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8 Personagens femininas marcantes!

em 18 de março de 2020

Vivian Carter em Moxie

Dia 08 de Março é o dia Internacional da Mulher. Mas como todo dia é dia de lembrar da importância desta data, nós, as barateiras aqui do blog, resolvemos falar de 8 personagens femininas que mais nos marcaram nessa looooonga estrada de leitoras e leituras!

Quando sentamos para fazer essa lista, lembramos de várias personagens ao mesmo tempo, sejam de filmes, quadrinhos ou livros! Desde Ripley de Alien, Rose e River Song, da série Doctor Who, até a Morte, a irmã mais antiga dos sete Perpétuos dos Quadrinhos Sandman. São muitas, muitas personagens marcantes mesmo!  Mas para essa lista, escolhemos personagens de livros. Vamos lá?


Kaori - Da Série Kaori É uma vampira Japonesa com cara de menina mas um espírito muito, muito antigo. Ela é misteriosa e indomável e passa por muitas aventuras ao lado do seu amigo Takezo e dos amantes que ela vai colecionando ao longo do caminho. Uma das coisas que mais marcam na personagem é a sua capacidade de se lapidar ao longo das suas centenas de anos e ainda que não seja mais humana há muito tempo, ela não perdeu a capacidade de amar.

Clio - De Atlas Ageográfico de Lugares Imaginados, é  uma revolucionária exilada da cidade de Biblos. Clio é inteligente, destemida e, até certo ponto, inconsequente. Essa personagem tem um senso de justiça muito forte e faz o que acha certo, seguindo o seu coração, não importando o que precise abrir mão para isso.


Bianca de Lua das Fadas
Bianca - Protagonista da trilogia Lua das Fadas, Bianca é uma adolescente impulsiva, sensível e leal aos amigos. Tão leal que quando sua amiga é raptada para outra dimensão, ela dá um jeito de ir até o mundo das fadas resgatá-la. Uma das coisas mais marcantes na Bianca é estar sempre disposta aprender, e mesmo quando sua teimosia lhe deixa meio tapada, ela consegue reconhecer um bom conselho. Uma personagem de coração leve e destemido, daquelas que a gente guarda com carinho para a vida toda!

Alys - Da Trilogia Alys, é uma garota que nunca saiu de casa e um dia descobre que há um mundo inteiro além de suas janelas. E descobre que esse mundo tem uma grande transformação para passar e que ela é a chave para isso. Alys é marcante por desenvolver a coragem de acreditar em si mesma ao longo de suas aventuras. Sabe aquela frase "e se der medo vai com medo mesmo?" Pois é, ela me lembra bem essa personagem, que não importa o que aconteça, sempre consegue dar mais um passo, e outro e outro... até chegar lá!

Vivian Carter- Em Moxie, vemos como a realidade da escola de Vivian é um microcosmo de problemas da sociedade e alguns preconceitos com relação as mulheres. No livro também vemos como ela resolve revolucionar através de um zine e questionar as normas atuais.


Feyre de Corte de Névoa e Fúria
Stephanie Plum - Dona da série de livros homônima publicada aqui no Brasil pela Editora Rocco. Ela se torna uma caçadora de recompensas e passa por diversas situações para capturar criminosos de forma cômica. Aqui ela já aparece na resenha de Um dinheiro nada fácil e em breve na sequência Duas Vidas por um Fio. 

Kate Dywer - A jovem escritora começa a pesquisar sobre um serial killer e acaba por se tornar protagonista de um novo psicopata. Inteligente, intrigante, corajosa na medida certa é a protagonista de Eu Vejo Kate. 

Feyre - No primeiro volume de Corte de Espinhos e Rosas, ela se revela corajosa e disposta a se sacrificar para salvar aqueles a seu redor. Em Corte de Névoa e Fúria, nem tudo é o que parece mas nossa heroína mostra porque é a protagonista dando a volta por cima e nos fazendo torcer mais uma vez.


Essas são as nossas personagens femininas mais marcantes! E você, tem alguma personagem feminina favorita, que te inspira? Conta que queremos saber tudo!

Vamos ficando por aqui e...
Até a próxima!

Maratona: O Melhor do Crime Nacional Dia #03

em 7 de agosto de 2019

 Ep 03: O Retalhador




“Bang bang, eu atirei em você 
Bang bang, você caí no chão / Bang bang, aquele som horrível
Bang bang, eu costumava te decepcionar”
Bang Bang (My Baby Shot Me Down) - Nancy Sinatra



Mulheres e sua crueldade, são tanto protagonistas como autoras de (histórias sobre) crimes hediondos, então, não é atoa que o sangue escorre pelas palavras das autoras selecionadas para esse antologia, e não seria diferente com a escritora Debora Gimenes, que divide conosco um pouco sobre seu processo criativo do conto O Retalhador.

"Quando eu vi o edital da luva sobre O Melhor do Crime Nacional eu pensei: — Eu preciso entrar para essa antologia, ela foi feita para mim. — Daí até eu ter a ideia para o meu conto foram alguns dias.

Eu gosto muito de assuntos ligados a psicopatas, amo finais drásticos, plot twists, e principalmente criar cidades fictícias, quase todos os meus contos e textos se passam em lugares que não existem, me sinto mais livre para descrever um lugar que está apenas na minha mente, então peguei todos esses elementos, mais alguns do meu dia a dia, coloquei minha playlist composta de Imagine Dragons, U2, David Bowie, Épica, Queen e muitos outros, e criei o conto.
Li, reli, estiquei um cadinho aqui, cortei um pouquinho ali, mandei para a revisão (eu sempre mando meus textos para outra pessoa revisar, no caso do Retalhador foi a lindinha da Sílvia Andreotti) e depois para a submissão da Luva.
Eu tinha esperanças de ser selecionada, pois realmente amei a história, mas não acreditava muito, pois sabia que estaria concorrendo com uma galera forte, mais de 100 contos e apenas 15 foram selecionados.
Foi uma agradável surpresa ouvir meu nome na live que o Tito fez. Fiquei muito feliz e soltei fogos imaginários, quase perdi a hora na manicure de tanta felicidade que estava. (Risadas bobas).
Uma curiosidade sobre meus personagens: todos os principais, sendo eles mocinhos ou bandidos têm um opala na garagem. Isso se deve ao fato de que meu marido é opaleiro e há mais de vinte anos temos um diplomata preto 1988 (nosso morcegão); ou eles têm um Fiat 147 verde, outro carro que fez parte da nossa vida, por nove anos apenas. (cara de saudade do sherekinho).
Foi assim que o Retalhador foi criado, espero que os leitores de O Melhor do Crime Nacional gostem do meu conto tanto ou mais do que eu. Afinal cada texto é um filho para o autor que o escreveu."

 Trechinho do conto da Debora:

São sete horas da manhã, e o sol brilha em mais um lindo dia de outono. Bom dia meus ouvintes sou Rodrigo Vanilla e esse é o seu Bom dia Guarassuara.”

Maxell herdara o opala preto do pai há dez anos. Mandara reformá-lo, instalou um kit de som de primeira linha e vez ou outra deixava o Tucson na garagem a fim de ir trabalhar com o dinossauro, apelido carinhoso que a esposa Danielle havia dado ao carro.

Guarassuara era um município vizinho a São Paulo, ficava no extremo leste da metrópole e estava entre as cidades mais perigosas do Estado. Todos os dias, exceto aos fins de semanas e feriados, o jovem operário saía de seu bairro cedo e dirigia até a cidade de Guarulhos, o trajeto normalmente levava menos de uma hora, mas aquele dia o trânsito estava particularmente terrível.

— Temos notícias do crime cometido essa madrugada Cristiane Passarinho? – Aquela notícia estava sendo repetida desde o raiar do dia.

— Bom dia, Rodrigo. Bom dia, Guarassuarenses. Foi um crime terrível meus amigos, um jovem de vinte anos foi brutalmente atacado e morto no ponto de ônibus próximo à Universidade Estadual de Guarassuara. Segundo a polícia, a vítima foi retalhada por uma navalha, estilete ou bisturi, antes de ter a garganta cortada.”

Gostou? Para apoiar o projeto no catarse e garantir que esse livro ganhe vida acesse:https://www.catarse.me/crimenacional

Música e diversidade são temas do terceiro volume de Fantásticas.

em 6 de agosto de 2019


Gothic metal, industrial metal, soul music, balé clássico, uma balada da Jovem Guarda, concertos sinfônicos e até mesmo o som de um realejo. A riqueza sonora de todos os tempos inspirou os contos de FANTÁSTICAS Contos de música & fantasia protagonizados por mulheres.


Mantendo a tradição de um volume por ano, FANTÁSTICAS Contos de música & fantasiaprotagonizados por mulheres, (Giz Editorial), chega em agosto para consolidar o sucesso de uma experiência que começou em 2017, unindo oficina, workshop e vivência literária.

Desta vez, o tema é MÚSICA. Conduzidos pelos escritores, editores e mentores da oficina FOME DE LETRAS, Giulia Moon (Kaori, Flores mortais) e Walter Tierno (Cira e o velho, Anardeus), oito escritores debruçaram-se nos mais diversos estilos musicais durante 4 meses de conversas, risadas, sustos e algumas lágrimas. Viveram, observaram e participaram do nascimento da coletânea, desde a primeira ideia até a última página do livro finalizado. Rock, soul, valsa, sinfonia – as mais diversas vertentes da música invadiram o mundo das letras, inspirando contos fantásticos de romance, humor, suspense e horror. E, como é tradição no Fantásticas, as mulheres assumem o protagonismo das histórias e são as heroínas da vez.

O lançamento de FANTÁSTICAS Contos de música & fantasiaprotagonizados por mulheres será em São Paulo, no dia 24/08, das 13h30 até 17h00, na Biblioteca Viriato Corrêa. O evento contará com sessão de autógrafos, bate-papo com a participação dos autores às 15h00, e sorteios de muitos prêmios.

“FANTÁSTICAS Contos de música& fantasia protagonizados por mulheres”
Giz editorial, 2019
128 páginas
Autores: Amanda Jordão, Carol Heksai, Cristina Vieira, Daniela Prado, Ellen Monteiro, Hellen Sabo, Rainner Leehmann, Vera Pereira. Organização:Giulia Moon e Walter Tierno.

Lançamento
Dia: 24/08/2019
Horário: das 13h00 às 17h00.
Local: Biblioteca Viriato Corrêa
Rua Sena Madureira, 298 - Vila Mariana - São Paulo/SP
Como chegar: https://goo.gl/7ikDdQ 

Nós do Barato estamos trabalhando na produção do evento desse lançamento e estamos super felizes  de ver mais um volume desse projeto! 

Maratona: O Melhor do Crime Nacional Dia #02

em 5 de agosto de 2019


Ep. 02: Para Sua Segurança Mantenha-se Atrás da Faixa Amarela



“Todos temos por onde sermos desprezíveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer.”

Fernando Pessoa


No nosso segundo dia de Maratona d’O Melhor do Crime Nacional, que encontra-se em campanha pelo catarse - https://www.catarse.me/crimenacional - vamos trazer um pouco do processo de escrita do conto Para Sua Segurança, Mantenha-se Atrás da Faixa Amarela, da escritora Julia do Passo Ramalho.

“A premissa do conto Para Sua Segurança Mantenha-se Atrás da Faixa Amarela, já rondava há algum tempo meu imaginário. Alguns anos atrás, li o que se tornou minha serie literária favorita: A torre Negra. Nos livros, uma das personagens havia sido empurrada na frente de um trem de metrô, tendo perdido as pernas por conta do acidente.

Como não dirijo, faço bastante uso do transporte público. E desde minha infância sempre fui apaixonada pelo metrô. Me encanta caminhar em túneis por baixo da cidade. Mantenho a crença que no metrô estamos em outra dimensão temporal.

Por vezes ao aguardar o embarque, ouvia a famosa chamada: Para sua segurança mantenha-se atrás da faixa amarela. E imediatamente notava meus pés, costumeiramente a frente do limite indicado.

Assim incluir o metrô em uma das minhas histórias me pareceu natural. Como também sou psicóloga, a sociopatia, traço constituinte dos assassinos em série, naturalmente é um assunto que despertava meu interesse.

Ao ver o edital do Melhor do Crime Nacional, ambas as temáticas se juntaram em minha mente. Escrevi o conto em uma sentada. Sem dúvida esse trabalho, foi um dos mais prazerosos que pude escrever.
Espero que gostem de ler o tanto que eu gostei de escrevê-lo.”

Ah. E não paramos por aí. Que tal ficar com ainda mais água na boca e experimentar um pouquinho do conto da Júlia?

“Eu descobri a morte aos dez anos. Foi um porquinho da índia chamado Tito. Eu havia ganhado ele de aniversário, não foi o presente pedido por mim. Eu queria um kit de jovem cientista, com tubos de ensaio, microscópio e até uma pequena variedade de produtos químicos. Ao invés disso, ganhei aquela coisinha irritante e fedida. O pior eram meus pais brigando comigo e me obrigando a limpar e cuidar do bicho asqueroso. Eu não gostava de animais. Eu não gostava das outras crianças, eu nem mesmo gostava dos meus pais. Eu os aturava com um falso carinho e respeito, pois eles me eram necessários e mesmo muito nova tinha consciência disso.

Voltando ao Tito, eu não só desgostava daquele animal. Eu o odiava. Ele me lembrava do presente tão desejado e não ganho, ainda por cima era o motivo de broncas e obrigações aborrecidas. Por isso o matei. Eu reportei aos meus pais do sumiço de Tito, disse isso com lágrimas e soluços milimétricamente ensaiados. Fui até consolada na ocasião de sua falsa fuga. Enquanto minha mãe me abraçava, eu sonhava em contar a verdade. Eu havia afogado o desgraçado na privada.”

Para saber mais sobre o projeto e ter esse livro em mãos, você pode apoiar o projeto no catarse.

Lembrando que, como consta lá no catarse: Durante o edital foram recebidos mais de 100 contos de todo o Brasil. Enredos dos mais distintos nichos e que fariam o leitor caminhar por sua cidade, ou pensar em viagens pelo país, com o olhar inusitado de quem desconfia, ou se lembra, de onde está pisando. 

E, dessa centena de concorrentes, após a curadoria, os organizadores optaram por ampliar as vagas e selecionar 15 autores, além dos convidados e organizadores.

Vamos ajudar esse projeto de Literatura Nacional, que vai dar vida a histórias incríveis de 18 talentosos escritores tupiniquins.

E se quiser conhecer mais o trabalho da Julia, acesse: @juliadopassoramalho no instagram.

Até a próxima, folks!

Maratona: O Melhor do Crime Nacional Dia #01

em 2 de agosto de 2019


Ep. 01: Ópera, uma Pétala de Flor




“Temos a arte para não morrer da verdade.”
Friedrich Nietzsche

Cada dia o interesse por histórias de crime, investigação policial, mistérios e serrial killers, aumenta entre os brasileiros, e podemos imaginar os motivos para nosso recente apego por esse gênero, afinal, a arte é respiro e também espelho de nosso tempo e do que mais vemos em nosso cotidiano. Mas não são apenas as séries e filmes que caíram na nossa graça, a literatura segue cada vez mais venturosa, somando apaixonados por um belo cenário Noir.

Então, não é atoa que a proposta da antologia O Melhor do Crime Nacional, organizada por Tito Prates e o Vitto Graziano (editor da Luva) recebeu mais de 100 contos, tornando árdua e muito prazerosa a tarefa de escolher 15 histórias para formar o time junto ao organizador Tito e aos convidados Wellington Budim e Paula Bajer.

Agora, o projeto encontra-se no Catarse, para que além de um livro incrível, os leitores também recebam mimos que vão de um caderno com couro sintético (com porta esferográfica e 80 folhas pautadas no formato A6), bolachas de chopp bem sanguinárias e até um postal fofo e brincalhão, com inspiração na máfia italiana.

No projeto gráfico, além de uma ficha de escritores digna de uma investigação policial, o livro contará com desenhos para cada conto ao estilo "sin city", onde a ilustradora foi buscar inspiração.

Nós já falamos um pouco desse projeto no post "5 livros para apoiar até setembro!" , e agora temos a honra de participar da maratona de posts com conteúdo exclusivo para os blogs parceiros! A ideia é mergulhar fundo na proposta de " O Melhor do Crime Nacional". 

E para começar, com vocês, o primeiro relato sobre um crime cometido, digo, escrito, onde o escritor Humberto Faria Lima, nos coloca por dentro do processo de escrita de seu conto Ópera  - Uma Pétala de Orquídea:

“Quando falamos de contos, a primeira coisa a surgir é uma ideia e ideias são coisas poderosas.

Você sabe que uma ideia é boa quando algo dentro do seu íntimo vibra e você se pega pensando incessantemente nessa ideia. Logo surgem de maneira desconexa (pelo menos no meu caso), detalhes da história que vão se encaixando até fazer sentido.
Para mim, esses detalhes surgem como cenas de um filme. Literalmente eu vejo tudo que escrevo por mais horrível que seja.
Mas vai além disso.

Não é só a narração crua de algo observado.  Existe todo um trabalho de pesquisa para dar profundidade ao personagem, local e tempo histórico onde ele está inserido.
Meu conto se passa na São Paulo da década de 30, no contexto da República do Café com Leite, então li os principais fatos  que aconteceram no período para compor a história.  Tipos de roupas, veículos, bebidas, cigarros, a maneira como a mulher era tratada, tudo isso entra para enriquecer o conto.

Outra coisa que gosto muito em meus contos é de causar um clímax, onde pretendo   surpreender as pessoas pelo inusitado ou horrível.
Escrever é dançar com as palavras e usar o termo certo no lugar certo de maneira a hipnotizar o leitor, é um jogo de equilíbrio delicado, um xadrez onde você sabe suas peças, mas não conhece as do outro lado.
Escrever é libertador e todo autor quer ser lido."

Trecho do Conto – Ópera, uma Pétala de Orquídea


- Eu não acho adequado uma mulher fazer o tipo de trabalho que deve ser de um homem.
O coronel tirou um maço de cigarros feitos a mão e puxou um, acendendo-o com uma pederneira de prata. Olhou a matrona bem no fundo dos olhos antes de responder.
- Dona Maria Augustina de Cavalcanti, Magdalena é um detetive de capacidades impressionantes. Ela tem um tipo de memória que poucos possuem, grava cada detalhe do que foi visto, chegando a conclusões impressionantes!
Dito isso, ele chamou a moça de cabelo loiro bem cuidado.
- Por favor detetive! Faça uma análise do casal Cavalcanti!
A jovem olhou para os dois por alguns segundos e se voltou para o chefe com um olhar carregado de desespero.
- Posso transmitir minhas impressões apenas ao senhor, coronel Alvares?
Ele foi categórico.
- Não! Fale para que todos ouçam.


Gostou? Para apoiar o projeto no catarse e garantir que esse livro ganhe vida acesse:https://www.catarse.me/crimenacional

Para saber mais sobre o autor, acesse: https://web.facebook.com/humberto.fariadelima

Vou ficando por aqui, e...
Até a próxima, folks!



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