Mostrando postagens com marcador dicas de leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dicas de leitura. Mostrar todas as postagens

Dia Nacional do Livro Infantil

em 15 de abril de 2021

ilustras adaptadas do freepick

No dia 18 de abril, comemoramos o dia nacional do livro infantil. Essa data foi escolhida por ser o aniversário de Monteiro Lobato, criador do Sítio do Picapau amarelo, uma das obras infantis brasileiras mais conhecidas e aclamadas. Maaaaaaas nesse post, não vou falar do Monteiro nem do Sítio. Verdade seja dita, temos muito material bacana e mais atual para crianças, e por isso, resolvi trazer alguns títulos para celebrarmos essa data! Simbora?




Escolha o seu dragão, da Rosana Rios já apareceu como dica de leitura aqui do blog,  e sempre que me pedem uma indicação de livro infantil ele é o primeiro que surge na cabeça. narra as aventuras de três primos com idades entre 8 e 10 anos descobrindo sobre as lendas e mundos dos dragões. São apresentadas três lendas: o dragão de São Jorge, o dragão chinês e a história da grande cobra d’água que vive nos rios do Brasil e por tanto, seria o nosso tipo de dragão nacional. 

As ilustrações feitas com xilogravura são um show a parte! Fazendo uma pesquisinha básica para esse post, descobri que o livro Escolha o seu dragão foi selecionado para o catálogo da Fundação  Nacional  de  Livro  Infantil e para representar o Brasil na Feira de Bologna, na Itália, em 2012. Chique, né?


Os quatro dragões de Lúcia Lemos conta a história de Quatro Dragões que se unem para ajudar uma
população esquecida por seus deuses e passando por uma terrível seca. Adaptado de uma antiga lenda chinesa, o livro integrou aquarela e pintura digital. Foi publicado em
 2019, pela editora PenDragon sob o selo infantil, o "Dragõeszinhos". O livro tem 48 páginas coloridas e é a coisa mais mimosa que já vi! Inclusive, comprei esse livro ainda na pré venda, para presentear a minha sobrinha Sophia. Ela amou e eu, mais ainda!

lindo de viver, né?


Artur e os medos, de Felipe Campos, um livro de tirinhas cujo protagonista é o garotinho Artur,  que tem a capacidade de falar com os seus medos, que aparecem na forma de  monstros. A tira fala sobre como lidamos com nossos monstros interiores, frustrações, tristeza, raiva e outros sentimentos que nos colocam para baixo, mas com muito humor e uma pequena dose de drama. E tem dois volumes!


Tirinha do segundo volume ;)

O interruptor debaixo da escada de Janaina Tokitaka Miya tem 10 anos e acabou de se mudar para uma casa antiga em algum bairro de SP. Ela é bagunceira e não entende metade da mania de arrumação e limpeza de seus pais. Explorando seus novos domínios, Miya descobre que os antigos moradores da casa deixaram muitas coisas para trás, como se tivessem ido embora muito rápido. E um mistério fantástico começa a se abrir diante dos olhos da garota, envolvendo a casa, um video game velho e um interruptor debaixo da escada.

A princípio, pensei que fosse alguma adaptação gringa, mas qual não foi a minha surpresa ao perceber que “O interruptor em baixo da escada” é uma produção nacional super charmosa e instigante. Definitivamente, eu não tenho maturidade para ver um livro charmoso assim, cheio de ilustrações e com uma história bacana, e não me agarrar nele com unhas braços , dedos e dentes!


Indicação bônus: Sei que estamos falando do Dia Nacional do livro infantil, mas não resisti incluir nessa lista, os volumes 1 e 2 dos livros ilustrados de os "Pequenos Perpétuos" escritos e ilustrados por Jill Thompson. Coisa mais fofa! Para saber sobre esses livros-quadrinhos basta clicar aqui!



Todos os livros indicados nesse post eu li depois de adulta e a maior parte deles tem alguma resenha ou dica de leitura aqui no blog. Eu comecei a ler aos cinco anos de idade e apesar de ter me mantido no mundo dos livros desde então, não consigo lembrar de alguma obra que tenha marcado a minha infância. Eu cresci lendo de tudo e nunca deixei os livros infantis de lado. Em parte porque eu simplesmente adoro livros assim e em parte porque acredito que a gente nunca está velho demais para se divertir com uma boa leitura, mesma que ela seja para crianças.

E você, tem algum livro que marcou sua a infância? Comenta aqui que vou adorar saber!


Quadrinhos da minha estante #13

em 8 de abril de 2021


Autor: Jill Thompson
Quadrinhos
128 páginas
Editora Panini Books
Vertigo
Os pequenos Perpétuos


Depois de falar do volume 2 dessa série dos Pequenos Perpétuos, estou aqui para falar do primeiro volume! Afinal, eu sou dessas, não é mesmo? Leio as coisas de trás para frente, do meio para o fim, mas no final o que conta é o quanto eu me diverti e o quanto vale apena vir aqui depois contar os causos todos. Né? Né.

Pois muito que bem, Os Pequenos Perpétuos são livros ilustrados super fofos (a Panini os publicou por aqui há uns doze anos)! Mas que acabaram entrando como dica aqui no Quadrinhos da minha estante, porque está catalogado como quadrinho. Só que na verdade, na verdaaaaade, se trata um livro escrito e ilustrado pela Jill Thompson uma ilustradora incrível e que já trabalhou com vários outros artistas, como Neil Gaiman (Vidas Breves), Grant Morrison (The Invisibles), Will Pfeifer (Finals, 1999) entre outros! Eu andei stalkeando  acompanhando o instagram da artista e ela é muito fofa!

Bom, depois dessas digressões todas, simbora falar desse quadrinho-livro-ilustrado?

Este volume dos Pequenos Perpétuos conta a história do pet Barnabás, um doguinho muito fofo, responsável pela segurança de Delirium. Bom, ele acaba se perdendo dela e tem que passar maus bocados para reencontrar sua amiga, se aventurando nos reinos dos irmãos dela.

imagem: Mundo HQ

Barnabás é fofo, ingênuo, corajoso e leal. E mesmo sabendo que se trata de uma história infantil e que tudo vai acabar bem, a gente fica torcendo pelo doguinho! Engraçacdo como numa história dos Pequenos Perpétuos o protagonista não é nenhum deles e sim, um cachorro!  É ele quem a gente acompanha, por quem a gente torce e com quem dividimos a alegria do final da jornada.

As ilustrações são lindas, divertidas e coloridas, um mimo para os olhos e meu eu que adora coisas fofinhas simplesmente não consegue largar esse quadrinho-livro-ilustrado. 

O projeto gráfico segue o padrão de capa dura da Panini, e a impressão colorida no couché (que também é padrão) deixa tudo mais brilhante. Para onde quer que a gente olhe, tem um presentinho para os olhos: ora um charminho na ficha catalográfica, outro charminho na folha de guarda... e aí a gente se vê envolvido da capa a contra-capa com essa pincelada de fofura e bom humor.

Leitura super indicada para quem não tem preconceito com histórias infantis, ou de revisitar personagens consagrados em versões bebês. E para quem adora ilustrações fo-fi-nhaaaas!

Vou ficando por aqui e... até a próxima folks!


Topo