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Realismo mágico para adultos apaixonados pelo fantástico

em 24 de novembro de 2020

Com anos de experiência como crítica de cinema e tv este livro Estrada para Yellow Rose - Liana escrito por Surya, é um despretensioso fruto da imaginação, que retoma lendas e personagens bem conhecidos por quem aprecia a literatura e a cultura pop. Essa terceira edição lhes dá uma roupagem nova e instigante, com boas surpresas e um jeito diferente de contar histórias, sem utilizar fórmulas apelativas. A intenção aqui é prover algumas horas de diversão ao leitor, como se ele assistisse a um episódio de uma boa série de tv, com emoção, aventura, magia e fantasia.


O que seria de nós, pobres mortais sem a imaginação? Sem essa faculdade de sobrepujar a realidade e alimentar uma ideia que pode se tornar tão forte a ponto de materializar-se neste mundo?

O grande aliado da imaginação sempre foi o amor. Não existe uma criatura que não seja tocada pelo amor. Através desse sentimento sublime, o melhor de cada um de nós vem à tona. Não importa que seja o amor de um líder por seu povo, ou o amor romântico entre duas pessoas, ou o amor dos pais por seus filhos. O amor é a grande magia, capaz de tornar real aquilo que a imaginação é capaz de gerar.

Deixe-se levar para Yellow Rose e sua paisagem bucólica, com cheiro de rosas no ar, e encontre Liana, Dylan, Tye e Carmine. Faça de conta que você já os conhece. Cumprimente-os efusivamente e não tenha medo de participar das fugas, das lutas, das intrigas. Você vai precisar de alguma magia no caminho, mas algumas dessas pessoas que você está para conhecer certamente vão querer te ajudar e você pode, verdadeiramente, confiar nelas... mas cuidado, porque a traição pode estar onde você menos espera. Como saber quem é seu amigo ou inimigo em Yellow Rose?

Indicada para adultos e adolescentes acima dos 16 anos Estrada para Yellow Rose – Liana, é o primeiro livro da série que conta com mais dois livros lançados na sequência: A sombra de Melinoë e O Primeiro Yänmir que são contos complementares da obra original.


Sinopse

Quando a fatalidade bate à porta, o primeiro pensamento é a fuga. Liana Morgan refugiou-se na cidadezinha de Yellow Rose, junto ao irmão e cunhada pensando em levar uma vidinha comum. 
Mas certas pessoas nasceram para viver o extraordinário. 
Única testemunha de um incidente fantástico, ela é arrastada para uma trama cheia de magia e revelações surpreendentes a respeito de seu destino e de uma terrível ameaça à própria realidade. A chave para resolver o mistério está em seu coração. Estrada para Yellow Rose convida o leitor a questionar as certezas da vida e a mergulhar numa aventura sem limites.

O próximo romance Estrada para Yellow Rose – Dylan está em fase de escrita e as novidades estão disponíveis no site oficial.



Sobre a autora:

SURYA, jornalista e escritora, começou a fazer fanzines de cinema na década de 1980/90. Seu amor por filmes, pela ficção científica e, principalmente pela fantasia, fez com que buscasse trabalhar com o jornalismo de entretenimento. Criou eventos sobre cultura pop. Tornou-se editora do site Aumanack e produziu concurso de fanfics, bem como participou de várias competições do gênero, sendo classificada em quarto lugar no concurso de fanfics da revista ScifiNews.

Pesquisadora dos grandes mistérios da humanidade e das antigas civilizações, A saga Estrada para Yellow Rose é um projeto em que une o melhor da ficção especulativa (história alternativa, fantasia, terror, sobrenatural e ficção) todos os temas que ama e incentivar outras pessoas a escreverem e fortalecerem o gênero da literatura fantástica no Brasil.

Conheça um pouco mais sobre a autora no instagram e sobre o livro no Skoob!

Ficha Técnica:
Título
: Estrada para Yellow Rose - Liana | Autor: Surya
Editora: Ēlýsion Editora | ISBN: 9798681497622
Páginas: 416 páginas | Formato: 14 x 21 cm
Disponível em e-book na Amazon
Impresso: Em breve nas melhores plataformas de venda
Visite a página do facebook!

O CASO INCOMUM DA MÃE ZUMBI e outros contos de medo para jovens leitores

em 22 de julho de 2019

O CASO INCOMUM DA MÃE ZUMBI e outros contos de medo para jovens leitores é o primeiro livro de contos escrito por Felipe Campos - escritor e ilustrador de livros de terror para crianças - voltado para o público juvenil. 
São trinta e cinco histórias que trazem monstros, fantasmas e outros seres malignos, mas também falam sobre situações do cotidiano com um toque de sobrenatural. A escola, os amigos, as brincadeiras, as redes sociais e os perigos dentro e fora de casa são temas explorados pelo autor.
As histórias passeiam pelo horror psicológico, mas também têm espaço para o terrir, o terror com susto que desequilibra o leitor e conversa com outros gêneros como o drama e a aventura. Você tem coragem? Enfrente os medos que vivem nos contos deste livro!
O projeto está em campanha no Catarse e tem recompensas para apoio a partir de R$ 20,00!

Felipe Campos é escritor e ilustrador com trabalho voltado para a ilustração infantil, é graduado em Gravura, especialista em Literatura Infantil e Juvenil - ambos os cursos ministrados pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – e mestrando em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). É também coordenador do Rio de Janeiro na Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura infantil e JUVENIL (AEILIJ).
Pesquisa monstros assustadores e histórias de medo para crianças em seus trabalhos autorais e atualmente investiga, com referência nos elementos do gótico, cenários nas histórias de horror para crianças e jovens leitores. Ilustrou e escreveu diversos livros e histórias em quadrinhos, expôs suas obras bibliotecas populares e livrarias do Rio de Janeiro. Os livros "Excursão ao Parque do Terror" e "O pequeno caderno de pesadelos" foram obras selecionadas para programas de vendas de livros para bibliotecas.
Para apoiar a campanha e saber mais sobre o projeto do Caso incomum da mãe zumbi e ouros contos de medo para jovens leitores, clique aqui.  E para conhecer outros trabalhos do autor, clique aqui! :)

Representatividade, fantasia & gastronomia na segunda coletânea FANTÁSTICAS!

em 20 de agosto de 2018


É com um sorriso de ponta a ponta que a gente publica esse release. Eu e Josy Santos estamos participando desse projeto onde estamos enfiadas até os cabelos!

Pratos saborosos, acompanhados de suas respectivas receitas, inspiraram os contos de FANTÁSTICAS Contos de fantasia & gastronomia protagonizados por mulheres, da Giz Editorial.



Iniciado em 2017 sob a tutela dos escritores e editores Giulia Moon e Walter Tierno, PROJETO FANTÁSTICAS retorna em 2018 com uma proposta apetitosa: contos com elementos sobrenaturais, inspirados em alimentos que fascinam seus autores – um tema que fala de perto a todos nós. Pois quem não tem na sua memória a lembrança de uma comida gostosa, reconfortante, deliciosa? De receitas que remetem a uma lembrança de infância, a um instante mágico junto a alguém especial, a alguma ocasião inesquecível?


FANTÁSTICAS Contos de fantasia & gastronomia protagonizados por mulheres, da Giz Editorial, traz esse cardápio inovador: oitocontos fantásticos que falam de comida e de quem a devora; que transitam entre humor, romance e terror, instigando a imaginação e as papilas gustativas dos leitores. Produzidos pelos escritores da oficina Fome de Letras, ministrado por Moon e Tierno, cada conto foi gerado durante 3 movimentados meses de muitas reuniões, conversas e discussões, e chega ao público em agosto, prometendo diversão e arte para quem tem fome de boa literatura.

O lançamento de FANTÁSTICAS será em São Paulo, no dia 25/08, das 13h30 até 17h00, na Biblioteca Viriato Corrêa. O evento contará com um bate-papo às 15h00 com a participação dos autores, além de sorteios de muitos prêmios.

“FANTÁSTICAS Contos de fantasia & gastronomia protagonizados por mulheres”
Giz editorial, 2018
112 páginas.
Autores: Bruno Melo, Carol Heksai, Cristina Vieira, Daniel Constantini, Dany Fernandez, Dimitrius H. Alves, Josy Santos e Joy Novaes. Organização:Giulia Moon e Walter Tierno.

Lançamento
Dia: 25/08/2018
Horário: das 13h30 às 17h00.
Local: Biblioteca Viriato Corrêa
Rua Sena Madureira, 298 - Vila Mariana - São Paulo/SP
Como chegar: https://goo.gl/7ikDdQ 
Evento Facebook: https://www.facebook.com/events/1918844071748271/ 

Contatos:
Giulia Moon: giuliamoon@gmail.com  
Walter Tierno: waltertierno@gmail.com


O Legado do Dragão

em 5 de junho de 2018

Autor: Vivianne Fair
Gênero: Fantasia 
Formato: E-book
Páginas: 301


Eu sou absolutamente fascinada por Dragões. Desde... Sei lá! Desde sempre! E aí, eu acabo levando comigo todo livro que tem "Dragão" no título. Às vezes, eu acabo me arrependendo, e outras vezes, eu tenho uma grata surpresa, e com certeza, O Legado do Dragão é uma delas.

Missandra é uma princesa, filha de um rei muito famoso, responsável por trazer de volta a paz ao mundo. Isso é o que a gente vê por fora. Mas sempre tem mais, né? Sim, sempre tem!

A verdade é que, quando a gente olha mais de perto, Missandra é uma princesa rebelde, que está perdendo a paciência com essa história de encontrar um noivo e tal. Todos os pretendentes que aparecem, simplesmente desistem. Somem, evaporam, voam de volta para seus reinos tão tão distantes. E esse é só um dos mistérios interessantes desse livro.

Além da rebeldia, (ou talvez por isso mesmo) Missandra também nutre uma admiração especial pelos extintos Dragões. O pai dela, o Rei Gallad, foi o cara que conseguiu matar todos os Dragões e restaurar a paz não só de seu reino mas de todos os outros, "até os confins do reino de Landom".  A princesa coleciona escamas dos seres alados e procura sempre por pedaços da história que ninguém conta. É que, depois que os dragões foram varridos da existência, tudo relacionado a eles ficou proibidão. Eles se tornaram praticamente "aquele cujo nome não se pronuncia."

Tudo ia muito bem, no mais do mesmo, até que um gigante Dragão Azul aparece do nada e  numa cusparada de fogo, destrói boa parte do reino de Missandra. Essa é uma das partes mais legais do livro. A princesa encarou o enorme dragãosão. Eles encararam um ao outro e ele se foi. Gente, sério, essa cena é de arrepiar o esqueleto além de me render umas boas risadas! Também me rendeu umas boas e muitas perguntas: se os dragões estavam mortos de onde surgiu aquele? E gente, porque ele não saiu matando geral? Ele deu uma tostada no reino, olhou para a princesa e pá! Foi embora. Como assim? Esse é outro dos mistérios interessantes desse livro². 




Entre meio que se sentindo culpada e meio que tentando salvar os humanos e os dragões (ou os dragões dos humanos), Missandra se joga numa missão que ela não sabe onde vai dar, e muito menos se consegue dar conta. Mas vai mesmo assim, com a cara, a coragem e o coração. E põe coração nisso. Muito coração. Tem coração pra caramba nessa história. Eu já disse coração? Ah, tá. Só lendo para sacar esse coração todo. E é durante essa missão, que a história vai se descortinar de verdade e onde Missandra  finalmente vai ter todas as suas respostas. E nós também, né?

O Legado do Dragão tem muito humor, característica da escrita da Vivianne (de quem eu já resenhei dois livros da série A Caçadora e o livro Rainha Sombria). E trata da questão da auto descoberta com leveza e ao mesmo tempo emoção. E nesse livro em especial, os personagens são um show a parte. Sério.

Vamos começar pela protagonista: Missandra é o centro mesmo da bagunça toda e a gente fica torcendo por ela o tempo todo. Ela é a prova que a teimosia as vezes nos leva para algum lugar. Ha-ha.

Lantis é o guarda-costas sinistro da Missandra. Ela tem certeza que ele quer torcer o pescoço dela na primeira esquina deserta disponível. E não vou negar, eu quase achei o mesmo. O motivo? Bom, esse é outro mistério do livro! O charme desse personagem é sua aura misteriosa, caladona. Ele prefere fazer do que falar e guarda consigo um segredo que vem lhe destruindo por dentro. Literalmente falando.

E por falar em sinistro, Dhalek é o cara mais dúbio da turma. Sério. Ele surge de uma maneira tenebrosa e apronta cada uma que eu mesma quis dar cabo dele. Apesar do seu estilo cafajeste, a gente acaba querendo descobrir quem ele é e de onde veio. A coisa é tão complicada que nem ele sabe!

E o prêmio fofura vai para... Mane! Pensa num num cara fofo, amigo para se meter em encrencas com você, para te inspirar e viajar na maionese! Ah, e ele se comunica com os animais. De onde veio esse dom? Outro mistério desse livro! Mane é o melhor amigo de Missandra e tem um passado tão desconhecido que nem ele conhece! Mas a gente vai acabar descobrindo, de um jeito ou de outro.

Há uma última coisa que gostaria de falar nessa resenha. Uma coisa que poderia passar despercebida, mas para mim não passou. A escritora nos apresentou em O Legado do Dragão, uma miscelânea de seres mágicos e reinos heterogêneos. Tudo ficaria bem se ninguém se metesse na vida um do outro a ponto até de negar ajuda. Afinal, as raças não se misturam... e o mais especial aqui, é que toda essa galera aprende que são justamente as diferenças que nos tornam iguais, ou pelo menos, seriam justamente as nossas diferenças que deveriam nos unir. Quer dizer, nem todo mundo aprende. Aramis que o diga...

Livro super indicado para quem adora uma aventura leve, divertida mas mesmo assim bem emocionante! E para quem adora Dragões e personagens cativantes, que ficam martelando na cabeça um tempo depois da leitura... hihihi!

Vou ficando por aqui e até a próxima folks!

NIHIL

em 25 de abril de 2018

Ou As primeiras impressões da Névoa




























Uma névoa tóxica invadiu a cidade. As pessoas foram obrigadas a estocar comida e a se encarcerarem em suas casas. Não há água encanada ou energia elétrica. Nem internet. Quem esteve perdido na névoa, não voltou para contar como as coisas estavam lá fora. E mesmo nos raros casos de quem conseguiu retornar, foi impossível voltar inteiro: faltaram os braços ou as pernas. Ou a alma.

Crianças e bebês morreram. Animais de estimação desapareceram. Há apenas silêncio, dúvida, solidão, loucura e desespero. Isso é Nihil.
A história é contada através de várias histórias: cada um conta sua versão de como está sendo enfrentar a névoa. Vários personagens. Várias primeiras pessoas. Alguns escrevem cartas. Outros falam sozinhos. E aqueles que tiveram alguma sorte, conversam com alguém de verdade, junto de si.

Ufa! Pensei que seria difícil falar sobre as primeiras impressões desse livro que recebi os primeiros nove capítulos. Mas não foi, porque às vezes o que nos impacta, nos obriga a falar.

Quem segue o @baratoliterario no instagram, já me viu falando lá no stories, que  Nihil é catártico: a gente vai sendo levado por um e outro relato. E quando percebemos, já estamos na névoa. Queremos descortiná-la. Saber de onde veio, e para onde nos levará e se, de alguma maneira, permaneceremos vivos.

Entre terror psicológico, suspense e poesia, Nihil nos tranca em um quarto escuro e nos obriga a enfrentar nossos piores devaneios. Perceba que eu disse Devaneios: eles podem ser muito mais letais do que nossos medos. Você vai se perguntar o sentido de muita coisa. E nenhuma delas terá mais sentido algum, pelo simples fato de que todos os outros, assim como você, estarão trancados, aguardando pelo milagre de estar morto.

Agora que começo a por a cabeça para funcionar, e que realmente estou pensando a respeito do que li e não apenas sentindo,  a trama de Nihil me lembra  o clima de Silent Hill - Shattered Memories (jogo de 2010), em que vamos descobrindo a história através do olhos de Harry Mason ou, ainda nesse raciocínio, a trama do livro também me remeteu ao enredo do filme " O Nevoeiro" de 2007, baseado no conto do Stephen King.

O mais interessante é que, embora a leitura tenha me remetido a essas obras, Nihil tem vida própria, seu próprio universo, seu contexto e linguagem.  Ou seja,  com essas referências mentais, é obvio que Nihil está mais do que indicado. Está indicadíssimo!

Agora só me resta aguardar que o material integral seja publicado e que eu possa terminar essa leitura que promete. E não é pouco!

A pulga mordeu a sua orelha e quer conferir Nihil com seus próprios olhos? 
Clique aqui e baixe a amostra dos primeiros 9 capítulos!


  Sobre a autora Carol Mancini  onononnononononononnohohohohohoo

Carolina adotou o sobrenome Mancini em homenagem à avó com quem passava grande parte de seus dias durante a infância. Formada em teatro, é professora de artes na rede municipal de São Paulo.

Participou por três anos com textos e ilustrações quinzenais para o site Quotidianos e escreveu a história juvenil O Mirante do Tempo, para o folhetim do Jornal de Brusque.


Publicou seu primeiro romance de fantasia “Dias de Chuva” em 2016, pela Editora Estronho, além de ter participado de antologias de fantasia, terror e poesia. De maneira despretensiosa, atualiza contos em seu perfil do Wattpad e vídeos no Youtube, e este ano (2018) retorna para o terror com o lançamento de Nihil, também pela Editora Estronho.

Para conhecer mais sobre o trabalho dela, basta acessar o blog, a página no Facebook ou segui-la no Instagram.

Até a próxima, folks!




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