Mostrando postagens com marcador livro de contos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro de contos. Mostrar todas as postagens

O CASO INCOMUM DA MÃE ZUMBI e outros contos de medo para jovens leitores

em 22 de julho de 2019

O CASO INCOMUM DA MÃE ZUMBI e outros contos de medo para jovens leitores é o primeiro livro de contos escrito por Felipe Campos - escritor e ilustrador de livros de terror para crianças - voltado para o público juvenil. 
São trinta e cinco histórias que trazem monstros, fantasmas e outros seres malignos, mas também falam sobre situações do cotidiano com um toque de sobrenatural. A escola, os amigos, as brincadeiras, as redes sociais e os perigos dentro e fora de casa são temas explorados pelo autor.
As histórias passeiam pelo horror psicológico, mas também têm espaço para o terrir, o terror com susto que desequilibra o leitor e conversa com outros gêneros como o drama e a aventura. Você tem coragem? Enfrente os medos que vivem nos contos deste livro!
O projeto está em campanha no Catarse e tem recompensas para apoio a partir de R$ 20,00!

Felipe Campos é escritor e ilustrador com trabalho voltado para a ilustração infantil, é graduado em Gravura, especialista em Literatura Infantil e Juvenil - ambos os cursos ministrados pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – e mestrando em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). É também coordenador do Rio de Janeiro na Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura infantil e JUVENIL (AEILIJ).
Pesquisa monstros assustadores e histórias de medo para crianças em seus trabalhos autorais e atualmente investiga, com referência nos elementos do gótico, cenários nas histórias de horror para crianças e jovens leitores. Ilustrou e escreveu diversos livros e histórias em quadrinhos, expôs suas obras bibliotecas populares e livrarias do Rio de Janeiro. Os livros "Excursão ao Parque do Terror" e "O pequeno caderno de pesadelos" foram obras selecionadas para programas de vendas de livros para bibliotecas.
Para apoiar a campanha e saber mais sobre o projeto do Caso incomum da mãe zumbi e ouros contos de medo para jovens leitores, clique aqui.  E para conhecer outros trabalhos do autor, clique aqui! :)

Anacrônicas - contos mágicos & trágicos

em 16 de dezembro de 2015

Autor: Ana Cristina Rodrigues
Gênero: Contos de fantasia
Páginas: 204
Editora: Aquário

Conheci a Ana Cristina Rodrigues na Fest Comix 2015 desse ano, mas só fui mesmo conferir o seu trabalho na bienal do Rio, em setembro. Fiquei encantada com o currículo da moça: escritora, tradutora, editora e historiadora.

Entre os mimos que trouxe do estande da Aquário Editorial para casa, — espero resenhar todos em breve — estava a coletânea “Anacrônicas – Contos mágicos e trágicos”. E é desse livro com formato de bolso que quero falar hoje.

Tive de optar em falar — ou melhor, tentar falar —  do livro como um todo, não focando em nenhum conto específico, afinal são 24 contos! Eu levaria dois quilômetros de post até falar de cada um deles, afinal essa coletânea é um compilado de produções da escritora entre 2009 e 2014.

No começo da leitura me senti um pouco intrigada. Apesar de bons contos, eu senti falta de uma unidade, de uma continuidade. Cheguei mesmo a achar que a leitura não renderia muita coisa. Depois do quarto conto eu entendi essa tristeza miúda que começava a tomar conta de mim: Eu queria mais. Não queria só aqueles pedacinhos de mundo. Queria todos os universos que a Ana — hábil em ser sucinta — mostrava só uma parte.


Admito que passei uma boa semana em sua companhia, voando com grifos, viajando em condados medievais, incendiando cidades bibliotecas, conhecendo o povo-macaco e voando com fadas que se transformam em dragões. A e também tinham os coelhos. 4 coelhos. Inclusive, com um deles acompanhei um onírico desmemoriado no roubo de sonhos.

Com Anacrônicas, inventei uma nova forma de ler livros de contos: abria a página do sumário e deixava o dedo correr solto. Até que eu acha que estava bom e abria os olhos. Onde a ponta do meu dedo estivesse, lá eu faria minha nova leitura. E assim foi até terminar o último conto. Só agora me ocorre que outras pessoas devem fazer isso, né? Mas comigo essa foi a primeira vez, então achei válido dividir. Hehehe

O projeto gráfico do livro é uma delicinha que intriga: tem coelhos na capa, me remetendo ao mundo eternizado por Lewis Carroll em Alice. O livro é em formato pequeno, facilitando tanto caber na bolsa, quanto o manuseio em minhas incursões literárias. Acho que já contei mil vezes que leio no trajeto casa-trabalho-trabalho-casa, né?

A, ia esquecendo, tem ilustrações espalhadas entre as páginas, e quando menos esperamos, escolhemos não adiar a leitura do próximo conto só para ver o que significa aquilo! Talvez isso se deva à minha curiosidade. Talvez não.

Mais uma produção nacional para quem curte leituras rápidas e não dispensa a possibilidade de passear em multiversos literários! ;)

Aqui o vídeo que gravamos dela falando um pouquinho sobre o livro:




Até a próxima folks!

Como descobrir seu gênero Literário?

em 26 de outubro de 2015



Saudações, caros Leitores Baratais!

Hoje venho aqui trazer mais uma matéria visando, claro, iluminar o caminho daqueles leitores que buscam se encontrar,independente de seu destino. Ninguém melhor que uma menina meio perdida pra entender o que vocês sentem, não é mesmo?
Ao longo do meu Caminho Das Letras, trarei sempre novidades que facilitarão a jornada do próximo, então aqui está mais uma dificuldade que todo leitor passa, seja no começo ou após anos de “atuação na área”. 
Para aqueles que acabaram de ingressar nesse caminho, é normal essa agitação e ansiedade para encontrar seu gênero predileto, até porque o indicado é fazer exatamente isso. Mas...Como descobrir o seu gênero literário?


Aqui vão algumas dicas que podem servir para você, confira!


01. Avaliando o seu gosto

Geralmente, gosto é gosto e não se discute, então observe o que lhe apetece geralmente. 
Usaremos a tia Jeni aqui como exemplo: adoro filmes de terror com aquele mistério que consome nossas mentes antes de ser desvendado e, depois de esclarecido, deixa espaço para um bilhão de interpretações. Com os livros não é diferente, ao escolher eu dou preferência aos de mistério sombrio e tom sarcástico. É um bom começo, experimente escolher os gêneros que se aproximem dos que já tenha enraizado em você, facilita bastante.
Há outras áreas que lhe ajudarão, como matérias escolares. Teoricamente se você ama história e adora viajar nos contextos e culturas de tempos passados, Tchã-ram! Achamos mais uma pista da direção certa. Observe que tudo aquilo que em você gera fascínio, irá te guiar para encontrar o seu gênero, seja por religião, história, fantasia ou erotismo.
Se você é do tipo que prefere os livros finos, procure por crônicas, poemas ou contos. São formatos que se aproximarão mais do que te dará prazer em ler. Mesmo que esteja procurando um gênero, se desde o início evita os mais grossos, significa que não é esse o seu gosto. Então, logicamente, não há motivo para insistir nos mais gordinhos, certo?



02. Livros de contos
Uma boa pedida também é começar a ler livros com contos de vários temas e fazer uma resenha para cada conto. Assim feito, leia e observe aquele que mais lhe deu prazer em ler, ao que mais absorveu os detalhes, qual teve maior facilidade em terminar e o porquê de tudo isso. Avalie atentamente que, no mínimo, sairá dessa experiência com pelo menos um passo mais perto de achar seu gênero literário.

Eu indico Os Segredos do Rei do Fogo, de Kim Edwards, para começar. 



03.Avalie sua dificuldade
Muitas das vezes em que achamos que não encontramos nosso gênero, estamos empacados em um ciclo de livros chatos. Houve um tempo em que eu me recusava a me aventurar além daquilo que eu acreditava gostar, como o romance. Eu pedia livros de romance porque eu estava numa época bem sonhadora, digamos assim. E achava que era daquilo que eu precisava, me recusando a ler outros temas. 
Com o tempo me senti perdida sem saber do que eu gostava de ler e os que eu possuía estavam ficando cada vez mais difíceis de se ler.  Foi então que me indicaram um romance diferente, envolto em mistério, aventura e fantasia.
“Puxa vida! Que livro supimpa!” Daí eu percebi que o que eu gosto de ler não eram os romances, mas sim a história que atava o enredo. Hoje sou amante da literatura fantástica e sombria. O mistério tem que estar presente, nada que seja previsível me interessa. 
A dica então é ver se não está empacado em um livro chato acreditando ser do seu gênero. Fique de olhos abertos para o que realmente lhe deixa curioso em uma história, o romance ou o contexto histórico que se encontra nele? O terror ou o sentimento das personagens envolvidas? Acredite, meu caro...Fará diferença da água para o vinho.



E então, gostaram das dicas? Compartilhe suas experiências e conte-nos como descobriu o seu gênero literário nos comentários!

Até a próxima, pessoal! 



Dica de Leitura - Território V

em 12 de janeiro de 2015

Organizador: YSATIS, KIZZY
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: TERRACOTA
Assunto: Literatura Nacional - Terror e Sobrenatural
Edição: 1
Ano: 2009
















Só agora me surgiu o pensamento de que tenho lido muito vampiro e lobo ultimamente... palavra de honra que farei uma ginástica literária para trazer uma dica de leitura “não –vampírica” da próxima vez, ok? Mas por enquanto, fiquem com essa dica:

Território V é uma antologia de contos vampíricos organizada por Kyzzy Ysatis, apresentando contos de Flávia Muniz, Giulia Moon (que também está presente no prefácio), Raphael Draccon, Octávio Carriello (responsável por essa capa MA- RA-VI-LHO-SA), Cid Vale Ferreira, Camilo Vannuchi, Luis Eduardo Matta, Marcelo Maluf, Cláudio Brites, Juliano Sasseron, Fábio Fabretti, Izabelle Lemgruber, Solone de Arruda, Douglas MCT, Lizy Tequilla, Isaac Moraes, Sidemar Castro, Israel Teles, Chris Sevla,  fechando com um conto do próprio Kizzy.


A premissa do livro é apresentar contos que remetam aos vampiros clássicos, territorialistas e sedentos de sangue, que perdem o fio delicado de suas paciências imortais por motivos escusos. E apesar de ter um ou outro conto aqui e ali que não tenha me apetecido, o resultado final cumpriu muito bem o tema proposto, tanto que valeu como dica de leitura aqui no blog!


O projeto gráfico é um desmaio para os sentidos dos leitores vampíricos, com a parte interna da capa em preto, assim como a abertura de cada conto em página preta e a imagem do escritor em preto e branco. Chique, estiloso, enfim, um arraso!


Super indico essa leitura para quem curte a temática vampiresca e para quem não curte também afinal, quando o livro é bom não tem desculpa para não ser lido, não é mesmo?

Meu caso com esse livro...


Sabe, eu gosto de contar minhas histórias com os livros que leio tanto quanto gosto de falar das histórias que leio nos livros.  Território V passou um tempo na “prateleira dos ainda não lidos”, pois demoro um pouco para ler antologias de contos, como se precisasse de uma preparação mental: afinal, um livro de contos é como um livro com vários livrinhos dentro de si, o que às vezes me deixa confusa, seja pela história curta ou pela forma com que os contos terminam, e talvez por isso, eu tenha o costume de ler antologias de contos quando estou afim de algo mais descompromissado. E assim, Território V ficou passeando na minha estante para lá e para cá, até que um dia escorregou na minha bolsa e viajou comigo.


Depois de toda essa novela, sou muito sincera em dizer que é um livro delicioso! O adquiri em meados de 2013, no estande da editora Terracota durante um evento literário onde haveria várias palestras. E lá estava eu, toda encantada com a palestra sobre criação de personagem ministrada pelo Kizzy Ysatis, que aliás,  foi o organizador dessa antologia. Deu para ver e sentir o cuidado nos detalhes e na escolha dos autores e contos. Quem já leu alguma coisa do Kizzy, sabe dessa mania que ele possui de tornar os livros uma viagem com um quê entre onírico e poético (e aqui me refiro descaradamente ao “Diário da Sibila Rubra” um de meus livros favoritos escrito por ele).


Até a próxima!





Topo