Mostrando postagens com marcador barato literário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador barato literário. Mostrar todas as postagens

Feliz Dia Do Blogueiro (Atrasado)!

em 21 de março de 2016

Olá, pessoal!
Como devem saber, ontem (dia 20 de março) foi o dia do blogueiro! Dia de nós, pessoinhas atrás da telinha do computador que passam noites em claro só para trazer uma matéria quentinha junto de seu pão da manhã! Decidi então dedicar esse texto a nós e aos demais que dedicam de seu tempo, criatividade e habilidades em prol de uma bela matéria recheada de conteúdo e amor para vocês, leitores!




A anatomia de um blogueiro é uma das mais divertidas de se definir, temos os olhos atentos e carregados de informações, o peito cheio de vontade, a mente criativa e atrapalhada, alguns fios de cabelos brancos e, confesso, uns calinhos nos dedos! Haha’

O blogueiro é como o multiuso que você tem em casa, apesar de definirmos um tema em nossa preciosa página no oceano da internet, nunca deixamos de fazer parte do resto do mundo e levar o nosso mundo até vocês, deixando nossa essência nas entrelinhas e assinando aquele texto  antes mesmo de chegar ao final. Nossos trabalhos possuem muito mais do que o tema que pré – definimos, fazendo que aquele que lê entre por uma porta esperando por uma sala de estar aconchegante, e ao girar a maçaneta se depara com um amplo campo verde, cercado de colinas ao longe e flores ao seu redor. Vida é o que não falta em nossas obras.



Batemos o pé até o final dizendo que “meu blog é meu blog, minha vida é minha vida”, mas não é bem isso que ocorre. No final de semana curtindo um sorvete ou um vídeo game com a família e amigos, conseguimos achar uma “patinha” de inspiração e trazemos esse clima gostoso, familiar e divertido para nossos trabalhos.  O andamento de nossa semana influencia sim em nossas palavras. Afinal somos pessoas também, e quem irá ler essa página? Pessoas!E nosso objetivo é aproximar, transformar um relatório ou arquivo acadêmico em uma conversa descontraída de fim de tarde acompanhado de um café, sem deixar de faltar conteúdo ou madrugar no diálogo, é claro!


Cada vez que nos falta inspiração, que o tempo é mais do que curto, que gostaríamos muito de dar mais atenção e dedicar ainda mais tempo ao nosso blog (afinal, quem precisa dormir?), nos motivamos ainda mais para fazer florescer nossa obra e um viver apenas disso. E é por amor que fazemos isso e é o amor que nos faz seguir sempre em frente, buscando sempre por novidades e trazer para as pessoas todo esse carinho que sentimos ao publicar cada trabalho.



Feliz dia do Blogueiro para nós! E muito obrigado a vocês leitores, pois vocês sim nos fazem ser o que somos hoje.  Um belo livro á nós, pois merecemos! <3


Porque os filmes nos decepcionam tanto?

em 25 de janeiro de 2016


Boa tarde, minhas crianças! 

Não falarei hoje de qualquer filme, minhas caras.  Por diversos motivos os filmes podem decepcionar quaisquer pessoas e o mesmo ser fantástico para outro, porém na esmagadora maioria dos filmes baseados em livros... A decepção é quase certa. Existem várias justificativas para tremenda desgraça que assombra a nós, leitores. Mas para explicar o verdadeiro motivo, vamos primeiro estudar a anatomia de um leitor!

Basicamente e bem resumidamente, um leitor é feito de:

10% sofrimento.

Admita! A vida de leitor é sofrida... É personagem morrendo, finais horrendos de tristes (ou só horrendos mesmo), histórias que massacram nossa sanidade e mastigam nosso pobre coraçãozinho! Tá... dramático demais. Mas somos assim! Dramáticos! Querendo ou não, esses 10% nos ajudam no nosso envolvimento com a personagem e o enredo, nos fazem entender a diferença entre reticências e exclamação em uma fala qualquer... Nos ajudam a entender os sentimentos de nossos amados personagens nesse mar de crueldade que alguns autores os deixam, á míngua e sem lhes dar a chance de aprender a nadar...Snif!


23% bravura!

Sim! Bravura é um item necessário e básico, tanto quanto a escova de dentes nesse nosso cotidiano literário. É preciso bravura para desbravar novas terras, escalar mistérios sem atalhos, lutar contra os pré-conceitos que nós mesmos criamos e, principalmente, para encarar os filmes baseados em livros! Hahaha’


7% vontade...

Que leitor não passa vontade? Ai minhas anteninhas, como passamos vontade! Seja porque o estoque acabou, a promoção passou e você não conseguiu o dinheiro á tempo, se atrasou e não conseguiu o autógrafo, perdeu o sorteio do seu personagem predileto elegantemente estampado naquela caneca super linda ou por não ter tempo para ler, enfim! A vontade está presente e gritante nos momentos em que você não pode ter...Lá vem os 10% fazendo presença aqui...Snif snif!


60% imaginação!

Claro que eu não ia deixar passar batido, né! Imaginação é a essência, o motivo, a razão pelo qual amamos os livros! O que faz um livro belo é: nada mais do que a imaginação e criatividade dos autores em conjunto com a nossa. Cada um que lê a descrição, seja ela de uma simples sala, imagina de maneira diferente. É incrível como existem vários tipos e maneiras de nossa imaginação trabalhar e esse é um ponto muito forte que vai nos ajudar a entender o porquê que nos decepcionamos com os filmes. 


Vamos á resposta! 


Entendido a anatomia básica do leitor, temos de bandeja a resposta para nossa pergunta. É simples de entender, o que ocorre é que cada um imagina o personagem, a cidade, a dimensão, o quarto, as roupas, absolutamente TUDO de maneira única e assim buscamos ter ao menos uma semelhança do que havíamos pensado. Ás vezes temos e outras não, encontramos referências que não chegam aos pés do que o autor gostaria de passar.
Um belo exemplo foi o Percy Jackson. Assisti o filme e me recusei a ler o livro, detestei cada segundo daquele “coiso”, vocês não têm nem noção! Depois de muuuuuita insistência e bajulação de um amigo meu, acabei lendo a obra original. Eu adorei! Incrível!Eletrizante! Mas, pelo fato do livro ser voltado aos jovens, imagino que os diretores resolveram só colocar elementos que teoricamente atrairiam o mesmo público, só que em um filme. Resultado: Adolescentes fúteis, estereotipados e bobões. Bem... essa é a minha opinião.
O filme é também bastante limitado em relação á liberdade de nossas mentes, é aquilo que está sendo passado e ponto. Não há suposições, não há o que imaginar, não há o que fazer além de...assistir. Após ler uma obra fabulosa e super misteriosa, é de se esperar que tenhamos essa reação. Lembrando que o filme não é só feito para os que leram o livro, é para aqueles que nem fazem sequer idéia da existência do livro também, sendo assim tornam a obra mais simples, objetiva e “mastigada” no objetivo de atingir o maior público possível.



Basicamente é isso, o filme é um veículo diferente. Só podem ter em média 2 horas e não comportam todos os lindos e importantes detalhes, eles realmente dão uma bela “enxugada” em tudo, o que no nosso ponto de vista é desastroso. O livro é feito de detalhes, é vivo na sutileza das vírgulas e reticências, é difícil um filme acompanhar isso. Eu amo filmes e livros, cada um com seus fortes e fracos.
Esse é o maior motivo de nos decepcionarmos com os filmes, minhas crianças. É um veículo diferente e no final há pessoas que gostam deles, mesmo com nosso melhor discurso, talvez não consigamos convencê-los de que o livro é muito melhor. Cada um com seus gostos afinal. Mas não desistam! Existem filmes fiéis ao livro (dentro do possível) e que são muito bons, tenham esperança!

Por hoje é só, pessoal! Espero que tenham gostado da matéria de hoje, deixe nos comentários sua opinião!
Até mais! 

Preconceito Literário – Não Caia Nessa!

em 15 de janeiro de 2016

Pois é, ele existe sim. Um assunto meio polêmico, porém tão simples de ser resolvido, que deve ser levado em pauta nas minhas matérias de “Vida de Leitor”. 
É uma situação que acontece com qualquer um, é “normal” esse preconceito bobo surgir no choque entre gostos e opiniões à primeira vista. Mas lembrem-se: Isso deve ficar em primeira vista, não deve ser levado a sério e se tornar um argumento sólido. Afinal, eu me pergunto: “Pra quê?”. 


Acontece o seguinte: Não só no universo literário as pessoas têm o costume de criar tribos, que nada mais são que um grupo social no qual compartilhar interesses em comum é o objetivo principal. Adoro tribos! São uma maneira saudável de se relacionar e ampliar novos horizontes, de tribos em tribos as pessoas descobrem coisas novas e amizades de onde nem imaginam.  O problema começa quando essa tribo não permite essa interação com as opiniões alheias, ao invés de ampliar, ela acaba por limitar o universo dos integrantes. Ao invés de opiniões ela cria preconceito irracional e gratuito na busca por aceitação.

Quem nunca fez isso? Quem nunca criou um preconceito literário? É comum, faz parte de nossa evolução como leitor. Mas isso não deve durar muito. Perceba desde agora o quanto é necessário abandonar essa postura unilateral e compartilhar com sua tribo, alastrando uma ideia de respeito e amor ao próximo. Não é uma visão mais bonita? Quem não deseja um ambiente assim?


Vamos propagar isso então, minhas crianças! Eu mesma DE-TES-TA-VA qualquer tipo de romance e simplesmente atacava aqueles que admirassem esse gênero, ainda mais se fosse um garoto. Pra quê? Simplesmente porque eu achava que estava certa e acima das pessoas.
Sem necessidade, não é? Hoje eu adoro romance com ficção científica. Ainda não é de meu feitio ler um de puro romance, gosto de literatura fantástica, seja ela com romance, terror, comédia, etc. Sempre com uma misturinha básica. Mas não é por esse motivo que eu ataco os gostos contrários aos meus, vamos criar uma sociedade literária de respeito e harmonia e para isso acontecer, começa com nós mesmos.

Então se você está lendo essa matéria humilde, com algum preconceito com Best Sellers, Zines, HQ’s, Mangás, Romances, Literatura Clássica, Cordel, livros baseados em filmes, ou seja lá o que tenha no seu coraçãozinho, dispa-se disso. Não precisamos dessa armadura pesada e inútil. Vamos voar fora da caixinha? Afinal, o mundo bonito que buscamos é para os que sabem amar o próximo, com seus jeitos, personalidades, gostos e culturas. Vamos amar mais os livros e quem os lê?



Qual o problema de um garoto ler um romance? De alguém que conheça seja super fã de best sellers? O que isso vai mudar para você? Só muda se você permitir, e porque não mudar para melhor? Deixa o leitor ser feliz, respeite e compartilhe suas experiências com todos, quem sabe um dia você não é apresentado a um best seller que passará a ser o número 1 de sua lista? Vai deixar uma oportunidade dessa passar por preconceito bobo? 

Não façam isso, crianças. A vida é curta demais para descartar livros assim, tem tantos livros para se ler, não perca seu tempo atacando ninguém. Por experiência própria: Não vale a pena, nem um tiquinho de nada. 

Por hoje é só pessoal! Espero que tenham gostado e não deixe de comentar e compartilhar com seus amigos e tribos! 

Até a próxima!


Saia de sua Zona de Conforto Literária!

em 17 de dezembro de 2015



Olá, senhoras e senhores! Sejam bem vindos a mais uma matéria baratal!


                Essa semana eu trouxe um assunto que vai cutucar as nádegas preguiçosas de alguns leitores encostadinhos. Existe um grande número de pessoas que buscam incessantemente livros que lhes intriguem, dizem que buscam por qualquer coisa e de qualquer lugar, desde que seja inovador. Então, ao sugerirmos algo que ele não costuma ler, ouvimos : “Aaaah...mas eu não gosto de romance”, “Mas eu não gosto de histórias muito longas...”. Se eu ganhasse um real a cada desculpa, estaria escrevendo essa matéria em Dubai.

                Assim não dá, gente. E a esmagadora maioria leu apenas um romance na vida, por exemplo. Eu não sou santa, confesso que nessa brincadeira eu me daria uns reais também, pois antes de finalmente sair de minha zona de conforto, dizia que detestava romances. Mas num belo dia, pode ter sido obra dos Deuses ou de alguma formação astrológica, mas...eu resolvi ler um romance. E puxa vida! Que livro fantástico! Passei muito tempo crucificando o tema por conta de um que não havia me agradado, me privando de ter lido talvez obras fantásticas ou até mesmo de ter conhecido outros gêneros, editoras e autores ilustres.
 A cada livro rejeitado por mero preconceito, não é apenas uma porta fechada. Atrás dessa que fechou sempre há um corredor recheado de muitas outras passagens, que infelizmente você se recusou a conferir. Ao menos dê uma espiadinha, só em uma frestinha... Não vai doer nada, prometo!



                Cada livro é um livro, a categoria não define o quão bom ou ruim ele será. Um mesmo autor pode escrever dois livros com o mesmo tema, mas eles terão histórias diferentes. Se você já leu vários romances e eles não te interessam muito, é outra situação. Afinal você tentou várias histórias, porém o tema não lhe agrada. Você saiu de sua zona de conforto literária, explorou e separou aquilo que mais lhe apetece. Mas mesmo assim, se dê a oportunidade de tentar algo inovador, mesmo que carregue um gênero que você não tenha muita afinidade, pode ser tanto aquele romance “diferente” que sua irmã recomendou ou um livro qualquer em um sebo de sua cidade. Estou colocando como exemplo o tema romântico, mas isso se aplica a todos os tipos de preconceitos literários, desde a capa e cor de página até ao gênero e autor.
                Uma dica boa para você que quer mesmo achar algo novo e inusitado é, além de se permitir sair da sua zona de conforto, é procurar uma resenha do livro na internet. Com certeza achará algo que lhe interesse onde menos espera, pode apostar nisso! Só foi depois que me permitir ir além do que eu acreditava conhecer, que me deparei com várias obras maravilhosas, do mesmo gênero e de outros também! 


É um corredor, como eu disse. Que leva a varias outras portas, nos guiando e mais e mais corredores. Afinal, ser um leitor é como acordar em um labirinto no jardim ao pôr do sol, com caminhos diversos e iluminados pelo conhecimento, cheio de adrenalina, coberto de possibilidades e sem saída. Uma vez leitor, sempre leitor.
Se ainda não se convenceu de que deve mesmo sair da casinha, aqui vai um belo motivo: Porque não? Ler sempre é divertido e nunca é perda de tempo, mesmo que não goste, contará como experiência e conhecimento. Ouse, tente e arisque!


E é isso aí pessoal, não se esqueça de expressar sua opinião nos comentários e compartilhar a matéria com aquele seu amiguinho preguiçoso...Hahaha!

Até a próxima!

Super Poderes de um Leitor

em 4 de dezembro de 2015

Saudações, caros Leitores!


Ah, mas que palavra mais sublime: “Leitores”! Não acham? Palavra tão poderosa, designativa e abrangente, e além de tudo agrupa pessoas incríveis que fazem de um mero de bloco de papel, uma lição de vida, um conselho, um gesto caridoso e recheado de compaixão com o próximo e a si mesmo. 
Leitores são capazes de tornar toda e qualquer obra em uma ferramenta de autoconhecimento, são fortes o suficiente para reprogramar padrões de pensamentos após uma frase ou parágrafo. Sou capaz de considerar essas pessoas como super humanas! E como todo “super”, possui seus poderes. Mas... Quais seriam eles?


Identifique abaixo os super poderes que talvez, você Leitor, não tenha notado ainda. Há muitos outros, esse é apenas uma perspectiva humilde de uma admiradora dessa arte, que é ler mais do que o escrito, ir além da história contada, ver além da personagem. Enxergar as entrelinhas como pontos cruciais e temperar quaisquer passagens, tornando-as pontes únicas para o mundo fantástico. Um mundo onde somente aqueles que se entregam totalmente ás mãos do autor(a), podem chegar.


Bem...sem mais delongas, vamos á lista de super poderes?! :D

Intangibilidade

Sim, à partir do momento em que você se senta em um ônibus, metrô, fundo da sala da faculdade ou seja lá onde esteja, se está lendo um livro com afinco, muito dificilmente alguém vai te incomodar caso não seja um assunto inadiável. Alguns possuem esse super poder muito forte e ninguém ousa ao menos tocá-lo em seu glorioso momento. Eu mesmo notei que algumas pessoas ensaiam alguns minutos antes de criar coragem e chamá-lo, e ainda sim o individuo assume uma postura de defesa, caso venha a receber algum tipo de agressão do Leitor (Haha’).
É como se houvesse uma força invisível que emana de nós que grita “PERIGO, NÃO INCOMODE!”.  Alguém além de mim já deve ter reparado nisso! Ou não...?


Metamorfose

Você pode até não reparar, mas o Leitor se transforma. Seja isso aparente ou não, externo ou interno, em noventa por cento das vezes algo significante muda nele. Pode ser uma nova perspectiva, uma nova expressão, talvez uma nova mania ou paranóia, mas ele é alguém novo a cada leitura.
O Leitor absorve suas experiências literárias em uma velocidade incrível e de tal maneira que sempre algo lhe acrescenta, mesmo quando se depara com um “livro ruim” consegue tirar dele, no mínimo, mais sobre o que ele não gosta e já parte a procura de um novo tipo de gênero, alterando sua perspectiva novamente.
 Esse é um super poder incrível, não concordam? Imaginem-se com um problema qualquer (ou um dos grandes), e se tiverem o conhecimento certo, basta encontrar o livro certo e você já terá tudo o que precisa para enfrentá-lo sem grandes dificuldades, apenas se moldando para tal feito. Não é incrível?


Dar vida aos objetos

            Isso mesmo! Há Leitores que dão vida a objetos cujo significado encontraram em um livro.
E  além de dar vida a eles, passa a enxergá-los em todos os cantos onde podem interpretar algo, como desenho de azulejo, pinturas descascadas e até nas nuvens! Há aqueles que colecionam miniaturas desses símbolos e eles se tornam ícones nessa comunidade de leitores, viram anéis, colares, capas de caderno e muito mais! Para eu mesma, depois de ler “O Guia dos Mochileiros das Galáxias”, toalhas nunca mais foram toalhas.


Teletransporte

Quando bem conectados aos seus livros, podem viajar no espaço e até no tempo para quaisquer lugares do qual estejam lendo. Voam para outras dimensões, para o futuro, para a época medieval, para a França, Nova Iorque, Japão ou África. Não há barreiras para os Leitores quando o assunto é voar no enredo. Todos almejam nos dias de hoje poder desligar-se totalmente e partir em instantes para qualquer outro lugar.
E acreditem, os leitores podem. São tão bons nisso que são capazes de se teletransportar para lugares que nunca sequer imaginavam que existiam, e nunca um Leitor se encontrará no mesmo universo que outro. Apesar de vários lerem o mesmo livro, cada um viaja para um lugar diferente. Maravilhoso isso, não? Ele mesmo idealiza seu universo e, sem demora, “zupt” está nele!


Super Visão

Em um ônibus lotado, há alguém no fundo lendo, repousando suavemente os olhos na leitura e o livro em seu colo. Uma pessoa comum não consegue identificar qual livro ele está carregando, um Leitor sim. Mesmo que ele tenha que fazer uma manobra arriscada com sua coluna (Hehe’), ele consegue. É um hábito e um poder comum entre os leitores, até parece caso de vida ou morte, uma competição com seu próprio ego se  “conseguirá ver aquela capa”.
 Meio complexo, não é? Não viu nada! Alguns até analisam o tipo de folha, sua cor, tamanho de fonte, memorizam as cores que conseguiram identificar na capa para procurar mais tarde na internet, se arriscam a ler com o cidadão e até a cheirar o livro alheio! E não, eu nunca fiz isso, juro!




Esses são só alguns dos principais poderes,se vocês conhecem mais alguns, não deixem de compartilhar nos comentários! Assim eu poderei, futuramente, escrever sobre eles. Vamos lá, queridos Leitores, não se acanhem!

Espero que tenham gostado e até a próxima! 

Aquele Livro

em 11 de novembro de 2015


Saudações, pessoal!

Ah...Definitivamente a  vida de leitor é incrível, não é mesmo? Tantas coisas simples e banais, mas que nossa percepção ajuda a dar um significado, uma resposta do que buscamos. Em tudo e em todos conseguimos ver um brilho diferente, uma semente de idéia, uma nova chance de aprender.
O que uma sopa de letrinhas pela manhã não pode fazer com seu dia? Sair de casa após ler aquela maravilhosa passagem ou o desfecho inesperado de uma personagem com certeza fará com que veja seu mundo de outra maneira. Mas nem sempre foi assim, não é mesmo? Chegamos nesse nível não após ler “X” quantidades de livros ou ler os chamados “clássicos”. Mas sim, pequenas crianças, após ler Aquele Livro.
Todo o leitor, seja uma, duas, três vezes, dez, doze ou mais, se depara com Aquele Livro. Eu mesma com apenas sete anos de viagem pelas páginas encontrei dois: Flora Segunda e Uma Guerrade Luz e Sombras.

 Mas...como saber que encontrei esse  tal “Livro Especial”?


Eu nem sempre amei de paixão ler. Eu gostava, mas eram poucos os que me despertavam interesse. Foi quando me encontrei com “Flora Segunda”. Minha primeira leitura foi um tanto que...entediante, incompreensível e morna. Resultado: Larguei o livro sem ao menos chegar ao segundo capítulo. Depois de um ano, mais ou menos, eu havia me deparado novamente com essa capa azul ilustrada com uma garota ruiva de cabelos cacheados. Olhei-o atentamente e já o via com outros olhos, resolvi tentar mais uma vez.
Logo nos terceiros parágrafos eu já estava suplicando “Esse é realmente o mesmo livro? Não pode ser...”. Estava tão interessante e mágico que mal pude acreditar, um livro do qual se encaixava em minha classificação de “chatos” agora está se tornando único e indescritivelmente fantástico. Ele me devorou, me amarrou com suas piadas e me apunhalou com suas surpresas. Me senti ora em um mar revolto, confuso e nauseante, ora em um bosque repleto de luz e vida. 
Quando terminei, encontrei-me em abstinência. Como se houvesse provado do céu, e infelizmente, voltado á terra. Precisava encontrar mais como esse. Era questão de vida ou morte. Comecei então uma busca incessante atrás de novas aventuras, para cada um que encontrava eu precisava de mais e mais.


Graças ao “Flora Segunda”, iniciei meu caminho pelas letras, cada obra era única! Foram belos tempos de viagem e aventuras. Descobri que não aprecio muito os romances, mas que amo os de aventura fantástica.  Gosto de histórias com grandes detalhes, desde que o autor saiba desenvolve-las sem tornar redundante ou desnecessário.
“Aquele Livro” lhe trará o despertar de seu leitor interior, lhe mostrará novos caminhos, te guiará em novos gêneros e possibilidades. No início, erroneamente, busquei um livro igual à Flora Segunda, obviamente fracassei em minha busca. Cada obra, mesmo que do mesmo autor(a) é exclusivo, insubstituível, incomparável e especial.
Após um bom tempo navegando no mar de letras, por algum motivo (do qual a titia Jeni não se lembra), resolvi ancorar na praia e ficar. Permaneci um bom tempo sem me interessar por uma capa sequer, muito ocupada com outros assuntos. Tolinha eu, não é mesmo? Coloquei para dormir meu leitor interior, ele se tornou um velho rabugento, preguiçoso e exigente, nenhum livro lhe impressionava. Tempos tão tristes...Mas é aí que entra em cena o “Uma Guerra Entre Luz e Sombras”! (Confira aqui a resenha completa) 


Relutante e após grande insistência de Dany Fernandez, comecei a leitura de um dos livros de minha amada Eddie Van Feu. Serviu como uma injeção de juventude ao meu velhote adormecido, que mal se restaurou e já estava fazendo flexões com uma mão só, no teto!

Foi uma explosão de informações, incógnitas, mistérios e desespero, seguido de esperança, determinação e abstinência novamente.  Logo após esse ocorrido, no ano passado, não parei mais de ler. E como se não fosse o suficiente, passei a escrever também!

“Aquele Livro” não só despertará o seu leitor interior, mas o manterá em busca de novos desafios, sempre se exercitando. O livro aparecerá várias e várias vezes. Teimoso e determinado, não deixará o samba morrer a literatura se esvair de seu córtex, escorrer de suas veias ou evaporar de seu coração sem lutar.

Então, quando alguém lhe oferecer um livro, faça uma forcinha e leia. Não vai se arrepender. Dê a ele uma oportunidade de te fazer feliz. Quem sabe quais surpresas isso não poderá lhe trazer?

Logo após eu ter terminado “Uma Guerra Entre Luz e Sombras” voltei para a Dany implorando uma nova dose e ela me veio com um que continha romance. Minha cara foi mais feia do que aquelas que as crianças fazem ao oferecermos brócolis (o que não é o meu caso, pois eu amo!). De novo, erroneamente, me recusei a ler. Pacientemente a Dany insistiu e eu aceitei.  Me impressionei e agora, amo romances com fantasia! Mas nada muito meloso ainda... Haha’


Abra sua mente, saia da sua zona de conforto literária. Nunca se sabe o que te espera ao virar a esquina. Ouse sem medo, com certeza não será perda de tempo.

E esta foi mais uma matéria (atrasada), porém quentinha, para vocês Leitores Baratais! <3

Espero que tenham gostado! Sugestões, experiências ou comentários? Escreva-nos logo abaixo! Até a próxima, galerinha! 



Preguiça de escrever, como lidar?

em 2 de novembro de 2015


Olá, caros leitores!

Sim, eu sei. Atrasei um pouco a matéria dessa semana, mas...antes tarde do que nunca, não é mesmo? Bem, se já me perdoaram, podemos começar!


Hoje falaremos de uma realidade dura e cruel que poucos admitem viver, A preguiça de escrever. Escrever também faz parte da vida do leitor, afinal desenvolver resenhas é um ótimo passatempo, além de nos ajudar a fixar a história. Mas, infelizmente, a preguiça se apossa da mente e corpo do indivíduo sem ele sequer perceber.  Quando vai ver, a meta de resenhas não saiu do papel.
Pesquisas comprovam que um dia de preguiça na semana é saudável para nós, porém há quem queira ser “super saudável” e prolonga isso para a semana inteira quando o assunto é escrever. Há vários motivos para se ter preguiça de escrever, pode ser por estresse, desinteresse pelo assunto, depressão, excesso de trabalho ou pura preguiça mesmo.  Independente de qual seja o seu (e, sinceramente, espero que não seja depressão), você está lendo esta matéria com um objetivo: Aprender a lidar com sua preguiça.


Não precisamos gritar com ela, mandá-la fazer as malas e chutar seu bumbum porta afora. Mas precisamos impôr limites e regras, ela é sua companheira de quarto, se deixar, pode ter certeza que na primeira oportunidade te convencerá a jogar vídeo game ao invés de tomar banho. 
Antes que perceba estará cheirando a queijo gorgonzola depois do terceiro dia sem ver o chuveiro.
Certo, certo...é muito fácil falar, quem vai dispensar aquela sonequinha depois do almoço para escrever uma resenha, ou rejeitar assistir aquele episódio de sua amada série, por exemplo? Não sou santa, tenho um relacionamento conturbado com minha inquilina, mas no final das contas, acabamos por nos entender. E com a minha vasta experiência em guerra convivência com a preguiça, tomei a liberdade de compartilhar as minhas dicas aqui no Barato Literário. Afinal, escritora de primeira viagem, elaborar matérias toda semana foi um belo treinamento.  Vocês estão prontas crianças?
Basicamente, será preciso treinar seu cérebro para produzir resultados. Toda criança já teve preguiça de escovar os dentes antes de dormir, e o argumento é o mesmo diante dos pequeninos olhos remelados de sono: “Posso pular só hoje, por favor?”. Depois de adultos, nem pensamos muito e já nos dirigimos ao banheiro para tratar de nossos dentinhos.
Adquirimos o hábito com muita insistência (de nossos pais) e acima de tudo, adestramos os nossos miolos para essa rotina. Usaremos aqui o mesmo princípio, ensinando nossa mente que em determinado horário, lugar ou circunstância, você irá escrever. Com essas palavras, parece ser muito difícil, penoso e exaustivo. Não vou mentir, vão suar um pouco, mas nada que com o tempo passe a fluir suavemente.


Porque escolher um lugar?
A resposta é simples: associação. Esta é uma função básica do cérebro, a utilizamos desde criança para saber que quando choramos, ganhamos colo, por exemplo. Através dessa ferramenta, faremos com que, ao sentar de frente ao computador, nos aninharmos na poltrona com o caderno em mãos ou simplesmente se ajeitar na cadeira da cozinha, saibamos que estamos prestes a ativar o lado criativo de nossas cucas para escrever, produzir algum conteúdo.
 Acredite, depois de alguns dias, não precisava passar a semana inteira planejando matéria alguma, apenas selecionei um dia e um lugar para fazê-lo, e ao me sentar para escrever, tudo avançava da maneira como deveria, sem sofrimento. Vale super a pena tentar, gera ótimos resultados.


Preciso mesmo estabelecer um horário?
Eu sei, rotina muito corrida, horários instáveis. Mas vou lhes explicar o quanto vale a pena estabelecer um horário para escrever.
 Com essa técnica iremos ensinar o nosso cérebro a se concentrar, separe duas horas para desenvolver o seu conteúdo com dois intervalos de 15 minutos. Fazendo isso por um tempo, mesmo que esteja muito difícil de espremer algo de seu encéfalo, ainda que seja uma atividade cansativa, você estará treinando sua mente para se concentrar.
Esse é um treinamento, assim como musculação. De nada adianta tentar dia sim e dia não, esforce-se para manter este exercício e o resultado será uma facilidade muito grande em começar a escrever quando quiser, no tempo que quiser.


Concluindo...
Por experiência própria, vale super a pena. Com duas semanas separando um local específico e um horário para essa tarefa, mesmo com preguiça, sono, dor, impressionantemente ao me posicionar para começar, não encontrava dificuldades em me concentrar e desenvolver meus conteúdos.
O porquê é simples: Eu treinei meu cérebro, dessa maneira ele já se preparava para trabalhar seu lado criativo quando me propusesse a começar e terminar o meu dever.
Viram só? Eu mesma, nessas duas semanas negligenciei meu treinamento e acabei “deixando para mais tarde” ou até mesmo com aquela desculpa de “só essa vez”. É...eu disse que tenho um relacionamento conturbado com minha preguiça.

E qual a relação de vocês com a preguiça? Possuem alguma dica para ajudar a conviver bem com nossa amada amiga? Compartilhem conosco nos comentário!

Até a próxima, crianças! 


Como descobrir seu gênero Literário?

em 26 de outubro de 2015



Saudações, caros Leitores Baratais!

Hoje venho aqui trazer mais uma matéria visando, claro, iluminar o caminho daqueles leitores que buscam se encontrar,independente de seu destino. Ninguém melhor que uma menina meio perdida pra entender o que vocês sentem, não é mesmo?
Ao longo do meu Caminho Das Letras, trarei sempre novidades que facilitarão a jornada do próximo, então aqui está mais uma dificuldade que todo leitor passa, seja no começo ou após anos de “atuação na área”. 
Para aqueles que acabaram de ingressar nesse caminho, é normal essa agitação e ansiedade para encontrar seu gênero predileto, até porque o indicado é fazer exatamente isso. Mas...Como descobrir o seu gênero literário?


Aqui vão algumas dicas que podem servir para você, confira!


01. Avaliando o seu gosto

Geralmente, gosto é gosto e não se discute, então observe o que lhe apetece geralmente. 
Usaremos a tia Jeni aqui como exemplo: adoro filmes de terror com aquele mistério que consome nossas mentes antes de ser desvendado e, depois de esclarecido, deixa espaço para um bilhão de interpretações. Com os livros não é diferente, ao escolher eu dou preferência aos de mistério sombrio e tom sarcástico. É um bom começo, experimente escolher os gêneros que se aproximem dos que já tenha enraizado em você, facilita bastante.
Há outras áreas que lhe ajudarão, como matérias escolares. Teoricamente se você ama história e adora viajar nos contextos e culturas de tempos passados, Tchã-ram! Achamos mais uma pista da direção certa. Observe que tudo aquilo que em você gera fascínio, irá te guiar para encontrar o seu gênero, seja por religião, história, fantasia ou erotismo.
Se você é do tipo que prefere os livros finos, procure por crônicas, poemas ou contos. São formatos que se aproximarão mais do que te dará prazer em ler. Mesmo que esteja procurando um gênero, se desde o início evita os mais grossos, significa que não é esse o seu gosto. Então, logicamente, não há motivo para insistir nos mais gordinhos, certo?



02. Livros de contos
Uma boa pedida também é começar a ler livros com contos de vários temas e fazer uma resenha para cada conto. Assim feito, leia e observe aquele que mais lhe deu prazer em ler, ao que mais absorveu os detalhes, qual teve maior facilidade em terminar e o porquê de tudo isso. Avalie atentamente que, no mínimo, sairá dessa experiência com pelo menos um passo mais perto de achar seu gênero literário.

Eu indico Os Segredos do Rei do Fogo, de Kim Edwards, para começar. 



03.Avalie sua dificuldade
Muitas das vezes em que achamos que não encontramos nosso gênero, estamos empacados em um ciclo de livros chatos. Houve um tempo em que eu me recusava a me aventurar além daquilo que eu acreditava gostar, como o romance. Eu pedia livros de romance porque eu estava numa época bem sonhadora, digamos assim. E achava que era daquilo que eu precisava, me recusando a ler outros temas. 
Com o tempo me senti perdida sem saber do que eu gostava de ler e os que eu possuía estavam ficando cada vez mais difíceis de se ler.  Foi então que me indicaram um romance diferente, envolto em mistério, aventura e fantasia.
“Puxa vida! Que livro supimpa!” Daí eu percebi que o que eu gosto de ler não eram os romances, mas sim a história que atava o enredo. Hoje sou amante da literatura fantástica e sombria. O mistério tem que estar presente, nada que seja previsível me interessa. 
A dica então é ver se não está empacado em um livro chato acreditando ser do seu gênero. Fique de olhos abertos para o que realmente lhe deixa curioso em uma história, o romance ou o contexto histórico que se encontra nele? O terror ou o sentimento das personagens envolvidas? Acredite, meu caro...Fará diferença da água para o vinho.



E então, gostaram das dicas? Compartilhe suas experiências e conte-nos como descobriu o seu gênero literário nos comentários!

Até a próxima, pessoal! 



Como terminar AQUELE livro chato?

em 16 de outubro de 2015

Olá, barateiros e barateiras!

Aqui estou eu, titia Jeni, com mais uma matéria quentinha para vocês! Como vocês já devem ter percebido eu adoro cuidar da vida dos outros dar dicas para os leitores, sempre ressalto que não existe apenas um tipo de leitor, não há uma missão, iniciação ou uma coruja voando pela sua janela que trará uma carta dizendo que tornaste um leitor. Se você lê e gosta disso, já é um de nós! \o/
Há, claro, aqueles que lêem com mais afinco, outros que só quando o computador está na manutenção, tem os que preferem os clássicos, e aqueles que gostam dos atuais. Não existe uma exigência para que seja considerado um leitor, como dito anteriormente. Então, crianças, ignorem aqueles comentários do tipo: “Como você nunca leu esse livro? Que tipo de leitor você é?”.
E mesmo os leitores com anos de experiência encontram barreiras na hora de terminar um livro, às vezes pode ser um livro da faculdade, o qual é obrigado a ler, uma indicação de um amigo ou apenas uma meta pessoal, não importa. Você quer terminá-lo e eu mostrarei como terminar aquele livro chato!


01.  Divida as páginas
Não, gente! Larguem a tesoura, não é para cortar as páginas! O que eu quis dizer é, divida o número de páginas do livro com a meta de dias em que pretende terminar. Exemplo: O livro tem 200 páginas e quer terminar em 20 dias. Dividindo, você terá que ler 10 páginas por dia. Não parece tão pesado, não é mesmo?

Estabeleça metas de acordo com sua necessidade e vontade, dessa forma terminará logo e em poucas páginas por dia, facilitando bastante também para os nossos leitores “atarefadinhos”. 




02.  Áudiobooks
Áudiobooks, para quem ainda não conhece, são livros em formato de áudio. Haverá uma voz reproduzindo o livro inteiro para você, é uma ótima forma de conseguir terminar o livro. Alguns têm dificuldade de se concentrar, mesmo sentando-se na cadeira mais confortável, no ambiente mais silencioso e aconchegante. Talvez ouvir alguém contando a história para você, fará você se concentrar melhor.

Parece muito divertido caminhar até o trabalho, ir às compras ou até mesmo lavar a louça, ouvindo o livro. Uma história contada é bem tentador, não é? Procure desligar-se de TVs,músicas ou quaisquer tipos de distrações, pois poderá se dispersar facilmente com o ambiente externo. Tanto o livro físico quanto o em mp3, precisará de um pouquinho de concentração, amiguinhos.




03.  Pesquise
Mesmo você tentando de verdade, por vários motivos, a leitura está sendo extremamente entediante. Pode ser por você não entender nada sobre o assunto do livro, conter palavras muito difíceis, frases longas e complicadas que fazem você se perder na metade ou até mesmo pode ter um tema fabuloso, porém o desenvolver dele é muito mal feito.
Por isso, pesquise o resumo ou a sinopse na internet, o tema do qual não entende, o espaço tempo no qual se passa a história, o nome dos personagens, pesquise algo que lhe chame a atenção o suficiente para que faça valer à pena o esforço de terminar aquele livro. Algo com certeza lhe despertará o interesse.
“Ah, titia Jeni, mas assim eu perco o pouco da vontade de ler o livro se eu souber o que vai acontecer nele!”

Bem...pra começo de conversa, se houvesse mesmo uma vontade de ler significativa, você já o teria terminado, mesmo que na “sofrência”. É uma dica para que encontre uma motivação, afinal. 




04.  Tática especial da titia Jeni!
Essa sempre funcionou para mim! Esse método foi passado de minha tia, para minha irmã e cá estou eu compartilhando essa receita valiosa para a família do Barato. Por quê? Porque vocês são lindos, só por isso. Haha’
Agora é sério, sabe aqueles filmes estranhos que começam mostrando algo do final, do passado ou alguma informação totalmente aleatória e confusa?Daí você passa o filme todo tentando de tudo para interligar os fatos. Então, o que a titia Jeni faz é simples: Ela lê as últimas três páginas do livro, é o suficiente para você captar algumas informações. Você irá então passar o livro todo tentando adivinhar como as informações chegam ao final!
Não precisa necessariamente ser as três últimas páginas, mas eu aconselho que seja, pois nas últimas você com certeza terá boas informações, afinal é o desfecho de todo o enredo. Eu considero uma boa motivação tentar encaixar tudo, pelo menos para mim. Eu fico doidinha e em cóleras tentando adivinhar e, até mesmo o livro mais redundante e monótono, torna-se um desafio.
Esse é a dica de ouro da Jeni, aproveitem bem, viu? :) 



Então é isso, pessoal!
Desejo a vocês muita motivação e força para que terminem AQUELES livros chatos!
E vocês? Possuem também uma carta na manga? Apressem-se e dividam conosco. Comentem o que acharam de minhas dicas aqui no blog e não se esqueçam de compartilhar suas experiências!


Até a próxima!



Encontro Fantástico: Este evento é um Barato!!!

em 24 de setembro de 2015


https://www.facebook.com/events/507954596038528/


Desde que o Barato Literário foi criado havia a ideia de começar além de participar em  também criar eventos literários e promover encontros entre autores e leitores. Principalmente os nacionais, afinal o leitor costuma ter a curiosidade de explorar os processos de criação de histórias e personagens, e quando pode ouvir isso direto dos autores, a experiência se torna mágica!
Finalmente os planos do evento saíram do papel e agora se tornam realidade!

O 1º Encontro Fantástico será realizado na Livraria Cultura Cine Vitória no Rio de Janeiro e contará com os seguintes convidados nesta edição de estréia:


Eddie Van Feu - é escritora e viajante, sempre dando uma passadinha em mundos além dos nossos olhos. Voa com dragões e conversa com fadas, enquanto escreve histórias como Lua das Fadas, e luta com espadas em Crônicas de Leemyar. Corre com os lobos na saga Alcateia e dança ao som dos bandolins no meio de Uma Guerra de Luz e Sombras. Autora também da série Wicca, com mais de 63 números, escreveu a saga Lua das Fadas e sua prequel, O Portal. Ela está sempre nos guiando em novas viagens inesquecíveis e emocionantes, seja através de seus livros, seja em aventuras para a Irlanda e Inglaterra celta.  
Confira algumas das resenhas dele que já rolaram no Barato Literário:
Lua das Fadas
Crônicas de Leemyar - O Necromante
Uma Guerra de Luz e Sombras


Renato Rodrigues - já foi radialista, desenhou cartuns, fez quadrinhos e já escreveu livros de piadas, mas nunca trabalhou de verdade, coitado! A Maldição dos Templos é seu quarto livro da série “Os Dragões de Titânia”, sempre lançados nas Bienais de Livro.  Foi assim na Bienal do Rio em 2011, quando lançou “A Batalha de Argos” e em 2012, na Bienal de São Paulo, onde lançou “A Queda do César” e em 2013 com “A Dama da Montanha”.  

Confira algumas das resenhas dele que já rolaram no Barato Literário:
A Batalha de Argos
A Queda do César
A Dama da Montanha

­

Felipe Campos -é ilustrador e escritor com trabalho voltado para literatura infantil, graduado em Gravura e especialista em literatura infantil e juvenil, ambos os cursos ministrados pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Pesquisa monstros assustadores e elementos de terror em literatura e ilustração para crianças, tendo como principais referências contos de fadas, lendas e estudos sobre o medo.
Conheça mais sobre o trabalho do autor:
Flickr

Convidamos a todos os leitores de Ficção Fantástica do Rio, venham participar deste encontro que vai ser um Barato e compartilhar suas leituras com a gente! ;)

Confiram nossa programação e levem seus amigos, esperamos vocês! 



Programação:

14:00 Abertura do encontro com Mediação de Dany Fernandez

14:10 Apresentação dos autores por eles mesmos; Autores confabulam para falar o que é o gênero literário de fantasia e a experiência de cada um com o assunto.

15:00 Felipe Campos apresenta suas obras; fala da sua experiência no gênero e responde a perguntas.

15:50 Renato Rodrigues apresenta seu trabalho em Dragões de Titânia; leitura de conto e responde a perguntas.

16:40 Eddie Van Feu apresenta suas obras; leitura de contos  e responde a perguntas.

17:30 Sorteio de brindes e livros.

17:50 Encerramento do Encontro.

Quando: 10 de outubro de 2015 (Sábado), das 14 ás 18 horas. 
Onde: Livraria Cultura Cine Vitória- Rua Senador Dantas, nº45. Rio de Janeiro.


Curta nossa página do evento no Facebook clicando AQUI! 
Ou acessando pelo nosso QR Code (que chique!!!) abaixo.
 



 Realização: 




Topo