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Os Cuidados que Um Busreader Deve Ter!

em 14 de março de 2016

Boa tarde, galerinha!



Semana passada eu escrevi uma matéria meio cômica sobre as situações que um Busreader passa em suas aventuras. Mas agora eu vou falar de coisa séria! Poucas pessoas se atentam a maneira da qual lê seu precioso livro no ônibus e isso, minhas crianças, pode trazer sérios problemas a saúde e causar até acidentes!
E essa não é uma matéria baseada numa estatística distante, me baseei em situações reais que eu mesma passei e ouvi relatos de pessoas próximas que se identificaram com o ocorrido. Até a última matéria escrita eu não fazia idéia desse fato, é algo útil, informativo e importante de ser levado adiante.

Bem...sem mais redundâncias, vamos direto ao ponto! E não, não estou falando daquele mito bobinho que ler em ônibus descola a retina! Haha’

Você, Busreader , por um acaso você já sentiu tontura, vertigem ou um pouco de enjôo sem motivo aparente após uma agradável e relaxante leitura? Pois bem, a leitura pode ter sido gratificante para sua imaginação, mas para seu cérebro pode ter sido mais ou menos assim:



O motivo do qual seu cérebro estar quase querendo sair pelo seu nariz é que, a ação de ler em um ônibus leva duas informações conflitantes ao sistema nervoso de seus miolos. Em uma visão central, quando está com seus olhos diretamente concentrados no texto à sua frente, você envia a informação que está parado, lendo.  



Porém a visão periférica capta a informação de que está em movimento, mandando os respectivos sinais. "Isso gera uma confusão entre o cérebro e a visão que pode causar um mal-estar", explica Paulo Mello Filho, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.  Mas isso não tem qualquer relação com o descolamento da retina.
Os especialistas aconselham apenas fechar a cortininha dos ônibus, porém eu acho que eles não usam o transporte público, pois vocês sabem muito bem que não há cortininha nenhuma para ser fechada e, mesmo que tivesse, como conseguiríamos ler com a falta da luz natural? Pois é Srs. Especialistas, o transporte público não tem luzinhas também. Haha’ 
É realmente uma situação difícil de ser evitada, mas é bom saber o porquê que isso acontece. Não é nada grave, mas é bem desconfortável, digo por experiência própria. Geralmente quem usa óculos com armações mais “fechadas” nas laterais, não costuma ter esse problema, pois a própria armação impossibilita de ter uma visão periférica completa e concreta, fazendo com que o cérebro interprete somente a visão central.



É uma informação útil e que merece ser levada adiante, não é pessoal? Eu mesma já fiquei igual barata tonta quando me levantei do meu assento, mas logo passa quando desço do busão e ando alguns metros. Agora que já sabe, que tal compartilhar com os colegas?

E por hoje é só galerinha! Até a próxima! 

5 Situações que os Busreaders Entendem!

em 7 de março de 2016


Boa tarde, meus barateiros!

Pois é...muitos leitores acabam passando por situações engraçadíssimas para conseguir ler nos lugares mais “impossíveis”! Uma das poucas vezes do dia em que está parado, como por exemplo no ônibus, os viciados logo pensam: “Eu podia aproveitar esse tempo para ler!”, e lá vão eles com suas acrobacias, contorcionismo e muito controle das mãos para ler em pé, sentado, deitado, espremido e até de ponta cabeça se precisar!

No último mês, minhas crianças, fiz um treinamento intensivo de leitura “radical” pelas ruas de São Paulo. Então, com base em minha recente experiência nas leituras em ônibus, resolvi reunir 5 situações que nós entendemos bem!

01.   Raiva do motorista ou de quem fez a rua de paralelepípedo.


Vocês está lá...em uma parte crucial da história em que estão sendo reveladas informações importantíssimas das quais você esperou o livro todo e tem que prestar muita, muita e muita atenção para entende e, assim que o ônibus vira em uma curva, você descobre da pior maneira que a rua é feita dos odiados “PARALELEPÍPEDOS”! Mas você espera ele passar por essa rua para depois dar continuidade na história? NÃO!
Você quer ir contra as forças da natureza, física e sei lá mais o que ! E quanto mais chacoalha mais você gruda o focinho no livro tentando adivinhar o que diabos está lendo, mas se já não bastasse a agonia de não conseguir ler na hora em que mais PRECISA , no fim da rua quando começa a aceitar que não vai entender nada até o bendito ônibus sair daquela estrada infernal, você pragueja e começa a criar um sentimento secreto de raiva para com o motorista.
Mas...recuperando o fôlego um pouco, a razão volta para sua cachola e você percebe que não é culpa dele afinal...É CULPA DE QUEM TEVE A BRILHANTE IDEIA DE FAZER UMA RUA DE PARALELE-DO CARAMBA! ¬¬’


02.   Se esquecer que está em um ônibus

Você está tão envolvida emocionalmente com determinada passagem ou acontecimento que você se esquece onde está. Simples assim. Um belíssimo exemplo foi quando estava lendo um livro (muito bom por sinal) e uma personagem que eu adoro estava andando com o grupo e simplesmente... morre atingida por um raio na cabeça.  Eu juro que lí aquele parágrafo umas 10 vezes para ter certeza do que havia ocorrido.E de tão triste e desamparada que fiquei, fiz o maior bicão e comecei a chorar enquanto lia pela 11° vez.
Depois de ter confirmado mentalmente que minha personagem havia partido ao meio  pra sempre, olhei para o lado com um bicão horroroso e foi aí que percebi a estranheza do senhor sentado e....que eu estava em um ônibus! 


03.   Surfar

Esse é simples, num preciso nem explicar pra vocês entenderem como é essa situação. Você, leitor teimoso e crente que pode vencer as ruas de São Paulo, resolve ler em pé com uma mão no livro e outra segurando a mochila ou algum “cano”, em um busão abarrotado de gente. Mas querendo ou não, você vai se entortar mais do que vara verde pra manter o equilíbrio e o foco na leitura. Dores no braço, leitura desordenada e possíveis páginas amassadas são consequência desse surf.  
O que costuma acontecer muito é você perder o equilíbrio, se apoiar em algum outro “cano” do busão com as costas da mão em que está segurando o livro e ainda querer ler enquanto isso ocorre. Claro que não dá muito certo, né? Bagunça todos os parágrafos e você passa mais tempo tentando retomar de onde parou do que se tivesse esperado se segurar antes de voltar a ler! Haha’
Mas fazer o que, não é? Queremos aproveitar qualquer momento que seja para ler, no nosso dia dia o tempo é curto e o que custa dar uma surfada para conseguir aproveitar alguns parágrafos?


04.   Curiosidade mortal!


Algumas pessoas têm o hábito de reorganizar bolsas, mochilas, pochetes e o que for quando chega o final de semana. E acontece também de colocarmos tudo na bolsa, sairmos confiantes, sentarmos no busão e lembrar que esqueceu do livro! Okay, pegamos o fone ou simplesmente passamos a viagem olhando para fora da janela. Justo nesse dia encontramos outro Busreader entretido em seu mundinho. Perdido no livro do qual não sabemos qual é! Porque? Porque ele lê com a capa escondida ou com um protetor! E você, que gostaria de estar perdida em outro mundo também, olha a cada 2 minutos para o “ser” na esperança de conseguir ao menos ver a cor da capa e fica supondo qual seria o gênero de acordo com o estilo da pessoa.
Não dá, você não consegue saber e tem que fazer uma escolha: continuar supondo e se morder de curiosidade, chegar no indivíduo e perguntar ou tentar dar uma de discreto(a) e olhar a capa de baixo para cima. Falando assim, “dar uma de discreto(a)” parece fácil, mas não é! A chance de fracassar e o Busreader olhar para você com cara de “Eu sei o que está tentando fazer!” é de 90%, e você sabe disso. Que escolha faz? Claro que vai tentar olhar,  vai ser descoberto e depois do constrangimento nem vai lembrar do nome que viu. Hehe’



05.   Passar do ponto

Dispensa explicações, não é? Inúmeras pessoas já passaram por isso, a sensação de pânico ao olhar em volta e perceber algo de errado é bem marcante, então isso não costuma se repetir! Haha’
Eu ainda não tive essa experiência pois sempre desço no ponto final, mas já aconteceu de eu quase ser esquecida dentro do busão e ele quase partir de volta pra casa. Com base nisso, acredito que eu seria o tipo de pessoa que se perderia na cidade na companhia de um livro. Hehe’




Então é isso! Gostaram? Passaram por mais alguma situação da qual eu não citei? Conte para a gente nos comentários!
Até a próxima, pessoal!

Porque os filmes nos decepcionam tanto?

em 25 de janeiro de 2016


Boa tarde, minhas crianças! 

Não falarei hoje de qualquer filme, minhas caras.  Por diversos motivos os filmes podem decepcionar quaisquer pessoas e o mesmo ser fantástico para outro, porém na esmagadora maioria dos filmes baseados em livros... A decepção é quase certa. Existem várias justificativas para tremenda desgraça que assombra a nós, leitores. Mas para explicar o verdadeiro motivo, vamos primeiro estudar a anatomia de um leitor!

Basicamente e bem resumidamente, um leitor é feito de:

10% sofrimento.

Admita! A vida de leitor é sofrida... É personagem morrendo, finais horrendos de tristes (ou só horrendos mesmo), histórias que massacram nossa sanidade e mastigam nosso pobre coraçãozinho! Tá... dramático demais. Mas somos assim! Dramáticos! Querendo ou não, esses 10% nos ajudam no nosso envolvimento com a personagem e o enredo, nos fazem entender a diferença entre reticências e exclamação em uma fala qualquer... Nos ajudam a entender os sentimentos de nossos amados personagens nesse mar de crueldade que alguns autores os deixam, á míngua e sem lhes dar a chance de aprender a nadar...Snif!


23% bravura!

Sim! Bravura é um item necessário e básico, tanto quanto a escova de dentes nesse nosso cotidiano literário. É preciso bravura para desbravar novas terras, escalar mistérios sem atalhos, lutar contra os pré-conceitos que nós mesmos criamos e, principalmente, para encarar os filmes baseados em livros! Hahaha’


7% vontade...

Que leitor não passa vontade? Ai minhas anteninhas, como passamos vontade! Seja porque o estoque acabou, a promoção passou e você não conseguiu o dinheiro á tempo, se atrasou e não conseguiu o autógrafo, perdeu o sorteio do seu personagem predileto elegantemente estampado naquela caneca super linda ou por não ter tempo para ler, enfim! A vontade está presente e gritante nos momentos em que você não pode ter...Lá vem os 10% fazendo presença aqui...Snif snif!


60% imaginação!

Claro que eu não ia deixar passar batido, né! Imaginação é a essência, o motivo, a razão pelo qual amamos os livros! O que faz um livro belo é: nada mais do que a imaginação e criatividade dos autores em conjunto com a nossa. Cada um que lê a descrição, seja ela de uma simples sala, imagina de maneira diferente. É incrível como existem vários tipos e maneiras de nossa imaginação trabalhar e esse é um ponto muito forte que vai nos ajudar a entender o porquê que nos decepcionamos com os filmes. 


Vamos á resposta! 


Entendido a anatomia básica do leitor, temos de bandeja a resposta para nossa pergunta. É simples de entender, o que ocorre é que cada um imagina o personagem, a cidade, a dimensão, o quarto, as roupas, absolutamente TUDO de maneira única e assim buscamos ter ao menos uma semelhança do que havíamos pensado. Ás vezes temos e outras não, encontramos referências que não chegam aos pés do que o autor gostaria de passar.
Um belo exemplo foi o Percy Jackson. Assisti o filme e me recusei a ler o livro, detestei cada segundo daquele “coiso”, vocês não têm nem noção! Depois de muuuuuita insistência e bajulação de um amigo meu, acabei lendo a obra original. Eu adorei! Incrível!Eletrizante! Mas, pelo fato do livro ser voltado aos jovens, imagino que os diretores resolveram só colocar elementos que teoricamente atrairiam o mesmo público, só que em um filme. Resultado: Adolescentes fúteis, estereotipados e bobões. Bem... essa é a minha opinião.
O filme é também bastante limitado em relação á liberdade de nossas mentes, é aquilo que está sendo passado e ponto. Não há suposições, não há o que imaginar, não há o que fazer além de...assistir. Após ler uma obra fabulosa e super misteriosa, é de se esperar que tenhamos essa reação. Lembrando que o filme não é só feito para os que leram o livro, é para aqueles que nem fazem sequer idéia da existência do livro também, sendo assim tornam a obra mais simples, objetiva e “mastigada” no objetivo de atingir o maior público possível.



Basicamente é isso, o filme é um veículo diferente. Só podem ter em média 2 horas e não comportam todos os lindos e importantes detalhes, eles realmente dão uma bela “enxugada” em tudo, o que no nosso ponto de vista é desastroso. O livro é feito de detalhes, é vivo na sutileza das vírgulas e reticências, é difícil um filme acompanhar isso. Eu amo filmes e livros, cada um com seus fortes e fracos.
Esse é o maior motivo de nos decepcionarmos com os filmes, minhas crianças. É um veículo diferente e no final há pessoas que gostam deles, mesmo com nosso melhor discurso, talvez não consigamos convencê-los de que o livro é muito melhor. Cada um com seus gostos afinal. Mas não desistam! Existem filmes fiéis ao livro (dentro do possível) e que são muito bons, tenham esperança!

Por hoje é só, pessoal! Espero que tenham gostado da matéria de hoje, deixe nos comentários sua opinião!
Até mais! 

Preconceito Literário – Não Caia Nessa!

em 15 de janeiro de 2016

Pois é, ele existe sim. Um assunto meio polêmico, porém tão simples de ser resolvido, que deve ser levado em pauta nas minhas matérias de “Vida de Leitor”. 
É uma situação que acontece com qualquer um, é “normal” esse preconceito bobo surgir no choque entre gostos e opiniões à primeira vista. Mas lembrem-se: Isso deve ficar em primeira vista, não deve ser levado a sério e se tornar um argumento sólido. Afinal, eu me pergunto: “Pra quê?”. 


Acontece o seguinte: Não só no universo literário as pessoas têm o costume de criar tribos, que nada mais são que um grupo social no qual compartilhar interesses em comum é o objetivo principal. Adoro tribos! São uma maneira saudável de se relacionar e ampliar novos horizontes, de tribos em tribos as pessoas descobrem coisas novas e amizades de onde nem imaginam.  O problema começa quando essa tribo não permite essa interação com as opiniões alheias, ao invés de ampliar, ela acaba por limitar o universo dos integrantes. Ao invés de opiniões ela cria preconceito irracional e gratuito na busca por aceitação.

Quem nunca fez isso? Quem nunca criou um preconceito literário? É comum, faz parte de nossa evolução como leitor. Mas isso não deve durar muito. Perceba desde agora o quanto é necessário abandonar essa postura unilateral e compartilhar com sua tribo, alastrando uma ideia de respeito e amor ao próximo. Não é uma visão mais bonita? Quem não deseja um ambiente assim?


Vamos propagar isso então, minhas crianças! Eu mesma DE-TES-TA-VA qualquer tipo de romance e simplesmente atacava aqueles que admirassem esse gênero, ainda mais se fosse um garoto. Pra quê? Simplesmente porque eu achava que estava certa e acima das pessoas.
Sem necessidade, não é? Hoje eu adoro romance com ficção científica. Ainda não é de meu feitio ler um de puro romance, gosto de literatura fantástica, seja ela com romance, terror, comédia, etc. Sempre com uma misturinha básica. Mas não é por esse motivo que eu ataco os gostos contrários aos meus, vamos criar uma sociedade literária de respeito e harmonia e para isso acontecer, começa com nós mesmos.

Então se você está lendo essa matéria humilde, com algum preconceito com Best Sellers, Zines, HQ’s, Mangás, Romances, Literatura Clássica, Cordel, livros baseados em filmes, ou seja lá o que tenha no seu coraçãozinho, dispa-se disso. Não precisamos dessa armadura pesada e inútil. Vamos voar fora da caixinha? Afinal, o mundo bonito que buscamos é para os que sabem amar o próximo, com seus jeitos, personalidades, gostos e culturas. Vamos amar mais os livros e quem os lê?



Qual o problema de um garoto ler um romance? De alguém que conheça seja super fã de best sellers? O que isso vai mudar para você? Só muda se você permitir, e porque não mudar para melhor? Deixa o leitor ser feliz, respeite e compartilhe suas experiências com todos, quem sabe um dia você não é apresentado a um best seller que passará a ser o número 1 de sua lista? Vai deixar uma oportunidade dessa passar por preconceito bobo? 

Não façam isso, crianças. A vida é curta demais para descartar livros assim, tem tantos livros para se ler, não perca seu tempo atacando ninguém. Por experiência própria: Não vale a pena, nem um tiquinho de nada. 

Por hoje é só pessoal! Espero que tenham gostado e não deixe de comentar e compartilhar com seus amigos e tribos! 

Até a próxima!


Saia de sua Zona de Conforto Literária!

em 17 de dezembro de 2015



Olá, senhoras e senhores! Sejam bem vindos a mais uma matéria baratal!


                Essa semana eu trouxe um assunto que vai cutucar as nádegas preguiçosas de alguns leitores encostadinhos. Existe um grande número de pessoas que buscam incessantemente livros que lhes intriguem, dizem que buscam por qualquer coisa e de qualquer lugar, desde que seja inovador. Então, ao sugerirmos algo que ele não costuma ler, ouvimos : “Aaaah...mas eu não gosto de romance”, “Mas eu não gosto de histórias muito longas...”. Se eu ganhasse um real a cada desculpa, estaria escrevendo essa matéria em Dubai.

                Assim não dá, gente. E a esmagadora maioria leu apenas um romance na vida, por exemplo. Eu não sou santa, confesso que nessa brincadeira eu me daria uns reais também, pois antes de finalmente sair de minha zona de conforto, dizia que detestava romances. Mas num belo dia, pode ter sido obra dos Deuses ou de alguma formação astrológica, mas...eu resolvi ler um romance. E puxa vida! Que livro fantástico! Passei muito tempo crucificando o tema por conta de um que não havia me agradado, me privando de ter lido talvez obras fantásticas ou até mesmo de ter conhecido outros gêneros, editoras e autores ilustres.
 A cada livro rejeitado por mero preconceito, não é apenas uma porta fechada. Atrás dessa que fechou sempre há um corredor recheado de muitas outras passagens, que infelizmente você se recusou a conferir. Ao menos dê uma espiadinha, só em uma frestinha... Não vai doer nada, prometo!



                Cada livro é um livro, a categoria não define o quão bom ou ruim ele será. Um mesmo autor pode escrever dois livros com o mesmo tema, mas eles terão histórias diferentes. Se você já leu vários romances e eles não te interessam muito, é outra situação. Afinal você tentou várias histórias, porém o tema não lhe agrada. Você saiu de sua zona de conforto literária, explorou e separou aquilo que mais lhe apetece. Mas mesmo assim, se dê a oportunidade de tentar algo inovador, mesmo que carregue um gênero que você não tenha muita afinidade, pode ser tanto aquele romance “diferente” que sua irmã recomendou ou um livro qualquer em um sebo de sua cidade. Estou colocando como exemplo o tema romântico, mas isso se aplica a todos os tipos de preconceitos literários, desde a capa e cor de página até ao gênero e autor.
                Uma dica boa para você que quer mesmo achar algo novo e inusitado é, além de se permitir sair da sua zona de conforto, é procurar uma resenha do livro na internet. Com certeza achará algo que lhe interesse onde menos espera, pode apostar nisso! Só foi depois que me permitir ir além do que eu acreditava conhecer, que me deparei com várias obras maravilhosas, do mesmo gênero e de outros também! 


É um corredor, como eu disse. Que leva a varias outras portas, nos guiando e mais e mais corredores. Afinal, ser um leitor é como acordar em um labirinto no jardim ao pôr do sol, com caminhos diversos e iluminados pelo conhecimento, cheio de adrenalina, coberto de possibilidades e sem saída. Uma vez leitor, sempre leitor.
Se ainda não se convenceu de que deve mesmo sair da casinha, aqui vai um belo motivo: Porque não? Ler sempre é divertido e nunca é perda de tempo, mesmo que não goste, contará como experiência e conhecimento. Ouse, tente e arisque!


E é isso aí pessoal, não se esqueça de expressar sua opinião nos comentários e compartilhar a matéria com aquele seu amiguinho preguiçoso...Hahaha!

Até a próxima!


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