalmente ter conhecido a jovem que fará seu coração bater para sempre. 


O que ele não contava é que Hermione já está apaixonada por outro homem, agora Gregory deve convence-la a desistir dessa ideia e se dar conta do homem maravilhoso que ela está perdendo, além de espantar os demais pretendentes da moça.


Hermione tem uma melhor amiga, a jovem Lucy que quer que a amiga desista do relacionamento impossível que deseja e está mais do que disposta a uni-la com o agradável Sr Bridgerton. 


Conforme os dias vão passando Gregory passa a se sentir mais a vontade e feliz com a lingua afiada da jovem companheira de seu plano.


No entanto, a jovem Lucy já está prometida e sabe que naõ se casará por amor e apenas por respeito e lealdade. 


O livro começa com a cena do fim do livro: Gregory entrando na Igreja no meio de um casamento para impedi-lo.


Para saber quem é a bela noiva que o jovem ama, você deve ler: A caminho do Altar.


Este é o oitavo volume da série de Julia Quinn que agora está sendo adaptada para a Netflix. No entanto levará muito tempo para vermos o jovem Gregory nessa empreitada então para quem gostou da primeira temporada, ler este e os demais livros da série é altamente recomendado e divertido.





Dica de Filmes: Estrelas Além do Tempo

em 29 de janeiro de 2021


Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monaé) são três amigas negras que trabalham para a NASA em 1961. 

Os Estados Unidos estão na Guerra Fria contra a União Soviética e em uma corrida para lançarem seus foguetes a frente dos rivais. 

O grupo de funcionárias negras trabalha em um prédio separado do principal. Quando Katherine é contratada para outro pavimento, ela é obrigada a correr até o outro prédio para usar o banheiro para negros. Porque não existe um em seu prédio.  Esse é só um exemplo de várias situações que as protagonistas precisam enfrentar para lidar com o preconceito local e serem reconhecidas pelo seu trabalho.

As atrizes e as mulheres que inspiraram o filme. 

Katherine é a protagonista principal, desde pequena era muito boa em matemática e trabalha agora com a equipe que está tentando fazer John Glenn (Glen Powell) ser o primeiro homem no espaço. 

O filme é baseado em fatos reais e as três conseguiram seu destaque e ampliar a diversidade racial e de sexo dentro da NASA. É uma narrativa inspiradora para todos que assistirem. Pipoca garantida e uma boa sessão.


Favoritos 2020!

em 26 de janeiro de 2021

 

Ano novo, lista nova! Josy e eu, as barateiras de plantão, nos unimos para o tradicional post de melhores leitura do ano. 2020 não foi fácil e justamente por isso, a leitura foi ainda mais importante para quietar o coração e dar um respiro para a mente, né? Né!

Lembrando que não é um ranking de primeiro, segundo ou terceiro lugares, são apenas os livros do ano que mais gostamos, ok? Para acessar as resenhas de cada livro da lista basta clicar no título e ser feliz!

Então, senhoras e senhores, sem mais delongas, melhores leituras 2020 está no ar!

Top 3 - Dany Fernandez


Atlas Ageográfico de Lugares Imaginados de Ana Cristina Rodrigues

Clio acorda sem memória no deserto. Ela não caminha muito até encontrar Íbis, um homem-morcego em busca de redenção, e uma estátua animada de metal, o Rei-Máquina fugitivo da cidade de lata e louco. Ah, Clio também encontra um cavalo misterioso e juntos, o quarteto improvável parte sem rumo pelo deserto, em busca de respostas para perguntas que eles vão formular pelo caminho.

A narrativa de Atlas é onírica. Cada capítulo tem um misto de sonho, de memória perdida e reencontrada. E ao longo desses capítulos, cuja história se passa durante três dias, vamos conhecendo os caminhos que levaram cada um dos protagonistas ao Deserto Sem Nome. Uma leitura que me deixou extasiada e brincou com a minha imaginação! 


Para onde vão os suicidas? de Felipe Saraiça

Em “Para onde vão os suicidas?” Conhecemos o coração de Angelina, uma garota que, antes de se despedir de vez da vida, precisa cumprir uma missão: salvar outros suicidas de si mesmos.

O livro começa nos apresentando a protagonista e de imediato percebemos uma narrativa intimista, delicada e profunda. Conhecemos os seus motivos para cometer suicídio, sua dor silenciosa e a consciência de que somente por fim à própria vida lhe traria paz. Uma leitura suave, delicada e profunda, que ganhou um espacinho no meu coração e nesse top leituras! 


Anjo na gaiola  de Walter Tierno

Impedir o fim do mundo já é uma tarefa inimaginável de tão difícil. Imagine então ter que escolher entre salvar o mundo e matar seu pai, ou deixar seu pai viver, mas deixar que o mundo acabe. Dá um nó na cabeça de pensar, né? Agora pensa em tudo isso de novo com a cabeça que você tinha aos quinze anos.

Essa foi, sem dúvida, a leituras mais incrivel de 2020: a narrativa de Anjo na Gaiola começa de maneira simples, quase pacata. Vai apresentando a protagonista e o seu mundo, sua rotina, seus medos e inseguranças. Sua solidão. E quando percebemos, estamos tão envolvidos com o drama da Menina, que suas dores se tornam nossas através de capítulos curtos e precisos.

Taí um livro que me fisgou por eu ter uma quedinha por histórias de fim de mundo, mas que me cativou por ter uma profundidade que eu não esperava e isso foi incrível.


Top 3 - Josy Santos




O Trono de Vidro de Sarah J. Mass

Primeiro volume da série apresenta a condenada Celaena que é recrutada para participar de uma disputa e se tornar a campeã do rei em troca da liberdade. Mas, quando começam a assassinar os outros competidores ela passa a ser uma das próximas vítimas se não descobrir quem é o assassino.












Kate tenta ter uma vida normal após os acontecimentos traumáticos, mas a iminente liberdade de seu sobrinho sob a tutela da sua mãe dispara um alarme interno nela. 
Ele terá mesmo mudado ou apenas fingiu ser um bom garoto para estar em liberdade e ameaça-la novamente e a sua família?
Envolvente e eletrizante do início ao fim. E que fim! Recomendadissimo.


É um tanto similar ao trono de vidro e quem leu vai gostar. Katsa é uma graceling com Dom de Luta que precisa lutar a favor do Rei em missões. 
Ao conhecer outra Graceling lutador como ela, acaba por descobrir novos fatos que vão a fazer se questionar se está certa de como usa seu dom e o que é a verdade escondida no reino.










E esse foi o nosso top 3 2020! E você, qual foi o seu? Já leu ou leria um dos livros dessa lista?

Vamos ficando por aqui e até a próxima!


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