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Dica: Escrito em Algum Lugar

em 12 de setembro de 2019



Lançamento do autor Vitor Martins, conhecido por Um milhão de finais felizes e Quinze Dias. Na trama Antônio, um jovem de 26 anos descobre que a banda Triple J de quem era fã na adolescência resolveu fazer uma turnê de reunião e com shows no Brasil. 

Como não podê ir no Show anterior, isso impacta Antonio que decide que é uma "questão de honra" ir ao show desta vez.

Ele tenta arrastar seus dois melhores amigos nessa jornada, mas acaba fracassando no intento. Mesmo assim ele reunê a coragem para "acampar na fila". Lá ele acaba conhecendo Gustavo e uma surpreendente amizade e talvez algo mais acontece.

Mais uma vez o autor nos presenteia com uma romance leve e divertido na medida certa, e super atual e fácil de se identificar. Você se pega sorrindo com facilidade e simpatizando com os personagens naturalmente. 

O conto está disponivel apenas em ebook pela amazon por enquanto, segue o link: encurtador.com.br/jHPW9


O Autor: 
Vitor Martins é apaixonado por livros, filmes, séries e pizza. Ele mora em São Paulo com seu namorado e dois gatos insubordinados. VM é designer gráfico, ilustrador, e autor também de Quinze Dias.  


Outras resenhas no barato: 

Encontro com um Kindle Parte 3 (e última)

em 28 de outubro de 2015



E chegamos ao capítulo final da minha adaptação com o Kindle. Nesses quase dois meses de uso assíduo eu só tive que recarregar a bateria 3 vezes. Apenas isso. Detalhe: Eu nunca desligo o aparelho. Ele fica assim, em stand by.

O recurso de notas é uma das coisas que mais tenho amado nesse dispositivo: posso selecionar uma frase ou uma palavra e anotar todas as ideias e impressões que tive durante a leitura. E no final dá para acessar todas as notas feitas. Isso ajuda MUITO na hora de fazer as resenhas. Deixa tudo mais rápido e dinâmico e não tenho corro o risco de perder as anotações feitas nos post it que uso nos livros físicos. :P


Semana passada descobri que dá para escolher entre oito tipos de fonte (tipo de letra) para leitura, além de ser possível ajustar espaçamento e margens, dá para escolher ler em formato retrato ou paisagem. Incrível!

Bom, não dá pra ler PDF no Trabuquinho, mas existem programas que convertem PDF para MOBI, formato oficial do Kindle. Outros formatos simplesmente bugam, devoram a memória do aparelho e me fizeram pensar que tinha dado fim no troço novinho.  Foi uma experiência muito, muito tensa.

Nessas aventuras rumo ao desconhecido Kindle, contei com a ajuda especial de Grazi Evangelista do [im]publicáveis, que além de me dar dicas e mandar vídeos de orientação (pra você ter idéia de como eu tava perdida nessa história) também me apresentou o site LeLivros, que disponibiliza centenas de títulos gratuitamente e foi onde adquiri uma leitura recente: “Entrevista com Vampiro” de Anne Rice. Não, eu nunca tinha lido nada da primeira dama vampírica – Riso amarelo – .

Não posso dizer que estou perto do final dessa jornada, muito menos me atrevo a dizer que estou apenas no começo. Só sei que depois de constatar as facilidades de um e-reader em contrapartida da leitura de livros físicos, minha garantia é: continuo amando os livros cheirosos, com capas incríveis. Livros  físicos sempre terão minha predileção. Mas os virtuais também já garantiram espacinho aqui na minha mochila e na minha cabeça.

Afinal, ler é o maior barato, seja com aquela edição maravilhosa cheia de chiquetudes seja no e-book. O que vale é manter a mente alimentada! XD


Até a próxima folks! 

Estações de Caça - Haakon I

em 27 de outubro de 2015

Autor: Lauro Kociuba
Gênero: Ficção, Fantasia e Aventura
Páginas: 157 

Segundo volume do universo "Alvores",  em "Haakon I - Estações de Caça" somos apresentados a um passado místico em que humanos conviviam com seres mágicos e os Deuses agiam na Terra. Lauro Kociuba se inspirou nos vikings para criar mais um episódio fascinante desta série.

Haakon é o jovem filho de um casal viking em plena época das invasões na Inglaterra. Quem curte a série de TV "Vikings" ou mitologia nórdica vai se identificar imediatamente com o universo da trama. Toda a atmosfera da batalha e do dia a dia na sociedade está claramente demonstrado, bem como os cultos aos Deuses como Odin e  Frigga.

Logo no começo o pai de Haakon está em uma batalha enquanto sua esposa está em casa prestes a dar a luz, a mãe de Haakon faz seu parto sozinha conforme os costumes que foi ensinada em sua família. Embora ela não saiba, que aqueles costumes são na verdade uma  uma tradição mágica muito antiga e ligada aos elfos.

Conforme vai crescendo, Haakon experimenta uma infância saudável ao mesmo tempo diferente das outras crianças. Ele tem diversos sonhos e pesadelos com locais desconhecidos e após um tempo, percebe que possui uma rara vidência que o levará a encontrar sua herança mística através de uma profecia.

Nascido de um conto, Estações de Caça é apaixonante. Não existe outra forma de descrever, a leitura é fluida e me peguei a devorar as páginas rapidamente. Adoro a cultura nórdica e o autor mergulhou muito bem no universo através de cenas marcantes e ricas em elementos.


Embora seja o segundo volume da série "Alvores", não é necessário ler o primeiro volume antes, já que ambos se passam em épocas diferentes.  

Os três primeiros capítulos que narram o início do livro são um pouco confusos por terem pontos de vista de personagens diferentes, mas após a leitura, fica esclarecida a narrativa central dos acontecimentos nesta parte. 

Fora o desencontro inicial, a trama deslancha muito bem, sendo o final com um epílogo que nos deixa de propósito com a "pulga atrás da orelha" sobre um dos personagens e ansiosos para o próximo volume. 

Recomendado a todos que gostam de fantasia, ficção e aventura. Venham conhecer este volume e se apaixonar por Haakon e os vikings.

Você pode encontrar o o ebook na Amazon.

Encontro com um Kindle – Parte 2

em 9 de outubro de 2015


Minhas aventuras com o Kindle estão bem modestas, é verdade. Na última bienal do Rio aproveitei o estande da Amazon e comprei uma capinha. Agora ele está mais seguro contra minha desastrez natural.

No último livro que li nele, usei o recurso de notas. E é absolutamente incrível! É como usar os post-its nos livros físicos, sem perder os malditos papeizinhos ou vazar tinta da caneta para as páginas do livro. E tem o recurso maneiro de pressionar uma palavra e acessar o significado dela no dicionário. Adorei.

O touch do teclado deixou a desejar, percebi um certo delay nele. Às vezes digito alguma nota e as letras não saem. Imagino que seja por causa das minhas unhas. Elas estavam enormes, pareciam garras de um gárgula. Ainda não digitei nenhuma nota depois que cortei. Acho que deveria ter feito isso antes de escrever esse post, MAAAASSSS, fica para a próxima.

De uma maneira inesperada, viramos amigos. Estamos juntos há um mês (ou será mais do que isso? Entre as muitas coisas nas quais não sou boa, está contagem do tempo) e ele já tem um nome: trabuquinho. Gosto de chamá-lo assim: meu trabuquinho.

Até agora gostei bastante de poder baixar “amostras” de livros que tinha curiosidade. “A Arte de Pedir” de Amanda Palmer é genial e acabei pegando a versão inteira, e em breve a física. No final das contas é um livro de autoajuda, mas de um jeito que vale a pena ser lido, você não vai ser mandado falar consigo mesmo no espelho, mas vai repensar alguns valores bizarros que aprendemos e o preconceito que há em apenas pedir. Ops, deixa eu segurar minha língua aqui, mais um pouco e vira uma resenha de livro.

Graças a poder baixar amostras, também deixei pra lá alguns títulos que eu até tinha curiosidade e se mostraram uma bela perda de tempo. E também seria uma grana perdida.

Ler no ônibus com ele é bem mais tranquilo do que ler meus exemplares físicos. Dá pra mudar de página com um dedinho no canto da tela. É tão mágico! E foi num ônibus que descobri como ativar o recurso de alterar o tamanho da fonte. Claro que deve ter essa informação no manual – que eu não li, obviamente.
Descobri quando me atrapalhei toda  para descer do ônibus e apertei a tela meio desajeitada. A fonte que eu estava usando ficou enorme. E aí tentei refazer o movimento que tinha gerado aquele desastre no kindle. Então peguei o jeito. É só tocar na tela como se quisesse dar um zoom. A janelinha para escolher a fonte aparece e pronto, é só escolher o tamanho. Simples, prático e funcional.

Esse post é curto pois não tenho muito mais o que contar. Talvez ele seja o último ou talvez eu faça mais um, para fechar essa sequência.

No meio de tantos talvezes, há apenas uma certeza: Estou amando meu trabuquinho.

Encontro com um Kindle | Parte 1

em 9 de setembro de 2015



Ok. Vamos começar pelo começo. Nunca tive vontade suficiente de usar um e-reader, seja ele, kobo, Leve ou Kindle. Desde criança tenho um fetiche estranho por livros. Não me basta lê-los. Preciso tê-los comigo na mochila, espalhados pela casa e outra boa quantidade deles pelo meu quarto e armário de roupas.

Mas então o tempo passou e a quantidade de livros que tenho que ler ao mesmo tempo para manter conteúdo aqui no Barato ficaram cada vez mais pesados. E eis que, numa bela bookfriday da Amazon, surgiu a oportunidade de garantir um Kindle touch!

E como uma boa caipira tecnológica, resolvi documentar meu processo de adaptação com esse dispositivo semeador da discórdia entre os leitores, na eterna rixa e-books X Livros Físicos.


Entre fazer o pedido e o dito cujo chegar em minha casa foi um processo muito rápido. Achei a caixa linda. Tenho um fraco abismal por belas embalagens... hihihi

Ele veio LIGADO. Nada daquelas paradas "de deixe carregando mil horas antes do primeiro uso."

A interface é muito intuitiva. Para quem já manuseia smartphone ou tablet, tem uma mecânica bem simples. O manual de uso vem no próprio aparelho e no primeiro contato, você já será direcionado às primeiras aventuras, como onde está o quê, aperte assim e assado para ler, etc.

Quando o aparelho passa um tempo sem manuseio, aparecem descansos de tela variados. Como o negócio é PB, alguns desses descansos parecem assustadores. Tinha um que eram pontas de caneta. Mas pareciam muitos dedos sem as mãos. Pavoroso.

Nessa primeira semana baixei alguns contos da Helena Gomes (que ainda não li, é claro, tisc), uma amostra de livro que estava namorando faz tempo (A Arte de Pedir de Amanda Palmer) e, como não podia deixar de ser, acabei baixando um livro de verdade para estrear de vez esse negócio: “Estações de Caça” de Lauro Kociuba.

Constatações da Primeira Semana:

1 – A Bateria Dura um tempão. 4 dias foi o máximo de tempo até agora. Não delisguei, só para testar. E ligado direto Durou 4 dias. Ele tem um modo automático de economia de bateria. Quando não estou lendo ele fica em standby. Tranquilo.

2 -  O trocinho é mega Leve e recarrega MUITO RÁPIDO. Vem com um cabinho para recarregar no note ou Pc.

3 - Achei a composição dele frágil. Talvez seja essa tela que lembra papel. Eu sempre duvidei. Mas lembra MESMO papel.

4 – Nessa primeira semana tive dificuldade de manter o ritmo de leitura. Dispersei-me muito lendo no Kindle. Simplesmente não conseguia manter atenção.  Talvez seja só questão de me acostumar. Vejamos o que ocorrerá nas próximas semanas.

Até a próxima folks! 


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