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Série de TV: Hand of God

em 16 de outubro de 2020


O que faria se um dia após um acidente de seu filho você começasse a ouvir a voz de Deus em sua cabeça?

Isso é o que acontece com o juiz Pernell Harris (Ron Pearlman de Sons of Anarchy) em Hand of God. Série com duas temporadas, disponível no Prime Vídeo.

A série foi ao ar de 2013 a 2017 e foi cancelada por baixa audiência infelizmente, a trama envolvente faz nos questionar o tempo todo sobre o que é verdade e ilusão. Pernell estaria mesmo tendo visões e ouvindo a voz de Deus ou será esquizofrênico?

Elenco de Hand of God


Todos os acontecimentos nos levam a nos questionar não apenas sobre o juiz como também aos outros personagens da série que se revelam a cada episódio tornando a trama cada vez mais interessante.

A série foi concebida como uma exploração do fanatismo, disse o criador Ben Watkins e evoluiu como um estudo do extremismo religioso no contexto de um grupo de culto de um Cristo renascido que ajuda o juiz.

"Havia uma parte de mim que realmente queria explorar ao que estou chamando de 'culto de ambivalência' que eu sinto que permeia os EUA agora", disse Watkins em uma entrevista.
Para quem quer se aventurar em uma série intrigante e que prende seu telespectador em busca de respostas, essa é a sua série.



Fonte: https://extra.globo.com/tv-e-lazer/amazon-trata-de-religiao-em-nova-serie-hand-of-god-17409427.html

Série de TV : Chernobyl

em 16 de junho de 2020



A minissérie da HBO que ganhou diversos prêmios nos últimos anos, relata o acidente na usina nuclear desde os primeiros minutos ao perceberem a falha e a sequência de fatos conforme se desenrolam. 

O cientista Valery Legasov (Jared Harris)  é o narrador da trama, quando decide que antes de morrer irá revelar os segredos já com a saúde debilitada de diversas doenças agravadas pela radiação da usina ao qual foi exposto. 

Ele grava seus relato em fitas cassete que depois são divulgadas para a imprensa mundial, expondo as deficiências na execução do projeto que levaram a tragédia.

Esse momento se passa em 1988, dois anos após a explosão do reator. A série também mostra o controle da KGB sobre os acontecimentos na época da união soviética e como eles tentaram encobrir para não ter sua imagem danificada na imprensa internacional. 


A todo momento, somos acometidos de enervamento pelos personagens não admitirem seus erros e não tentarem solucionarem. Mesmo quando vemos as pessoas se contaminando sem saber.  

Um exemplo é a cena em que ao verem a explosão em uma linda luz no céu, um grupo de pessoas vai até uma ponte com seus filhos para ver. Quase todos os que estevam lá morreram em virtude da radiação e pela falta letargia em adotar a evacuação da cidade como primeira forma de minimização de danos.

A série conta apenas com cinco episódios e foi muito elogiada pela mídia internacional, mas não agradou ao público da Rússia que disse que irá fazer uma nova série  pelo canal NTV com a versão deles do incidente. 

O jornal Komsomolskaya Pravda, mais popular da Rússia, insinuou que a versão da HBO usou a série para manchar a imagem do país como potência nuclear. 

A nova série partirá da premissa que a CIA enviou um agente para a área que realizou a sabotagem da usina. Essa abordagem parte de uma teoria existente que afirma que os americanos haviam infiltrado agentes para ocasionar a explosão.

Até que a nova série venha a público, podemos ver a versão da HBO em sua plataforma de streaming ou no canal.



Fonte: encurtador.com.br/irFKN

Série de TV: Kingdom

em 26 de março de 2020



Série sul-coreana disponível na Netflix no Brasil, Kingdom apresenta Yi Chang (Ji-Hoon Ju) o príncipe herdeiro no século 15 (Dinastia Joseon 1392-1897). Ele é filho bastardo do rei, por isso caso um filho legitimo da rainha nasça ele deixará de ser parte da linha de sucessão ao trono.


O rei é casado com uma jovem esposa e ela está gravída. Para que seu filho herde no entanto ela terá que ter um menino. Em meio a este conflito da realeza, somos apresentados ao povo que passa por diversas dificuldades depois de uma longa guerra.



O vilarejo de Dong-nae é um dos mais afetados e o mesmo médico também atende o rei, nesse local há um hospital onde conhecemos outros personagens fundamentais a história porque a partir deste local se espalha 'a praga".

A praga é como a realeza chama um surto de zumbis que devoram todos a sua volta. Suspeitando que algo muito errado está acontecendo com seu pai e com o palácio, Yi parte com seu guarda pessoal Moo Young (Kim Sang-ho) para investigar pessoalmente a chamada praga.



A partir dai somos envolvidos em uma trama de ação, lutas e uma batalha constante contra os mortos vivos e para desmascarar os vilões no palácio.

A série vêm se destacando no cenário pela trama envolvente e a grande produção de detalhes para construção da trama. Ela é escrita por Kim Eun-hee e dirigida por Kim Seong-hun e baseada no livro Land of the Gods.

A primeira temporada foi lançada em janeiro de 2019 e a segunda chegou agora em março de 2020 e ambas contam com 6 episódios. 



Série de TV: Versailles

em 11 de fevereiro de 2020


Versailles já está atualmente em sua terceira temporada e narra a história de Luiz XIV (George Blagden de Vikings), o Rei Sol enquanto ele desenvolve a construção da cidade de Versalhes na França durante o reinado mais longo da história.

Historicamente vemos os conflitos tanto em guerra como diplomáticos e como ele consolida seu reinado no formato absolutista, chegando a fundar sua própria igreja no processo. Também mostra como a tendência de "criar moda" do que se usar como trajes na corte e modas de cada estação se iniciou entre os alguns nobres da época que passavam os dias com a única preocupação de jogar cartas e ir as festas nos salões.

Elenco: Maria Teresa (Elisa Lasowski),  Rei Luis (George Blagden), Françoise-Athénais (Anna Brewster) e  Henriqueta da Inglaterra(Noemi Schmidt)

 
Além da parte histórica vemos a parte barraco familiar, através do irmão de Luís, Philippe d’Orleães (Alexander Vlahos de Merlin) e a rainha Maria Teresa de Áustria (Elisa Lasowski de Hyena), envolvidos em diversos romances e intrigas.

Um destaque especial para um dos personagens fictícios da trama: Fabien Marchal (Tygh Runyan de Serpentes a bordo) líder da equipe de segurança do palácio, atua como uma espécie de Serviço Secreto e muito da trama de espionagem fica a cargo dele em ótimas cenas.

Elenco: Chevalier de Lorraine (Evan Willians), Philippe, Duque de Orléans (Alexander Vlahos)  e  Isabel Carlota do Palatinado (Jessica Clark).


Embora a série seja um sucesso, gerou certa polêmica em seu lançamento em virtude do elenco ser predominantemente britânico e com diálogos em inglês. A decisão foi feita para melhor divulgação da trama no mercado internacional.


A produção do Canal+ está disponível por aqui na Netflix e teve o orçamento significativo de 27 milhões de euros em sua produção.

* trailer sem legendas


Versailles - Trailer (Season 1) from Incendo on Vimeo.

Dicas de série: Possessed

em 22 de agosto de 2019

Kang Pil Sun (Song Sae Byuk) é um detetive investigando alguns casos de homicidios que parecem estar sendo replicados por um imitador do serial killer Hwang Dae-Doo (Won Hyun-Joon) que foi executado há mais de 10 anos atrás.

Hong Seo Jung (Go Joon Hee) tem uma loja de roupas, mas na verdade ela é uma médium/xamã/psíquica que consegue sentir a aura das pessoas. Quando os dois se encontram, Seo Jung acaba conseguindo ajudar na investigação por suas habilidades.

Essa série fechada conta com 16 episódios disponíveis na Netflix e tem o gênero terror e comédia. Isso por que em meio aos tenebrosos assassinatos e a tensão também tem diversas cenas leves que aliviam o clima e trazem amor e risadas, e ajudam a criar empatia com os diversos personagens.

O primeiro episódio é confuso pois mostra o que aconteceu com Hwang Dae-Doo, e somente a partir do segundo somos apresentados a trama principal. 




Essa drama me surpreendeu de forma muito boa, não tinha o hábito de ver séries coreanas. Mas, Possessed tem diversos pontos de virada inusitados e que realmente surpreendem o espectador e nos deixam com um gosto de quero mais.

A reta final a trama chega a ser imprevisível a ponto de nem imaginarmos o que aconteceria. Foi uma boa experiência e o que abriu a porta para ver outras séries do gênero. Além de ter me apaixonado pela música de abertura.





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